Tag: Marketing para agências

  • Redes Sociais que Vendem Viagens

    Redes Sociais que Vendem Viagens

    1. Redes Sociais que Vendem Viagens

    As redes sociais deixaram de ser apenas canais de entretenimento para se tornarem verdadeiras vitrines de vendas — e no turismo, isso é ainda mais poderoso. Imagens inspiradoras, vídeos curtos e depoimentos reais fazem com que o desejo por viajar seja despertado em segundos. No entanto, não basta apenas postar uma bela foto: é necessário estratégia para transformar curtidas em negócios.

    Agências que usam bem as redes sociais conseguem não apenas atrair mais atenção, mas também criar conexão com o público, gerar autoridade e converter seguidores em clientes reais. Entender como as redes funcionam, quais conteúdos geram mais engajamento e como criar chamadas eficazes é essencial para que o investimento de tempo traga retorno financeiro.

    2. Redes Sociais que Vendem Viagens

    Para começar, é fundamental escolher os canais certos. Instagram e Facebook ainda são os mais usados por quem busca pacotes de viagem, mas o TikTok tem crescido rapidamente, principalmente entre o público jovem. YouTube também é excelente para vídeos mais longos com roteiros completos e vlogs de experiências reais.

    Em todas essas plataformas, o segredo está na consistência e na autenticidade. Mostrar o dia a dia da agência, bastidores das montagens de pacotes, depoimentos de clientes e dicas rápidas de viagem são formas de criar valor. As pessoas confiam mais em quem aparece com frequência, e a confiança é o primeiro passo para a venda.

    Adapte o conteúdo ao canal: no Instagram, use stories, reels e carrosséis. No Facebook, aproveite os grupos e as lives. No TikTok, aposte em vídeos curtos e dinâmicos. No YouTube, invista em conteúdo mais aprofundado. A presença multicanal pode ser um diferencial competitivo se for bem gerida.

    3. Redes Sociais que Vendem Viagens

    O tipo de conteúdo publicado faz toda a diferença no processo de vendas. Conteúdo que apenas informa tem menos impacto do que aquele que inspira. Mostre experiências reais, paisagens incríveis, curiosidades dos destinos e, principalmente, histórias de clientes felizes. As pessoas compram quando se enxergam naquela situação.

    Use legendas estratégicas com frases que ativem o desejo: “Imagine você aqui…”, “Esse destino pode ser seu próximo embarque”, “Promoção imperdível por tempo limitado”. Combine imagens de qualidade com chamadas de ação (CTAs) claras, como “Chame no WhatsApp”, “Peça seu orçamento”, ou “Clique no link da bio”.

    O visual precisa seguir uma identidade padrão. Cores, fontes e estilo das imagens devem criar unidade na comunicação. Isso facilita o reconhecimento da marca e fortalece a presença digital da agência. Quando o cliente reconhece seus posts sem precisar ler o nome, você está no caminho certo.

    4. Redes Sociais que Vendem Viagens

    Outro fator essencial para vender mais pelas redes é o engajamento com o público. Curtir comentários, responder mensagens com atenção, repostar clientes que marcam a agência e criar enquetes e caixas de perguntas aumentam a interação. Quanto mais engajamento, maior o alcance dos seus posts — e mais chances de conversão.

    Crie rotinas de relacionamento. Por exemplo, toda segunda-feira pode ser o “roteiro da semana”, quarta-feira um quiz de destinos, sexta-feira uma oferta especial. Isso cria expectativa e hábito nos seguidores, que começam a acompanhar o conteúdo de forma mais ativa.

    Além disso, é possível usar anúncios pagos para impulsionar os melhores conteúdos. Campanhas de tráfego para o WhatsApp ou mensagens diretas funcionam muito bem no turismo. Invista primeiro nas postagens que já deram certo organicamente, depois transforme-as em campanhas pagas com segmentação específica.

    5. Redes Sociais que Vendem Viagens

    Por fim, acompanhe os resultados. Analise métricas como alcance, cliques, curtidas, mensagens e vendas geradas. Ferramentas como Meta Business Suite, Instagram Insights e Google Analytics podem ajudar a identificar o que funciona melhor. Com esses dados, ajuste o conteúdo e a abordagem para aumentar a eficiência.

