Tag: políticas de viagem

  • Como lidar com a retomada do turismo corporativo pós-COVID

    Como lidar com a retomada do turismo corporativo pós-COVID

    1. O novo cenário das viagens corporativas após a pandemia

    A pandemia da COVID-19 provocou a maior interrupção da história nas viagens corporativas. Durante mais de dois anos, eventos presenciais, reuniões internacionais e deslocamentos de negócios foram substituídos por videoconferências, plataformas digitais e modelos híbridos.

    No entanto, a retomada está em curso. Em 2025, o turismo corporativo volta a crescer, mas com características diferentes do período pré-pandêmico. As empresas estão mais criteriosas, o orçamento mais controlado e o foco passou a ser eficiência, segurança e propósito.

    Agências e gestores que atuam com viagens corporativas precisam entender esse novo perfil para se adaptarem e entregarem soluções inteligentes, flexíveis e de valor agregado. A retomada não é um retorno ao antigo normal — é a consolidação de uma nova lógica de mobilidade profissional.

    2. Quais são as novas exigências das empresas

    As empresas não querem apenas preço ou comodidade. Elas buscam controle, rastreabilidade e ROI (retorno sobre investimento) em cada viagem. Isso exige soluções integradas que ofereçam:

    • Políticas de viagem personalizáveis, com aprovação e compliance automatizados;

    • Sistemas de reserva centralizados, com APIs de voos, hotéis e serviços;

    • Relatórios em tempo real sobre gastos, cancelamentos, economia e desempenho;

    • Assistência 24/7 para emergências, atrasos e imprevistos;

    • Flexibilidade para reagendar ou cancelar sem multas abusivas.

    Além disso, a preocupação com bem-estar do colaborador ganhou força. Empresas passaram a avaliar aspectos como conforto, segurança sanitária, logística e equilíbrio entre vida pessoal e trabalho.

    Agências e consolidadoras que oferecem uma solução completa, com apoio humano e automação inteligente, saem na frente.

    3. Estratégias para adaptar sua agência à nova demanda

    Para atender ao turismo corporativo atual, sua agência precisa evoluir de operadora para parceira estratégica de mobilidade empresarial. Algumas ações fundamentais:

    • Oferecer plataformas com controle de políticas por centro de custo, colaborador e tipo de viagem;

    • Integrar sistemas de aprovação e relatórios com o financeiro da empresa-cliente;

    • Treinar sua equipe para atendimento consultivo e resolução de imprevistos corporativos;

    • Usar dashboards que demonstrem economia, redução de riscos e compliance;

    • Oferecer experiências de viagem otimizadas, com check-in facilitado, escolha de assentos, antecipação e upgrades inteligentes.

    Com isso, sua agência passa a entregar não apenas passagens e hospedagem, mas sim eficiência operacional e resultados mensuráveis para a empresa contratante.

    4. Flexibilidade e segurança como diferenciais obrigatórios

    Duas palavras definem a exigência atual no turismo corporativo: flexibilidade e segurança. A pandemia ensinou que imprevistos podem acontecer a qualquer momento, e que o custo da rigidez é alto — tanto financeiramente quanto em confiança.

    Por isso, priorize:

    • Produtos com política de alteração facilitada;

    • Hotéis e cias aéreas com protocolos confiáveis e políticas adaptáveis;

    • Coberturas de seguro mais amplas, incluindo assistência médica, bagagem e suporte remoto;

    • Monitoramento proativo dos voos, rotas, restrições sanitárias e alertas globais.

    Esses elementos deixam o cliente mais confortável e reduzem o estresse das viagens. Além disso, posicionam sua agência como um fornecedor confiável, mesmo em momentos de instabilidade.

    5. Use a tecnologia a seu favor na retomada

    A retomada das viagens corporativas pós-COVID é marcada pela exigência por dados e automação. Ferramentas como Moblix, por exemplo, permitem que agências criem:

    • Plataformas personalizadas para empresas, com login individual, relatórios gerenciais e integração com ERPs;

    • Reservas com múltiplos níveis de aprovação, por tipo de gasto, local ou tempo de antecedência;

    • Relatórios automatizados com indicadores de desempenho por colaborador, setor ou viagem;

    • Automação de prestação de contas e integração com cartões corporativos e contas digitais.

    Esses recursos garantem visibilidade total das despesas, melhor controle de budget e mais transparência na operação — fatores que os gestores valorizam profundamente na retomada.

    Ao unir tecnologia, atendimento consultivo e produtos adequados, sua agência estará preparada não apenas para sobreviver à retomada, mas para crescer e consolidar-se como referência no turismo corporativo do futuro.

