Tag: tendências do turismo

  • Atualização estratégica: reestruture sua oferta

    Atualização estratégica: reestruture sua oferta

    1. O turismo mudou — e sua agência precisa acompanhar

    O mercado de turismo vive uma transformação profunda. Em poucos anos, os modelos tradicionais de oferta se tornaram obsoletos diante do novo comportamento dos viajantes, da digitalização acelerada e das exigências por personalização e sustentabilidade.

    Se antes bastava ter pacotes prontos para destinos populares, hoje o cliente exige experiências sob medida, atendimento rápido e valores alinhados ao seu estilo de vida. Agências que insistem em operar no modelo anterior veem suas conversões caírem e sua base de clientes envelhecer.

    Por outro lado, quem decide fazer uma atualização estratégica pode ganhar novo fôlego, aumentar sua competitividade e expandir suas margens. Atualizar não é apenas mudar o produto — é repensar a proposta de valor, a linguagem, os canais e a relação com o cliente.

    2. Mapeie as tendências e atualize seu portfólio

    A primeira etapa da atualização estratégica é analisar o que mudou no mercado e como isso impacta a sua oferta atual. Entre as principais tendências de 2025, estão:

    • Turismo de experiência e imersão cultural: roteiros focados em vivências locais, encontros autênticos, gastronomia e comunidade.

    • Turismo regenerativo e consciente: com foco em sustentabilidade, impacto positivo e apoio à economia local.

    • Viagens personalizadas: roteiros flexíveis, combináveis e ajustáveis ao perfil do cliente.

    • Bleisure e trabalho remoto: viagens que mesclam lazer e trabalho, com foco em conforto e conectividade.

    • Crescimento de nichos: como turismo pet-friendly, roteiros LGBTQIA+, wellness, ancestralidade, entre outros.

    Atualizar o portfólio significa ir além de trocar os destinos — é adaptar a narrativa, o foco e o posicionamento dos produtos, oferecendo aquilo que o público moderno realmente busca.

    3. Reestruture sua abordagem comercial e canais de venda

    Além do que você vende, é preciso mudar como você vende. A jornada do cliente atual é multicanal, rápida e não linear. Ele pesquisa no Instagram, pede orçamento no WhatsApp, vê avaliações no Google e compra no desktop.

    Por isso, é essencial revisar:

    • A identidade visual e linguagem da sua marca — moderna, empática e alinhada ao novo perfil de viajante.

    • Os canais de atendimento — com presença no Instagram, site responsivo, chatbot ou atendimento humano por WhatsApp.

    • A estratégia de marketing — saindo do modelo promocional e apostando em conteúdo de valor, storytelling e autoridade de nicho.

    • As ferramentas de vendas — como motores de reserva, CRMs, automações de e-mail e integrações com APIs de voos, hotéis e serviços.

    Quem atualiza esses pontos aumenta a taxa de resposta, reduz abandono e fideliza com muito mais facilidade.

    4. Posicione-se como especialista e não apenas como vendedor

    Na nova era do turismo, os clientes não procuram apenas produtos. Eles buscam conhecimento, confiança e curadoria. O agente que atua apenas como operador tende a ser substituído por plataformas automáticas. Já o agente que se posiciona como consultor especializado ganha espaço, mesmo diante da concorrência tecnológica.

    Para isso, é importante:

    • Escolher nichos nos quais você ou sua equipe tenham domínio e paixão.

    • Criar conteúdo educativo e inspirador sobre os destinos e experiências oferecidas.

    • Coletar feedbacks e cases reais de clientes, reforçando sua autoridade.

    • Participar de feiras, rodadas de negócios e eventos estratégicos.

    • Usar dados e históricos de atendimento para personalizar recomendações.

    Dessa forma, sua agência passa a ser vista como referência — e não como mais uma entre tantas. Isso gera valor, justifica preços mais altos e atrai o cliente certo.

    5. Atualização não é um evento, é um processo contínuo

    Muitas empresas tratam a atualização estratégica como algo pontual — um redesign de site ou uma nova linha de produtos. Mas o que realmente gera resultados sustentáveis é tratar a atualização como uma cultura contínua de adaptação.

    Isso inclui:

    • Monitorar tendências de comportamento, tecnologia e consumo regularmente.

    • Analisar dados internos para entender padrões, conversões e necessidades emergentes.

    • Manter uma rotina de testes e ajustes, seja em campanhas, ofertas, atendimento ou canais.

    • Escutar o cliente e adaptar-se rapidamente a novas demandas.

    Ferramentas como plataformas SaaS (como a Moblix) permitem acompanhar tudo isso com dashboards, integrações e relatórios inteligentes — facilitando a tomada de decisão e a execução.

    Atualizar-se é se manter vivo no mercado. É sinalizar ao cliente que sua agência está em sintonia com o que ele espera — ou melhor, com o que ele ainda nem sabe que precisa.