    Monitore também os comentários e feedbacks. Muitas vendas são perdidas por demora no atendimento ou falta de clareza nas respostas. Responda rapidamente, com simpatia e segurança. O tempo entre o interesse e a resposta pode ser o fator decisivo para o fechamento.

    E lembre-se: as redes sociais não são apenas para vender, mas para construir relacionamento. Quando o cliente sente que a agência entende seus desejos e se importa com sua experiência, ele volta — e indica. Isso transforma redes sociais em canais duradouros de geração de receita.

    Conclusão

    Redes sociais que vendem viagens não são aquelas com mais curtidas, mas sim as que sabem inspirar, conectar e conduzir o cliente até a decisão. Com estratégia, consistência e presença autêntica, sua agência pode transformar cada postagem em uma oportunidade real de venda.

    O futuro do turismo está no digital — e quem domina a arte de se comunicar nas redes sai na frente. Use as ferramentas a seu favor e veja sua presença online se converter em reservas confirmadas.

  • Melhore a Conversão dos Seus Pacotes

    Melhore a Conversão dos Seus Pacotes

    1. Melhore a Conversão dos Seus Pacotes

    Muitos agentes de viagem conseguem atrair interessados nos pacotes que oferecem, mas enfrentam dificuldades na hora de fechar a venda. Isso acontece porque converter um cliente exige mais do que apresentar preços e destinos: é preciso saber vender experiências, gerar confiança e remover obstáculos que impedem a decisão.

    Melhorar a taxa de conversão dos seus pacotes é uma tarefa estratégica. Significa transformar uma oferta comum em uma solução irresistível. Não se trata de baixar preços, mas de mostrar valor. O cliente precisa sentir que está fazendo um excelente negócio e que será bem atendido do início ao fim. Esse sentimento pode ser despertado com ajustes simples na forma como os pacotes são apresentados e negociados.

    2. Melhore a Conversão dos Seus Pacotes

    O primeiro passo é organizar a apresentação dos pacotes de maneira clara, visual e envolvente. Evite enviar apenas uma tabela fria com datas e valores. Construa propostas que encantem: inclua imagens de qualidade, breves descrições dos pontos altos do roteiro, diferenciais do pacote e o que está incluso (e o que não está). Utilize ferramentas simples como PDF interativo ou apresentações em link.

    Personalização é um ponto-chave. Ao invés de mandar a mesma proposta para todos, adapte conforme o perfil do cliente. Se é uma família, destaque atividades infantis. Se é um casal, valorize momentos românticos. Essa abordagem mostra atenção e cuidado, o que aumenta a percepção de valor e confiança.

    Também é importante usar uma linguagem que desperte emoção. Não diga apenas “hotel com café da manhã”, diga “acorde com vista para o mar e um café delicioso já incluso”. O cliente precisa se imaginar vivendo aquela experiência — e isso começa no jeito como você comunica o pacote.

    3. Melhore a Conversão dos Seus Pacotes

    Outro ponto essencial é o timing do atendimento. O tempo entre o interesse do cliente e o envio da proposta influencia diretamente na taxa de conversão. Quanto mais rápido você responde, maiores as chances de fechamento. Utilize mensagens automáticas, modelos prontos e sistemas de CRM para agilizar esse processo.

    Depois de enviar a proposta, faça follow-up inteligente. Não cobre com frases como “Vai fechar?”, mas envie mensagens que agregam valor: “Você chegou a ver essa oportunidade com aéreo incluso?”, ou “Saiu uma nova tarifa, quer que eu verifique para você?”. Isso mostra proatividade e ajuda a manter o interesse vivo.

    Oferecer formas facilitadas de pagamento também ajuda. Mostre as opções desde o primeiro contato: parcelamento, entrada + saldo, boleto ou Pix. Quanto mais fácil for o fechamento, mais próximo o cliente estará da decisão.

    4. Melhore a Conversão dos Seus Pacotes

    Depoimentos e provas sociais têm grande poder de conversão. Inclua relatos de clientes satisfeitos, prints de conversas, fotos de viagens realizadas e até vídeos curtos de feedbacks. Isso ajuda o cliente a confiar na sua agência e a se imaginar tendo uma experiência igualmente positiva.

