Tag: Tecnologia no turismo

  • Como um destino inteligente pode alavancar suas vendas

    Como um destino inteligente pode alavancar suas vendas

    1. O que é um destino turístico inteligente

    Um destino turístico inteligente vai além de ter Wi-Fi gratuito ou totens digitais em pontos turísticos. Ele é um local que utiliza tecnologia, conectividade, análise de dados e sustentabilidade para melhorar a experiência do visitante, aumentar a eficiência da gestão pública e impulsionar o desenvolvimento local.

    O conceito parte da premissa de que o turismo deve ser planejado com base em informações concretas sobre o comportamento dos viajantes, capacidade de carga do destino, consumo, mobilidade e preferências. Com esses dados, é possível tomar decisões estratégicas, desenvolver produtos mais atrativos e aumentar a conversão nas vendas.

    Para agências, operadoras e empresas do setor, entender e utilizar os dados gerados por um destino inteligente é uma oportunidade real de diferenciar ofertas, segmentar campanhas e criar experiências sob medida que vendem mais.

    2. Dados que movimentam decisões e aumentam conversões

    Um destino inteligente gera e compartilha dados com seus parceiros. Esses dados podem incluir:

    • Fluxo de visitantes por origem, perfil demográfico e sazonalidade;

    • Pontos mais visitados e tempos médios de permanência;

    • Gastos médios por tipo de turista (solo, família, luxo, mochileiro etc.);

    • Avaliações e comentários mais recorrentes sobre atrativos e serviços;

    • Trilhas de navegação nos canais digitais oficiais do destino.

    Com essas informações, as agências conseguem:

    • Identificar os perfis com maior chance de conversão;

    • Ajustar campanhas para os períodos de maior demanda;

    • Oferecer produtos mais relevantes, evitando atrações com baixa avaliação;

    • Usar storytelling baseado em dados reais, o que aumenta a persuasão.

    É uma mudança de lógica: não se vende mais “o que o destino oferece”, mas sim o que os dados mostram que os turistas realmente valorizam.

    3. Como os destinos inteligentes colaboram com agências e operadoras

    Um dos diferenciais dos destinos inteligentes é a criação de plataformas colaborativas com stakeholders do turismo local, incluindo agências, hotéis, atrativos, guias e transporte.

    Essas plataformas podem fornecer:

    • Acesso a dashboards com dados de ocupação e busca;

    • API para integração com sistemas de reservas;

    • Calendário de eventos com estimativas de público;

    • Conteúdos atualizados para divulgação e marketing digital;

    • Capacitações sobre o uso estratégico de dados no turismo.

    Para as agências, isso significa menos suposições e mais previsibilidade. É possível planejar promoções com base em dados reais, evitar sobreposição de roteiros e adaptar a operação com base no comportamento do mercado.

    Essa inteligência de mercado permite reduzir desperdícios de verba publicitária, aumentar ROI e gerar mais autoridade no discurso comercial.

    4. Casos de sucesso: onde os dados impulsionaram vendas

    Alguns destinos ao redor do mundo já colhem frutos claros da transição para o modelo inteligente. Um exemplo é Valencia, na Espanha, considerada referência global em smart tourism. Lá, os dados são usados para:

    • Redirecionar o fluxo turístico e evitar superlotação em pontos centrais;

    • Melhorar a mobilidade urbana e reduzir tempo de deslocamento dos turistas;

    • Criar experiências personalizadas para diferentes perfis de viajantes;

    • Fornecer indicadores de impacto econômico e social em tempo real.

    No Brasil, cidades como Salvador, Gramado e Florianópolis já iniciaram iniciativas com uso de sensores, inteligência artificial e painéis digitais para coletar e compartilhar dados turísticos.

    Agências que se conectam a esses dados conseguem criar roteiros mais eficientes, oferecer diferenciais competitivos e atender com mais agilidade — o que naturalmente resulta em mais vendas.