  • Taxas de Turismo em 2025

    Taxas de Turismo em 2025

    Nos últimos anos, o turismo mundial tem passado por uma transformação silenciosa, mas significativa: o aumento das taxas e cobranças para viajantes internacionais. Seja para conter o turismo de massa, preservar o meio ambiente ou melhorar a infraestrutura, cada vez mais países estão optando por taxar a entrada de visitantes. Neste artigo, vamos explorar as razões por trás dessa tendência, os destinos que já adotaram medidas, e o que isso significa para turistas e agências.

    Capítulo 1: Por que os países estão cobrando taxas dos turistas?

    O turismo representa uma importante fonte de renda para muitos países — especialmente aqueles com economias fortemente baseadas em serviços e hospitalidade. No entanto, o crescimento desordenado do turismo de massa (o chamado “overtourism”) tem gerado sérios impactos:

    • Danos ao meio ambiente e ao patrimônio histórico

    • Custo elevado de manutenção urbana e infraestrutura

    • Aumento no custo de vida para moradores locais

    • Sobrecarga em sistemas de transporte e serviços públicos

    As taxas turísticas surgem, portanto, como uma forma de equilibrar os benefícios econômicos do turismo com a necessidade de preservar o destino para o futuro. Além disso, muitos países usam os valores arrecadados para financiar campanhas de marketing turístico, ações ambientais e melhorias urbanas.

    Capítulo 2: Europa na vanguarda das taxas de turismo

    A Europa tem sido um dos continentes mais impactados pelo turismo em massa — e, como resposta, vários países já adotaram ou estão implementando taxas específicas para turistas.

    Itália: Veneza na linha de frente

    A cidade de Veneza é o caso mais emblemático. Desde abril de 2025, visitantes de um dia precisam pagar uma taxa de €5 para entrar no centro histórico. O objetivo é desestimular o turismo predatório e financiar medidas de conservação.

    Grécia: Taxa de resiliência climática

    A Grécia introduziu a chamada “Climate Resilience Fee”, com valores que variam entre €1,50 e €10 por noite, dependendo da categoria do hotel. A arrecadação será usada para projetos de enfrentamento às mudanças climáticas.

    Espanha: restrições e debates

    Embora não tenha implementado uma taxa nacional, cidades como Barcelona e Palma de Mallorca já cobram impostos locais. Em Málaga, há discussões sobre restringir a venda de imóveis para estrangeiros — uma resposta direta ao aumento da demanda turística e à crise habitacional.

    Capítulo 3: Ásia e o equilíbrio entre turismo e preservação

    Na Ásia, o turismo é um motor de crescimento, mas também uma fonte de desgaste ambiental. Países como Indonésia e Tailândia estão agindo para preservar seus destinos naturais e culturais.

    Bali (Indonésia): taxa ambiental obrigatória

    Desde 2024, turistas que chegam a Bali precisam pagar uma taxa ambiental de US$10. O governo afirma que os recursos serão aplicados na limpeza de praias, preservação cultural e gestão de resíduos.

    Tailândia: taxa de entrada para turistas

    A Tailândia passou a cobrar uma taxa de entrada de THB 300 (cerca de US$9) por viajante internacional que chega por via aérea. A medida visa financiar seguros de viagem públicos e serviços de resgate para turistas em áreas remotas.

    Essas medidas também servem para posicionar os destinos como sustentáveis, um atributo cada vez mais valorizado por turistas conscientes.

    Capítulo 4: Américas e os reflexos no turismo de massa

    As Américas também estão adotando medidas para regular o turismo, especialmente em destinos que recebem cruzeiros ou têm forte apelo ecológico.

    México: taxa para passageiros de cruzeiros

    A partir de 2025, o México implementou uma taxa de US$42 para cada passageiro de navio de cruzeiro que desembarca no país. A arrecadação será direcionada a municípios costeiros, infraestrutura e preservação cultural.

    EUA: regulamentações estaduais

    Nos Estados Unidos, as taxas variam de acordo com o estado. Nova York, por exemplo, implementou impostos para aluguéis de curto prazo (Airbnb e similares). No Havaí, está sendo discutida uma taxa estadual de US$25 por visitante, com foco em preservação ambiental e combate a incêndios.

    Essas medidas, embora polêmicas em alguns locais, buscam uma gestão mais equilibrada do turismo, especialmente onde há grande fluxo de visitantes.

    Capítulo 5: O impacto para os viajantes e as agências

    Para o turista comum, essas taxas podem representar um acréscimo de 5% a 15% no custo total da viagem, especialmente em destinos com hospedagens de valor mais elevado. Por isso, é essencial:

    • Planejar com antecedência e verificar se há taxas locais ou nacionais

    • Consultar agências atualizadas sobre as cobranças específicas

    • Analisar se o valor agregado pela taxa compensa pela qualidade do destino e sua preservação

    Já para as agências e operadoras de turismo, essas taxas representam tanto um desafio quanto uma oportunidade. Explicar ao cliente o porquê das cobranças pode demonstrar transparência e responsabilidade. Além disso, pode ser um diferencial trabalhar com destinos que investem em sustentabilidade e infraestrutura.