    Outro recurso valioso é criar gatilhos de urgência e escassez. Mostre que as condições são por tempo limitado ou que o número de vagas é restrito. Frases como “tarifa válida até amanhã” ou “últimos lugares no voo direto” ajudam o cliente a decidir mais rápido. Mas lembre-se: seja sempre honesto. Gatilhos falsos prejudicam sua reputação.

    Além disso, prepare pacotes com bônus. Um passeio incluso, upgrade de hotel ou brinde de viagem são pequenos diferenciais que podem aumentar a taxa de fechamento. O cliente sente que está ganhando algo a mais e tende a agir com mais rapidez.

    5. Melhore a Conversão dos Seus Pacotes

    Por fim, acompanhe os dados. Analise quantas propostas você envia por semana, quantas retornam com perguntas e quantas são fechadas. Com esses números, você pode entender onde está perdendo vendas. Às vezes, o problema está no canal de atendimento, na demora para responder ou na falta de clareza da proposta.

    Faça testes com modelos de apresentação diferentes, horários de envio e mensagens de acompanhamento. A conversão pode ser ajustada com pequenas melhorias contínuas. Mantenha um registro simples com o nome do cliente, data de envio, feedback recebido e motivo da não conversão, se for o caso.

    Outro detalhe importante: sempre peça feedback. Se um cliente não fechou, pergunte de forma educada o motivo. Isso ajuda a entender objeções e ajustar seus argumentos para os próximos atendimentos. Às vezes, uma simples mudança de abordagem pode dobrar a sua taxa de conversão.

    Conclusão

    Melhorar a conversão dos seus pacotes é uma ação estratégica que pode multiplicar seus resultados sem aumentar o número de leads. Com apresentação encantadora, atendimento ágil, personalização, provas sociais e gatilhos bem aplicados, sua agência ganha mais autoridade, confiança e vendas reais.

    A conversão está nos detalhes: na forma como você responde, como apresenta e como conduz o cliente até o “sim”. E tudo isso pode ser feito com organização, empatia e criatividade.

  • Marketing automatizado vs marketing humano

    Marketing automatizado vs marketing humano

    Automação: o braço invisível que multiplica resultados

    A automação de marketing veio para ficar — e com bons motivos. Ela economiza tempo, padroniza processos e permite que a agência alcance milhares de pessoas de forma escalável. Com ferramentas como fluxos de e-mail, mensagens segmentadas e campanhas baseadas em comportamento, é possível manter o cliente engajado do primeiro clique até o pós-venda.

    Para agências de turismo, isso significa lembrar o cliente de um orçamento enviado, sugerir pacotes parecidos com os que ele visualizou, ou enviar uma oferta no exato momento em que ele está mais propenso a comprar. E tudo isso pode ser feito com um sistema bem configurado, sem intervenção manual.

    No entanto, apesar da eficiência, a automação tem um limite: ela não substitui o afeto, a empatia ou a capacidade de improvisar diante de situações humanas. É por isso que saber equilibrar os dois mundos é tão vital.

    O fator humano que transforma leads em defensores

    Marketing humano é aquele que conecta. É o e-mail escrito com empatia, o atendimento que escuta antes de oferecer, a chamada de vídeo com um especialista que realmente se importa com os desejos do cliente. Isso não pode — e nem deve — ser automatizado.

    No turismo, vender é entender o sonho por trás da viagem. É saber que o pacote para Fernando de Noronha não é só uma venda, mas uma celebração de aniversário de casamento. É perceber que aquela viagem para Portugal é a primeira vez que o cliente vai sair do país — e ele precisa de segurança, não só de preços baixos.

    Quando esse tipo de conexão acontece, o cliente para de ser “lead” e passa a ser defensor da marca. E isso vale mais do que qualquer taxa de abertura.

    Onde automatizar sem perder a alma

    O segredo está em saber onde a automação agrega valor e onde ela deve parar. Enviar e-mails de boas-vindas, lembretes de pagamento, atualizações de status e conteúdos relevantes pode (e deve) ser feito automaticamente. É funcional, prático e esperado.

