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  • Golpes Comuns na Venda de Milhas

    Golpes Comuns na Venda de Milhas

    1. Introdução ao mercado de milhas e riscos envolvidos

    O mercado de milhas se tornou um campo fértil para viajantes e investidores que buscam economizar ou lucrar com a venda de pontos acumulados em programas de fidelidade. No entanto, junto às oportunidades, surgem também os golpes. Com o aumento da popularidade desse tipo de negociação, criminosos criaram métodos cada vez mais sofisticados para enganar vendedores e compradores. Entender como esses golpes funcionam é essencial para se proteger e garantir que a transação ocorra de forma segura.
    No mundo digital, a rapidez e o anonimato favorecem ações fraudulentas. Perfis falsos, ofertas irresistíveis e falsos intermediários são apenas alguns dos truques usados. O objetivo deste artigo é apresentar os golpes mais comuns na venda de milhas, alertar sobre sinais de perigo e fornecer dicas práticas para evitar prejuízos. Assim, você poderá negociar com mais segurança e confiança, evitando cair em armadilhas.

    2. Golpes com perfis falsos e identidade clonada

    Um dos golpes mais recorrentes é o uso de perfis falsos ou identidade clonada. Nesse tipo de fraude, o golpista cria uma conta em redes sociais ou plataformas de compra e venda usando o nome e as fotos de uma pessoa real e confiável. Com isso, ele se passa por um vendedor legítimo, convencendo as vítimas a transferir dinheiro ou milhas.
    Muitas vezes, esses perfis clonados apresentam histórico aparente de negociações bem-sucedidas, o que aumenta a confiança da vítima. Ao receber o pagamento, o criminoso desaparece, deixando o comprador sem milhas e sem possibilidade de reaver o valor.
    Para se proteger, é fundamental verificar a autenticidade do perfil. Converse por mais de um canal, exija prova de identidade e, se possível, utilize apenas plataformas reconhecidas. Um bom hábito é fazer uma rápida busca reversa de imagens para confirmar se as fotos do perfil não foram copiadas de outra pessoa. Essa atenção reduz as chances de cair nesse tipo de golpe.

    3. Golpes com boletos falsos e intermediários inexistentes

    Outro tipo de fraude comum envolve boletos falsos. Nesse golpe, o criminoso envia um boleto de pagamento com dados semelhantes aos de uma empresa legítima, mas com a conta bancária alterada para receber o valor. O comprador acredita que está pagando de forma segura, mas na verdade está transferindo dinheiro para o golpista.
    Há também o golpe dos intermediários inexistentes. Nesse caso, o criminoso se apresenta como um serviço de intermediação que supostamente garante segurança na transação. Ele coleta os dados e o pagamento, mas nunca entrega as milhas.
    Para evitar esse problema, é importante conferir cuidadosamente os dados do boleto e sempre acessar o documento diretamente no site da empresa, nunca por links enviados via mensagem. No caso de intermediários, busque referências, avaliações e histórico de atuação. Lembre-se: a pressa é uma aliada dos golpes.

    4. Golpes de reversão de pagamento e chargeback

    O golpe de chargeback é mais sofisticado e costuma acontecer após uma aparente venda bem-sucedida. O comprador realiza o pagamento por cartão de crédito, recebe as milhas e, depois, solicita o estorno alegando fraude ou produto não entregue. Isso faz com que o vendedor perca o valor e as milhas.
    Em alguns casos, criminosos utilizam cartões clonados para efetuar a compra. Quando o verdadeiro titular percebe a cobrança indevida e contesta a transação, o valor é revertido, e o vendedor é prejudicado.
    A melhor forma de se prevenir contra esse tipo de golpe é adotar métodos de pagamento que não permitam reversão sem justificativa, como transferências bancárias ou uso de plataformas que asseguram o cumprimento das duas partes antes de liberar o valor. Manter registros claros da negociação e comprovações de entrega também é fundamental.