    5. Como sua agência pode se beneficiar agora mesmo

    Mesmo que sua cidade ainda não tenha um projeto completo de destino inteligente, você pode buscar informações e se conectar aos dados disponíveis:

    • Monitore o Google Trends para entender buscas por destinos e atrações;

    • Use plataformas como TripAdvisor, Booking e Google Maps para coletar feedbacks e comportamentos dos visitantes;

    • Participe de redes de turismo local ou regional com foco em dados;

    • Invista em CRMs e ferramentas que te ajudem a construir sua própria base de dados sobre o perfil dos seus clientes;

    • Utilize painéis de análise como os oferecidos pela Moblix, que permitem cruzar dados de comportamento com vendas realizadas.

    A inteligência de dados não é exclusiva de governos ou grandes operadoras. Toda agência pode — e deve — começar a tomar decisões com base em informação estruturada.

    Esse é o futuro do turismo: menos achismo, mais precisão. Menos esforço, mais conversão.

  • Agência híbrida: o novo formato que une consultoria presencial e digital

    Agência híbrida: o novo formato que une consultoria presencial e digital

    1. O surgimento da agência híbrida no turismo moderno

    O setor de turismo passou por transformações radicais nos últimos anos. A ascensão da internet e a mudança no comportamento dos consumidores levaram muitas agências de viagens tradicionais a perderem espaço. No entanto, enquanto algumas desapareceram, outras se reinventaram. É nesse contexto que surge o conceito de agência híbrida, um modelo que combina a consultoria presencial com o atendimento e operação digital.

    A proposta é unir o melhor dos dois mundos: a confiança da interação humana e a agilidade da tecnologia. Clientes modernos valorizam a conveniência de resolver tudo online, mas ainda buscam suporte especializado quando precisam de orientação em decisões mais complexas. A agência híbrida atende a essa expectativa com excelência.

    Ao invés de escolher entre o físico ou o digital, a agência híbrida opera em múltiplos canais. Isso a torna mais resiliente, flexível e preparada para as exigências de um público mais informado, multiconectado e exigente.

    2. O perfil do cliente híbrido: digital por natureza, humano por escolha

    O perfil do novo consumidor de turismo é digital, mas não exclusivamente. Ele navega por sites, busca avaliações, faz simulações e compara preços antes mesmo de entrar em contato com uma agência. Ainda assim, quando encontra obstáculos — como dúvidas sobre documentos, destinos pouco conhecidos ou questões de reembolso —, ele deseja a ajuda de um profissional.

    Esse comportamento exige que a agência esteja presente em diversos pontos de contato: site, redes sociais, WhatsApp, telefone, e até mesmo em um espaço físico, ainda que enxuto. Essa presença multicanal permite criar uma jornada fluida, onde o cliente pode começar no digital e finalizar com um atendimento personalizado.

    O cliente híbrido valoriza autonomia, mas também quer acolhimento. Ao se sentir amparado por uma equipe que respeita seu tempo e suas preferências, ele tende a fechar mais negócios e se tornar um promotor da marca.

    3. Como implementar um modelo híbrido funcional e escalável

    Adotar um modelo híbrido não significa apenas ter um site e uma loja. É preciso estruturar um sistema que permita integrar todos os pontos de contato, de forma que o atendimento seja coeso, ágil e inteligente. Algumas ações essenciais incluem:

    • Ter um CRM centralizado, onde todos os dados dos clientes fiquem acessíveis para qualquer atendente, em qualquer canal.

    • Utilizar ferramentas de automação, como envio de propostas, confirmação de pagamentos e lembretes de viagem.

    • Manter um site funcional com motor de reservas, APIs integradas e formulários eficientes.

    • Capacitar a equipe para lidar com linguagem digital e atendimento remoto, via chat, videochamada ou redes sociais.

    • Investir em ambientes físicos que agreguem valor, com foco na experiência, conforto e acolhimento.

    O segredo da escalabilidade está em usar a tecnologia para reduzir retrabalho e liberar os consultores para tarefas mais estratégicas: escuta, personalização e relacionamento.