    Capítulo 6: Tendências futuras e o papel da tecnologia

    O futuro das taxas de turismo está diretamente ligado a dois fatores: sustentabilidade e tecnologia. Espera-se que nos próximos anos mais países implementem taxas dinâmicas, ou seja:

    • Taxas que variam conforme a estação (alta ou baixa temporada)

    • Cobranças com base no perfil do turista ou tempo de permanência

    • Pagamentos automáticos via aplicativos e QR Codes no momento do check-in

    Além disso, plataformas de reservas e comparadores de preços já estão começando a exibir os custos de forma mais transparente, incluindo as taxas turísticas diretamente no valor final.

    Também veremos o crescimento de iniciativas como o turismo regenerativo, em que o visitante contribui ativamente para a recuperação e valorização do destino — seja por meio de taxas, doações ou participação em projetos locais.

    Conclusão

    As novas taxas no turismo mundial vieram para ficar. Elas refletem uma nova mentalidade de turismo responsável, em que visitar um destino significa também contribuir para sua manutenção e bem-estar da comunidade local.

    Para o turista consciente, isso não é um obstáculo, mas um investimento em experiências mais autênticas e sustentáveis. Para agências, é hora de atualizar os roteiros, educar os clientes e destacar o valor por trás de cada cobrança.

    O mundo está mudando — e o jeito de viajar também.

  • Viagens Rodoviárias Crescem

    Viagens Rodoviárias Crescem

    O turismo brasileiro está passando por uma transformação significativa, impulsionada pelo aumento de 33% nas viagens rodoviárias. Esse crescimento não é apenas um reflexo das mudanças nos hábitos dos viajantes, mas também uma oportunidade para empresas do setor turístico expandirem seus horizontes e atenderem a um público em busca de novas experiências.

    O Renascimento das Viagens Rodoviárias

    Após anos de restrições e incertezas, os brasileiros voltaram a explorar as estradas. O transporte rodoviário, antes visto apenas como uma alternativa econômica, tem se tornado uma escolha estratégica para muitos viajantes. Isso se deve, em parte, à ampliação de rotas, melhorias na qualidade dos serviços e maior oferta de comodidades, como ônibus com assentos reclináveis, Wi-Fi e entretenimento a bordo.

    Além disso, as viagens rodoviárias oferecem a oportunidade única de explorar destinos regionais e cidades menores, que muitas vezes estão fora do radar das grandes operadoras de turismo. Esses destinos, por sua vez, têm investido em infraestrutura e atrativos para acolher o crescente fluxo de turistas.

    Oportunidades para o Setor de Turismo

    Para empresas de turismo, como aquelas que utilizam a plataforma Moblix, o aumento das viagens rodoviárias representa uma chance de oferecer soluções inovadoras. Com ferramentas que permitem integrar o transporte rodoviário a pacotes completos de experiências, como hospedagem e ingressos para atrações, o setor pode oferecer uma experiência mais conectada e prática ao viajante.

    A integração com tecnologias como o Google Things to Do, disponível na Moblix, pode ser um diferencial para os negócios. Essa funcionalidade permite que empresas promovam suas experiências diretamente no momento em que os viajantes estão planejando suas rotas, criando uma ponte direta entre o desejo de viajar e a aquisição de serviços turísticos.

    Turismo Sustentável e Inclusivo

    Outro aspecto importante desse crescimento é a possibilidade de promover um turismo mais sustentável. Viagens rodoviárias geralmente têm uma pegada de carbono menor em comparação ao transporte aéreo, especialmente em rotas de curta distância. Além disso, tornam o turismo mais acessível, alcançando públicos que, por questões econômicas ou logísticas, têm dificuldade de viajar de avião.

    Empresas do setor também podem contribuir para o desenvolvimento de comunidades locais ao incluir atrativos regionais em seus pacotes, ampliando o impacto positivo do turismo para além dos grandes centros urbanos.

    Como a Moblix Pode Ajudar?

    A Moblix é uma parceira estratégica para empresas de turismo que desejam aproveitar essa nova onda no mercado. Com soluções que facilitam a criação de plataformas integradas, as empresas podem:

    • Oferecer pacotes que combinam transporte rodoviário e experiências personalizadas;
    • Integrar seus serviços às buscas do Google para alcançar mais clientes;
    • Automatizar processos e gerenciar reservas de forma eficiente.

    Se você é um profissional ou empreendedor do turismo, essa é a hora de expandir suas possibilidades e acompanhar essa tendência crescente. Vamos juntos transformar a forma como o Brasil viaja? Conheça a Moblix e leve seu negócio ao próximo nível!