    5. Como evitar ser vítima e negociar com segurança

    A prevenção é a arma mais poderosa contra golpes. Entre as principais medidas de segurança, estão: negociar apenas com empresas ou pessoas de confiança, evitar transações rápidas sem verificação, desconfiar de preços muito abaixo do mercado e sempre confirmar a identidade do comprador ou vendedor.
    Utilizar plataformas reconhecidas para intermediação é uma boa estratégia, assim como manter todas as conversas registradas. Além disso, nunca compartilhe senhas ou dados pessoais sensíveis que possam ser usados para acessar sua conta de milhas.
    Manter-se informado sobre os tipos mais recentes de golpes ajuda a identificar rapidamente comportamentos suspeitos. Participar de grupos e fóruns especializados também é útil para trocar experiências e alertas. A informação, aliada a práticas seguras, é o melhor escudo contra perdas no mercado de milhas.

  • Como evitar fraudes no e-commerce: Entenda o que é Chargeback e como funciona.

    Como evitar fraudes no e-commerce: Entenda o que é Chargeback e como funciona.

    Quem vende produtos pela internet precisa entender os riscos do seu negócio e como esta exposto a prejuízos, principalmente passagens aéreas, pacotes, hotéis. Um destes principais riscos é o chargeback e vamos te explicar como evitá-lo e combatê-lo.

    O Chargeback é a contestação feita pelo cliente, de uma venda feita com cartão de débito ou crédito da conta de um lojista.

    Existem dois principais riscos no dia-a-dia de quem vende online:

    Fraude: Ocorre quando alguém obtém de forma ilícita os dados pessoais e financeiros de uma pessoa (número de documentos, número de cartão de crédito, etc.) e esses dados são utilizados para realização de compras na internet. Para evitar a aprovação desse tipo de transação é recomendável que seja feita uma verificação de informações e análise de risco.

    Contestação ou chargeback: é a reversão de uma transação feita com cartão de crédito. Ela pode ocorrer quando o comprador não reconhece a transação, não recebeu o produto/serviço ou o recebeu em desconformidade e entra em contato com o emissor do cartão para cancelar a compra. Quando isto ocorre, o valor da transação fica bloqueado temporariamente até que o vendedor comprove para o PagSeguro a entrega do produto / prestação de serviço em conformidade. Quando não há essa comprovação, o vendedor tem o valor debitado. Caso o vendedor não tenha o valor disponível em sua conta PagSeguro, seu saldo ficará negativo até que novos valores sejam creditados, seja através de adição de fundos ou nova venda.

     

    O que é chargeback?

    O Chargeback é o cancelamento de uma venda feita com o cartão de crédito a pedido do comprador. Ou seja, a agência de turismo efetua uma venda e depois percebe que um valor foi estornado da sua conta devido a essa venda ter sido considerada inválida para administradora do cartão.

    Todo venda feita online é considerada “sem a presença do titular” porque não há a digitação da senha. O risco desta transação é da agência de turismo

    Geralmente isso ocorre em quatro cenários:

    • Fraudador faz a compra e o titular do cartão ao verificar seu extrato não reconhece a compra.
    • Má fé por parte do verdadeiro dono do cartão negando um compra.
    • O titular do cartão liga para administradora do cartão contestando uma compra por não se lembrar do que se trata (importante o nome da agência de turismo vir bem descrito na fatura) ou alguém da família, por exemplo, realiza a compra e esquece de avisa-lo.
    • O cliente não recebeu o bilhete aéreo então entra em contato com a administradora de cartão e solicita o cancelamento da compra

    O chargeback é diferente do direito ao arrependimento garantido no artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor. Este direito de arrependimento dá ao consumidor a possibilidade de desistir de uma compra virtual em até sete dias, obtendo a devolução dos valores pagos pelo bem.

     

    Como enfrentar as fraudes nas vendas online?

    1) Defina uma gestão de risco própria com o auxílio de um serviço de análise de riscos

    Se você irá vender usando diretamente a Cielo, Redecard ou gateway de pagamento, sua plataforma de e-commerce precisa ter integrado um software de inteligência em segurança de e-commerce. Elas oferecem sua score do risco daquela venda e ferramentas que ajudarão a agência de turismo a diminuir seus riscos. As principais soluções são Konduto e Clear Sale.

    2) Uso de intermediadores de pagamento

    O uso de intermediadores de pagamento ao estilo da Pagseguro, Pagar.me, Moip, Mercado Pago… eles assumem o risco se aprovam a transação. Mas a agência de turismo perceberá que muitas “vendas boas” podem ser negadas. Além de pagar taxas maiores de pedágio sobre as vendas.