    4. Benefícios reais do modelo híbrido para agências e clientes

    Agências que adotam o modelo híbrido colhem benefícios práticos rapidamente. O primeiro é a aumento de conversão, pois o cliente tem mais oportunidades de entrar em contato e fechar negócio. Outro ganho é a redução de custo operacional, já que a automação elimina processos manuais e repetições.

    Além disso, o modelo permite atender clientes em qualquer lugar do país, ampliando o alcance da agência sem precisar abrir novas filiais. Com bons canais digitais, é possível vender para outras cidades, estados ou até países.

    O modelo híbrido também fortalece a marca. O consumidor reconhece o valor de uma agência que é tecnológica, mas sem abrir mão do atendimento humano. Isso gera confiança, autoridade e diferenciação no mercado — elementos fundamentais para fidelizar clientes e gerar indicações.

    Do ponto de vista do cliente, a experiência é mais fluida, conveniente e personalizada. Ele pode começar a busca no Instagram, simular pacotes no site, tirar dúvidas no WhatsApp e fechar o negócio pessoalmente — ou fazer tudo digitalmente, se preferir.

    5. O futuro das agências híbridas: tendências e oportunidades

    O futuro do turismo passa pelo modelo híbrido. O consumidor não vai voltar a ser 100% presencial, nem aceitar experiências digitais frias e impessoais. As agências que entenderem isso cedo estarão à frente da concorrência.

    Algumas tendências que já se destacam no modelo híbrido são:

    • Uso de chatbots com inteligência artificial para atendimentos iniciais.

    • Videoconsultorias personalizadas, com envio de roteiros em tempo real.

    • Ambientes físicos pensados como studios de experiência — onde o cliente visualiza viagens com realidade aumentada.

    • Integração com sistemas de fidelização e pagamentos digitais via carteiras virtuais.

    Com plataformas como a Moblix, a implementação desse modelo torna-se acessível até mesmo para pequenos empresários do setor. A plataforma oferece integração de APIs, CRM nativo, motor de reservas, dashboards de performance e suporte para omnichannel — tudo em uma única solução.

    Investir no formato híbrido não é apenas uma adaptação ao presente. É uma escolha estratégica para liderar o futuro do turismo, criando agências mais inteligentes, humanas e preparadas para um mercado em constante transformação.

  • Venda mais com turismo inteligente

    Venda mais com turismo inteligente

    1. O que é turismo inteligente e por que ele está revolucionando o setor?

    O termo “turismo inteligente” vai além do uso de tecnologia no atendimento. Trata-se de uma abordagem estratégica que une dados, automação, personalização e sustentabilidade para melhorar toda a jornada do viajante — desde o momento da busca até o pós-venda.

    Em vez de atuar de forma genérica, agências que adotam essa visão passam a oferecer experiências mais conectadas, personalizadas e previsíveis. Isso impacta diretamente na fidelização do cliente e, consequentemente, no aumento das vendas. Imagine saber qual é o melhor momento para sugerir uma nova viagem ou entender o comportamento de compra de um cliente só com base em interações anteriores. Isso é turismo inteligente na prática.

    A boa notícia? Isso já está ao alcance de qualquer agência com acesso às ferramentas certas.

    2. Dados e automação: os dois pilares que aumentam sua eficiência

    Agências que operam com dados têm acesso a um tesouro escondido. Saber quais destinos são mais procurados por cada faixa etária, identificar padrões de compra por estação ou entender qual canal gera mais conversões são informações valiosas — e monetizáveis.

    A automação entra como força operacional. Enviar e-mails automáticos com sugestões personalizadas, lembrar clientes de renovar vistos, oferecer upgrades antes da viagem… Tudo isso pode ser feito sem intervenção manual.

    Com a plataforma certa, é possível integrar CRM, motores de reservas, APIs de voos e hotéis, e até métodos de pagamento com parcelamento inteligente. O resultado? Economia de tempo e aumento de conversão.

    3. Personalização: como transformar dados em experiências memoráveis

    Turismo inteligente também significa entender que cada cliente é único. A personalização vai além de chamar o cliente pelo nome no e-mail — trata-se de oferecer o destino certo, no momento ideal, com argumentos que ressoem com os desejos daquele viajante.