  • O segredo das agências que vendem viagens B2B com ROI comprovado

    O segredo das agências que vendem viagens B2B com ROI comprovado

    1. B2B no turismo: um mercado em plena expansão

    O mercado de turismo B2B (business to business) deixou de ser uma oportunidade complementar para se tornar uma estratégia central para muitas agências de viagens. Ao atender empresas que precisam organizar viagens corporativas, eventos, feiras ou incentivos, as agências passam a atuar com contratos mais estáveis, maior previsibilidade e volume constante de demanda.

    Nesse modelo, o foco está na eficiência, no custo-benefício e na confiabilidade. Diferentemente do B2C, onde o cliente final compra uma experiência, no B2B a venda é racional, orientada por métricas claras e impacto direto nos resultados da empresa contratante.

    Agências que dominam esse segmento não apenas conquistam clientes corporativos, mas também conseguem apresentar retorno sobre investimento (ROI) de forma concreta, mostrando que suas soluções economizam tempo, reduzem erros e geram mais valor ao contratante.

    2. O diferencial das agências que geram ROI real

    As agências que se destacam no B2B entendem que não vendem apenas passagens e hospedagens, mas sim gestão inteligente de mobilidade corporativa. Elas não competem por preço, mas por eficiência e inteligência operacional.

    Entre os principais diferenciais dessas agências, estão:

    • Centralização das reservas em um único sistema, com relatórios automatizados e integrações contábeis.

    • Políticas de viagem personalizadas, alinhadas com o perfil e os limites de cada colaborador da empresa.

    • Controle de despesas em tempo real, com dashboards acessíveis para os gestores.

    • Atendimento corporativo 24/7, com suporte imediato para imprevistos e emergências.

    • Relatórios de economia comparativa, mostrando quanto foi economizado em relação a reservas autônomas.

    Essas práticas permitem que o contratante visualize com clareza como a agência contribui para a otimização do orçamento de viagens, o que facilita a renovação de contratos e a expansão da parceria.

    3. Tecnologias que potencializam a performance B2B

    Não é possível entregar ROI no turismo corporativo sem tecnologia. Agências B2B de alta performance operam com plataformas que integram APIs de voos, hotéis, seguros e locadoras em tempo real. Isso elimina intermediários desnecessários, reduz falhas e aumenta a velocidade do atendimento.

    O uso de CRMs integrados, ferramentas de automação de propostas, motores de reserva com precificação dinâmica e dashboards de acompanhamento de KPIs é obrigatório para quem deseja escalar nesse nicho.

    Outro ponto fundamental é a integração com sistemas internos das empresas clientes, como ERPs e plataformas de reembolso. Isso permite uma jornada mais fluida e reduz o trabalho administrativo pós-viagem — algo altamente valorizado por departamentos financeiros e de RH.

    Com plataformas como a Moblix, a agência pode operar toda sua gestão B2B com poucos cliques, garantindo rastreabilidade, relatórios gerenciais e controle de processos em tempo real.

    4. Estratégias comerciais para atrair e fidelizar empresas

    No turismo B2B, o processo de aquisição de clientes exige uma abordagem diferente. Não basta impulsionar anúncios para o público em geral — é preciso construir relacionamento, gerar confiança e provar valor desde o primeiro contato.

    Algumas estratégias eficazes incluem:

    • Prospecção ativa com propostas personalizadas para empresas-alvo.

    • Demonstrações de plataforma com simulações de uso e benefícios reais.

    • Estudos de caso e provas de economia com dados concretos de outros clientes.

    • Eventos corporativos e webinars para mostrar autoridade e educar o mercado.

    • Contrato com SLA claro, onde são definidas responsabilidades, prazos e indicadores de sucesso.

    A fidelização vem com o tempo, mas se inicia com um onboarding bem estruturado, onde a empresa sente que ganhou um parceiro estratégico e não apenas um fornecedor de passagens. O acompanhamento recorrente, os relatórios periódicos e a escuta ativa são o que garantem a longevidade dessas contas.

    5. Como medir e apresentar o ROI de forma profissional

    Para comprovar o ROI em turismo B2B, é preciso apresentar dados organizados, objetivos e contextualizados. Agências bem-sucedidas costumam montar dashboards trimestrais ou mensais com indicadores como:

    • Valor médio por reserva antes e depois da centralização.

    • Tempo médio de resposta e emissão de bilhetes.

    • Índice de satisfação dos colaboradores que viajam.

    • Redução percentual de extravios, erros ou custos ocultos.

    • Economia gerada com reservas antecipadas e otimizações.

    Esses relatórios devem ser acompanhados de insights e sugestões de melhoria, transformando a agência em uma verdadeira consultoria de viagens corporativas. É nesse nível de entrega que o ROI deixa de ser um argumento comercial e passa a ser um instrumento de retenção de contratos e crescimento orgânico.