     

    Como combater fraudes na venda de passagens aéreas: utilize o PagSeguro

    O PagSeguro possuí um complexo sistema anti fraude. Sistemas como esse visam evitar que pessoas má intencionadas usem cartões clonados ou realizem compras com cartões de outras pessoas.

    Algumas ferramentas para agências de viagens permite a venda de produtos por meio do PagSeguro. É o caso da Moblix, um sistema completo de ecommerce para o mercado de turismo.

    Se a sua agência de viagens está tendo um alto número de pedidos negados, isso pode se dar por diferentes razões. Entre elas:

    • Endereço de cobrança – O endereço de cobrança deve corresponder ao endereço da fatura do cartão. Quando o mesmo é diferente, o nível de suspeita de fraude aumenta pois o sistema de fraude pode entender que é outra pessoa que está realizando a compra.
    • Dados diferentes do titular do cartão – Nome, CPF, Endereço de destino é diferente do titular do cartão, isso pode acarretar na prevenção de fraude.
    • Tipo de produto vendido – Alguns produtos estão mais sujeitos à tentativa de fraude, enquanto outros não. Desta forma, passagens aéreas estão mais sujeitos a um antifraude rigoroso do que uma loja de livros universitários. Afinal, bandido não gosta muito de estudar, não é mesmo? 🙂
    • Compra inconsistente com o perfil do comprador – Empresas de cartões estão sempre analisando o perfil de compra de seus clientes. E este é um dos fatores de risco de uma transação. Isto é, quando um cliente tenta comprar algo que não condiz com seu perfil de compra.
    • Valor da compra – Valor não condiz com o perfil de despesas do comprador de forma geral ou naquela categoria.

     

    O que fazer quando a venda de uma passagem aérea é negada?

    Negado pelo banco: oriente o cliente a entrar em contato com o banco para avaliar seus limites ou o motivo da negação da transação. Na maioria dos casos o problema está ligado ao limite do cartão. Em outros casos está relacionado ao tipo de despesa e requer uma habilitação manual por parte do banco. Nesses casos, o banco fará o desbloqueio e orientará o cliente a repetir a compra.

    Negado pelo próprio PagSeguro: nestes casos você (agência de viagens) deve entrar em contato com o PagSeguro informando o código da transação e solicitando mais informações sobre a razão da negação de compra. Sugiro que faça isso apenas quando o número de pedidos negados for realmente grande. Na maioria dos casos a compra teria sido negada pelo antifraude independente do meio de pagamento (Paypal, PagSeguro, etc) e raramente tem a ver com problemas relacionados à sua loja.

     

    Como evitar ou reduzir a quantidade de vendas não aprovadas?

    Meios de pagamento também levam em consideração a quantidade de chargebacks que ocorrem em sua conta.

    Chargebacks são causados geralmente quando um cliente não reconhece a compra em sua fatura ou porque não recebeu o produto ou serviço comprado.

    Para evitar esse tipo de problema, configure sua conta empresarial no PagSeguro com um nome que realmente identifique sua loja na fatura de seus clientes e os façam lembrar que realizaram aquela compra.

    Isso pode ser feito acessando sua conta PagSeguro em Configurações > Meus Dados.

    Como combater fraudes na venda de passagens aéreas
    Como combater fraudes na venda de passagens aéreas

     

    Plataforma de ecommerce para venda de passagens aéreas pela internet

    A MOBLIX é a única plataforma do Brasil especializada no mercado de turismo. É uma plataforma de e-commerce robusta e flexível, que permite fácil integração com as principais fornecedores do mercado de turismo e demais soluções do ecossistema.

    Trata-se de uma plataforma específica para Agências de Viagens Online (OTA) para que as agências de viagens possam vender bilhetes aéreas com milhas, além dos demais produtos tradicionais (pacotes, aluguel de carros, reserva de hotéis e etc.).

    Dentre os muitos benefícios da plataforma de e-commerce MOBLIX, destacam-se: preços acessíveis, ampla possibilidade de customização do template, servidor Azure, requisições e visitas ilimitadas,  integração com os grandes players do mercado — tanto com gateways de pagamento (PagSeguro e Vindi), quanto com fornecedores de turismo (Kayak, Booking.com, Hotel Urbano, Decolar, RCA Turismo, Rodoviária Online).

    Quer saber mais sobre a melhor plataforma do mercado? Acesse: Plataforma de ecommerce para agências de viagens: manual definitivo para escolher a sua em 2020.