    Com base em dados de comportamento e preferências, a agência pode montar roteiros personalizados, sugerir experiências locais e até indicar o melhor assento no avião ou tipo de acomodação. Esse nível de cuidado gera um efeito emocional poderoso, que se traduz em avaliações positivas, recomendações e recorrência.

    O cliente sente que está sendo atendido, não apenas vendido.

    4. Canais digitais: por que sua agência precisa estar onde o cliente está

    O consumidor mudou. Ele pesquisa no celular, compara preços no desktop, tira dúvidas no WhatsApp e fecha negócios no Instagram. Se a sua agência não está presente em todos esses canais — ou, pior, está, mas não responde —, está perdendo vendas.

    Adotar uma estrutura omnichannel, com integração de todos os canais em uma única visão de atendimento e marketing, é uma das chaves do turismo inteligente. Além disso, ferramentas como chatbots com IA, formulários interativos e motores de reserva integrados no site ajudam a manter a jornada fluida e sem atritos.

    Mais presença digital significa mais leads, mais oportunidades e mais conversões.

    5. Resultados reais: como dobrar vendas com estratégias aplicadas

    Agências que aplicaram os princípios do turismo inteligente relataram aumentos reais de receita. Em muitos casos, o ticket médio subiu entre 20% e 30% apenas com personalização. Outras viram redução de até 40% no tempo gasto por reserva com automações bem configuradas.

    Plataformas como a Moblix são construídas pensando nesse cenário: integração de APIs, CRM nativo, motores de reserva otimizados, controle financeiro, relatórios e dashboards inteligentes — tudo com o objetivo de empoderar a agência para atuar com inteligência, e não com esforço.

    Mais importante do que dobrar vendas é criar uma operação saudável, previsível e escalável. O turismo inteligente é o caminho para isso.

  • Como usar inteligência artificial para criar pacotes de viagem

    Como usar inteligência artificial para criar pacotes de viagem

    Personalização é o novo padrão

    Nos últimos anos, a expectativa do consumidor mudou drasticamente. Hoje, ele quer sentir que a experiência foi feita para ele — e isso vale para o turismo. Não basta oferecer um pacote genérico para “Europa em 10 dias”. O cliente quer um roteiro que combine com seu estilo de viagem, suas preferências de hospedagem, seus interesses culturais ou gastronômicos.

    É aqui que entra a inteligência artificial. Mais do que uma tendência, ela se tornou uma ferramenta concreta para transformar o atendimento e a criação de produtos turísticos. Com IA, é possível entender padrões de comportamento, identificar desejos ocultos e oferecer sugestões altamente personalizadas com base em dados reais.

    Para as agências, isso significa oferecer mais valor, fechar mais vendas e fidelizar mais clientes.

    Como a IA entende o perfil do viajante

    A base da IA está nos dados. Cada clique, busca, interação ou compra gera um rastro de informação que, quando bem analisado, revela muito sobre o que o cliente quer — às vezes antes mesmo que ele saiba.

    Imagine um visitante que acessa o site da sua agência e passa mais tempo vendo pacotes com natureza, experiências locais e hospedagens simples. Ao mesmo tempo, ele ignora ofertas de resorts, passagens de executiva e roteiros tradicionais. A IA cruza esses dados com outros usuários semelhantes e começa a identificar um padrão: esse cliente provavelmente é do tipo “viajante explorador”.

    Com esse perfil em mãos, a plataforma pode sugerir automaticamente pacotes que tenham a ver com esse estilo: trilhas na Patagônia, retiros na Chapada dos Veadeiros, hostels boutique em vilarejos europeus. A chance de conversão aumenta — porque a oferta conversa com o desejo.

    IA para montar roteiros em tempo real

    Outra aplicação poderosa da IA é a montagem dinâmica de pacotes. Ao invés de mostrar pacotes prontos, a agência pode permitir que o cliente monte seu roteiro — e a IA sugere complementos inteligentes com base nas escolhas.

    Se ele escolheu Paris, o sistema pode sugerir Bruges, Lyon ou Amsterdã como extensões. Se ele selecionou um hotel romântico, pode oferecer passeios de balão, jantares especiais ou city tours privativos.

    Essas sugestões podem ser exibidas em tempo real no carrinho, em popups personalizados ou até por e-mail após a visita ao site.

    Com isso, a agência não só melhora a experiência do cliente como aumenta o ticket médio com vendas adicionais.

    Integrações que viabilizam a IA

    Para aplicar IA de forma eficiente, sua agência precisa de ferramentas que conversem entre si. O ideal é ter um ecossistema digital conectado: site, CRM, sistema de reservas, e-mail marketing e automações.

    Plataformas como a Moblix já oferecem esse tipo de estrutura. Com ela, é possível conectar o comportamento do cliente no site às ações de marketing, acompanhar quais pacotes ele visualizou e automatizar ofertas com base em inteligência.

    Além disso, soluções com IA nativa (ou conectáveis a APIs de IA) permitem que você configure fluxos como:

    • Sugerir destinos com base no histórico de viagens.

    • Enviar recomendações baseadas no clima da semana ou promoções relâmpago.

    • Adaptar a linguagem da oferta de acordo com o perfil de comportamento (mais técnica, mais emocional ou mais direta).

    Esse nível de personalização, que seria impossível de executar manualmente, passa a ser escalável com a ajuda da inteligência artificial.

    Mais vendas, menos retrabalho

    Ao aplicar IA na criação de pacotes personalizados, sua agência resolve dois grandes problemas: aumenta a conversão e reduz o retrabalho. Isso porque o cliente já recebe ofertas mais aderentes, precisa de menos ajustes e se sente mais seguro para concluir a compra.

    O tempo gasto com idas e vindas de orçamentos também diminui. A IA pode oferecer uma primeira versão altamente precisa do que o cliente deseja, e o agente só precisa ajustar detalhes — como datas, voos ou atividades específicas.

    No longo prazo, essa agilidade gera mais produtividade, melhores resultados e um posicionamento diferenciado no mercado. Enquanto muitas agências ainda trabalham com planilhas e respostas padrão, sua operação se transforma em uma plataforma viva, que aprende e evolui com cada interação.

    A personalização deixou de ser luxo. Com IA, ela é escala. E no turismo, onde vender é tocar sonhos, entregar o pacote certo para a pessoa certa é o que constrói marcas fortes e memoráveis.

  • Ferramentas indispensáveis para agências de viagem em 2025

    Ferramentas indispensáveis para agências de viagem em 2025

    O novo perfil das agências de viagem

    O mercado do turismo passou por uma transformação profunda nos últimos anos, e 2025 marca um novo estágio: agências de viagem que desejam crescer precisam operar como verdadeiras empresas digitais. A digitalização não é mais uma opção, mas uma exigência do mercado e dos consumidores. Isso inclui desde a forma como o cliente é atendido, até como produtos são ofertados e relatórios gerenciais são extraídos.

    Com a popularização de plataformas self-service, reservas online e redes sociais, o consumidor exige agilidade, personalização e transparência. O papel da agência se deslocou de intermediário para consultor de experiências. Nesse novo cenário, ferramentas tecnológicas não apenas ajudam a escalar as operações, mas se tornam o diferencial competitivo.

    CRM e automação de atendimento

    Gerenciar o relacionamento com o cliente é fundamental. Um bom CRM (Customer Relationship Management) permite acompanhar o ciclo completo do cliente, desde o primeiro contato até o pós-venda. Em 2025, ferramentas como HubSpot, Pipedrive e plataformas especializadas como a Moblix vêm ganhando espaço entre as agências.

    O CRM permite registrar interações, agendar follow-ups, automatizar e-mails, qualificar leads e organizar oportunidades. Além disso, a automação de atendimento com uso de chatbots e workflows reduz o tempo de resposta e garante um atendimento 24/7. Isso é essencial para não perder vendas e melhorar a experiência do cliente.

    Ferramentas como o WhatsApp Business API, integradas a CRMs, permitem o disparo automatizado de mensagens, atualização de status de pedidos e interações personalizadas. Tudo isso melhora a conversão e reduz a carga operacional.

    Plataformas de gestão de produtos turísticos

    Ter um catálogo digitalizado é essencial. Plataformas como a Moblix permitem que a agência cadastre produtos próprios, como pacotes, passeios, roteiros personalizados, bem como produtos de terceiros. Isso cria um portfólio visual e de fácil distribuição.

    Outro ponto crucial é a emissão de passagens, hospedagens e serviços integrados. Sistemas com integrações com GDS (Global Distribution Systems), como Amadeus ou Sabre, permitem acessar tarifas exclusivas e aumentar o leque de opções para o cliente.

    Uma plataforma robusta também permite criar landing pages de produtos, gerar links de pagamento, aplicar cupons de desconto e acompanhar em tempo real as vendas por produto, canal ou responsável. Isso profissionaliza a operação da agência e gera mais confiabilidade.

    Marketing digital e análise de desempenho

    Em 2025, não basta ter bons serviços: é preciso sabê-los divulgar. Ferramentas de marketing digital são indispensáveis para gerar tráfego, captar leads e fidelizar clientes. Plataformas como RD Station, Mailchimp e Mautic ajudam a estruturar campanhas de e-mail, automações de nutrição e segmentação de público.

    As redes sociais também demandam organização. Ferramentas como Meta Business Suite e Buffer ajudam a agendar posts, responder comentários e analisar alcance. Já o Google Analytics 4 e o Pixel do Facebook permitem medir conversões, entender o comportamento do usuário no site e otimizar campanhas.

    Outro recurso em alta são os painéis de BI (Business Intelligence), que permitem acompanhar indicadores como ticket médio, volume de reservas, canais de venda e performance individual. Softwares como Power BI ou Looker Studio facilitam essa visualização em tempo real.

    Financeiro, produtividade e IA

    O controle financeiro é o pilar da saúde de qualquer agência. Ferramentas como Conta Azul, Nibo e Omie oferecem gestão integrada de contas a pagar, emitir NFS-e, conciliação bancária e relatórios de fluxo de caixa. Já o Moblix, como solução especializada para turismo, traz relatórios focados em produtos, vendas e comissões.

    Para produtividade, ferramentas como Trello, Asana ou Notion organizam tarefas, projetos e fluxos de atendimento. Isso aumenta a eficiência e evita perda de demandas.

    Por fim, a Inteligência Artificial se consolida como um grande diferencial competitivo. Aplicativos como ChatGPT, Midjourney e automações com IA permitem criar conteúdo, responder clientes, gerar propostas e analisar dados com agilidade. As agências que souberem integrar IA em suas rotinas sairão na frente.

    Em resumo, as agências de viagem em 2025 não precisam ser grandes para serem eficientes. Com as ferramentas certas, qualquer empreendedor pode operar com um nível profissional, otimizar tempo, aumentar vendas e encantar seus clientes.

  • Tecnologia transforma a experiência turística em 2025

    Tecnologia transforma a experiência turística em 2025

    Uma nova era para o turismo digital

    O ano de 2025 marca uma virada definitiva na relação entre tecnologia e turismo. Desde a escolha do destino até o pós-viagem, a jornada do viajante está cada vez mais integrada a soluções tecnológicas que promovem conveniência, personalização e eficiência.

    Ferramentas como inteligência artificial, realidade aumentada, big data e automação estão revolucionando o modo como as pessoas descobrem, planejam, compram e vivem suas experiências de viagem. Plataformas como a Moblix se destacam ao permitir que agências e empreendedores turísticos ofereçam serviços inteligentes, otimizados e conectados a diversos canais digitais.

    Inteligência artificial no centro da jornada

    A IA é a grande protagonista do turismo em 2025. Com ela, é possível oferecer recomendações personalizadas com base no comportamento do usuário, prever interesses antes mesmo do viajante procurar, e até mesmo automatizar vendas e atendimento 24 horas por dia.

    Assistentes virtuais guiam turistas desde o momento da compra até sugestões durante a viagem. Agências que usam IA podem criar pacotes sob medida em segundos, aumentando taxas de conversão e reduzindo custos operacionais.

    A IA também colabora com tradução simultânea, roteiros dinâmicos e categorização automática de experiências com base no perfil do consumidor.

    Experiências imersivas com realidade aumentada

    A realidade aumentada (AR) vem se consolidando como diferencial em experiências turísticas. Em 2025, turistas podem apontar o celular para monumentos, paisagens ou obras históricas e receber em tempo real informações interativas, vídeos explicativos e conteúdos em múltiplos idiomas.

    Museus, parques temáticos e centros históricos usam AR para ampliar o valor da visita, tornando a experiência mais educativa, envolvente e divertida. A tecnologia também permite ensaiar viagens com visualizações imersivas antes da compra.

    Empresas do setor, como startups de turismo ou plataformas como a Moblix, já trabalham com integração de AR em suas vitrines e catálogos digitais.

     Dados e automação como motores do crescimento

    O uso de big data e automação permite que agências turísticas sejam mais estratégicas e competitivas. A análise de dados de comportamento, sazonalidade e demanda ajuda na criação de campanhas assertivas, promoções direcionadas e melhor aproveitamento de inventário.

    Soluções integradas automatizam emissões de passagens, confirmação de hospedagens, lembretes de documentos e até feedbacks pós-viagem. Isso reduz retrabalho e melhora a experiência do cliente.

    Em 2025, plataformas que automatizam o processo de venda e gestão turística, como a Moblix, são essenciais para quem deseja escalar sua operação sem perder qualidade no atendimento.

    Oportunidades para agências e empreendedores

    A adoção de tecnologia no turismo não é mais uma opção — é um requisito competitivo. Quem não digitalizar sua operação tende a ficar para trás. O novo perfil de turista exige velocidade, personalização e conveniência, e só a tecnologia pode oferecer isso em escala.

    Para agências, operadoras e fornecedores turísticos, 2025 é o ano de modernizar processos, digitalizar produtos e aproveitar a inteligência artificial para crescer com menos esforço e mais resultado.

    A Moblix, como plataforma de gestão e vendas com IA integrada, torna essa transformação acessível para qualquer profissional do turismo — do iniciante ao enterprise.

  • O Que Mudou no Viajante de 2025

    O Que Mudou no Viajante de 2025

    Em um mundo onde a tecnologia dita o ritmo e as experiências personalizadas são prioridade, o perfil do viajante em 2025 já não é o mesmo de alguns anos atrás. As agências que desejam se manter competitivas precisam acompanhar essa transformação de perto. Neste artigo, você vai entender como o comportamento dos viajantes mudou – e o que sua agência pode (e deve) fazer agora mesmo.

    1. O viajante está mais exigente – e bem informado

    Em 2025, os consumidores pesquisam tudo antes de viajar. Eles comparam preços, buscam avaliações, assistem a vídeos de experiências reais e leem conteúdos em blogs e redes sociais.
    A decisão de compra não é mais rápida ou impulsiva. O novo viajante quer segurança, personalização e conveniência, tudo em uma experiência só.

    O que sua agência deve fazer:
    Invista em conteúdo educativo e informativo. Mostre autoridade e crie confiança com seus seguidores. Mais do que vender, é preciso orientar.

    2. Experiências personalizadas são prioridade

    Viagens genéricas perderam espaço. O viajante de 2025 busca experiências que façam sentido com sua identidade, estilo de vida e objetivos. Ele quer explorar lugares autênticos, vivenciar a cultura local e evitar os pacotes “engessados”.

    O que sua agência deve fazer:
    Use os dados do seu cliente a favor. Crie filtros, perguntas estratégicas e segmentações para entregar ofertas realmente relevantes. Plataformas como a Moblix te ajudam a organizar isso com inteligência.

    3. A jornada de compra é cada vez mais digital (e automatizada)

    Hoje, o viajante espera respostas rápidas, opções disponíveis em tempo real e um atendimento fluido – especialmente pelo WhatsApp, redes sociais e e-mail. A paciência para esperar um orçamento por dias já não existe.

    O que sua agência deve fazer:
    Invista em automações e chatbots inteligentes. Automatize as etapas que não precisam de interação humana, e mantenha o atendimento humanizado nos momentos-chave. A Moblix já te oferece esse equilíbrio.

    4. Confiança e segurança viraram pré-requisitos

    Golpes, fraudes e problemas com reservas online tornaram o cliente mais cuidadoso. Em 2025, o viajante quer garantir que está comprando de uma agência confiável, com suporte real e soluções rápidas.

    O que sua agência deve fazer:
    Reforce sua autoridade e reputação online. Mostre depoimentos, avaliações e cases reais. Utilize recursos como o Moblix Protect Fraud para proteger transações e oferecer mais tranquilidade ao cliente.

    5. Viagens conscientes e com propósito estão em alta

    Mais do que turismo, as pessoas querem vivências com impacto: social, ambiental ou pessoal. Há um crescimento visível na busca por destinos sustentáveis, roteiros voluntários ou retiros de autoconhecimento.

    O que sua agência deve fazer:
    Traga opções diferentes no seu portfólio. Aposte em nichos e tendências que conectem o viajante com valores e causas. Isso fortalece o relacionamento e aumenta a fidelização.

    Conclusão

    O viajante de 2025 é digital, consciente e muito mais criterioso. As agências que desejam se manter relevantes precisam ir além da venda: é preciso informar, automatizar, proteger e encantar.

    Adaptar-se a essas mudanças não é mais uma escolha, é uma necessidade. E com a tecnologia certa, como a da Moblix, sua agência pode transformar esses desafios em grandes oportunidades.

  • Como Fidelizar Clientes no Turismo

    Como Fidelizar Clientes no Turismo

    A importância da fidelização no setor de turismo

    Fidelizar clientes no turismo é mais do que garantir uma nova venda — é construir uma base sólida de viajantes recorrentes que confiam na sua agência. Um cliente satisfeito não apenas volta, mas também recomenda seus serviços para amigos e familiares. Em um mercado competitivo, onde o custo de aquisição de novos clientes é cada vez maior, manter os atuais é essencial para a sustentabilidade e crescimento da sua agência.

    Atendimento personalizado faz toda a diferença

    Entender o perfil e as preferências de cada cliente é o primeiro passo para criar experiências memoráveis. Use dados das viagens anteriores para oferecer pacotes que realmente façam sentido para aquela pessoa. Um cliente que ama natureza provavelmente vai se interessar por ecoturismo, enquanto outro que adora luxo pode preferir resorts exclusivos. A personalização demonstra cuidado e reforça o vínculo com sua marca.

    Comunicação contínua e de valor

    Não fale com o seu cliente só quando quiser vender. Envie conteúdos relevantes como dicas de viagem, tendências de destinos ou atualizações sobre documentos e seguros. Mantenha a sua marca presente de forma útil no dia a dia do cliente. Isso constrói uma relação de confiança e posiciona sua agência como uma referência no assunto.

    Programas de fidelidade e benefícios exclusivos

    Premiar quem compra com você é uma ótima forma de manter os clientes engajados. Ofereça descontos, upgrades, acesso antecipado a promoções ou até um sistema de pontos que possa ser trocado por serviços. Um bom programa de fidelidade não só incentiva novas compras, mas também cria um sentimento de pertencimento à sua comunidade de viajantes.

    Use a tecnologia a seu favor

    Plataformas como a Moblix ajudam sua agência a manter um histórico detalhado de cada cliente, automatizar envios de e-mails personalizados, oferecer suporte inteligente via IA e criar campanhas específicas para públicos segmentados. Com as ferramentas certas, fidelizar deixa de ser uma tarefa manual e vira uma estratégia escalável e eficaz.