    Mas quando o cliente responde um e-mail ou abre um canal de comunicação direta, a conversa deve voltar a ser humana. Bots que não entendem a dúvida real ou respostas padronizadas demais acabam criando frustração. O ideal é usar a automação como porta de entrada — e não como barreira.

    Outro ponto de equilíbrio está na personalização inteligente. Com as plataformas certas, é possível automatizar mensagens que parecem escritas sob medida. Usar o nome do cliente, o destino que ele buscou e até o tipo de perfil dele torna a experiência automatizada mais calorosa.

    Quando o toque humano vira diferencial

    Há momentos em que só o humano resolve. Atendimento a clientes indecisos, situações delicadas, dúvidas complexas, ajustes de última hora — são nessas horas que o diferencial aparece. Um bom vendedor sabe quando silenciar, quando encantar e quando oferecer algo extra para fechar a venda.

    Além disso, o toque humano é essencial na criação de conteúdo mais profundo: roteiros personalizados, consultorias de viagem, recomendações baseadas em experiências próprias. Isso não pode ser copiado por IA — e é justamente isso que fortalece a autoridade e a imagem da agência.

    Inclusive, muitos consumidores estão dispostos a pagar mais por um atendimento humano que gera segurança e empatia. Em um mundo cheio de automação fria, a gentileza virou luxo.

    Equilíbrio ideal: o marketing híbrido que escala com qualidade

    O marketing do futuro é híbrido. Ele começa com automação inteligente e termina com relacionamento real. Plataformas como a Moblix permitem montar fluxos automáticos, integrar CRM, segmentar público e ainda manter espaço para interação pessoal.

    O ideal é criar processos onde a automação “abre portas” e o humano “entra na sala”. Ou seja: o sistema atrai, aquece, entrega valor — mas a venda final, o ajuste do roteiro ou a fidelização acontece em contato direto com um profissional.

    Esse modelo híbrido permite que agências escalem sem perder identidade. Você pode atender 1.000 leads por mês e ainda assim fazer com que cada um se sinta único. E é exatamente isso que faz com que sua agência seja lembrada — e recomendada.

  • O Que Mudou no Viajante de 2025

    O Que Mudou no Viajante de 2025

    Em um mundo onde a tecnologia dita o ritmo e as experiências personalizadas são prioridade, o perfil do viajante em 2025 já não é o mesmo de alguns anos atrás. As agências que desejam se manter competitivas precisam acompanhar essa transformação de perto. Neste artigo, você vai entender como o comportamento dos viajantes mudou – e o que sua agência pode (e deve) fazer agora mesmo.

    1. O viajante está mais exigente – e bem informado

    Em 2025, os consumidores pesquisam tudo antes de viajar. Eles comparam preços, buscam avaliações, assistem a vídeos de experiências reais e leem conteúdos em blogs e redes sociais.
    A decisão de compra não é mais rápida ou impulsiva. O novo viajante quer segurança, personalização e conveniência, tudo em uma experiência só.

    O que sua agência deve fazer:
    Invista em conteúdo educativo e informativo. Mostre autoridade e crie confiança com seus seguidores. Mais do que vender, é preciso orientar.

    2. Experiências personalizadas são prioridade

    Viagens genéricas perderam espaço. O viajante de 2025 busca experiências que façam sentido com sua identidade, estilo de vida e objetivos. Ele quer explorar lugares autênticos, vivenciar a cultura local e evitar os pacotes “engessados”.

    O que sua agência deve fazer:
    Use os dados do seu cliente a favor. Crie filtros, perguntas estratégicas e segmentações para entregar ofertas realmente relevantes. Plataformas como a Moblix te ajudam a organizar isso com inteligência.

    3. A jornada de compra é cada vez mais digital (e automatizada)

    Hoje, o viajante espera respostas rápidas, opções disponíveis em tempo real e um atendimento fluido – especialmente pelo WhatsApp, redes sociais e e-mail. A paciência para esperar um orçamento por dias já não existe.

    O que sua agência deve fazer:
    Invista em automações e chatbots inteligentes. Automatize as etapas que não precisam de interação humana, e mantenha o atendimento humanizado nos momentos-chave. A Moblix já te oferece esse equilíbrio.

    4. Confiança e segurança viraram pré-requisitos

    Golpes, fraudes e problemas com reservas online tornaram o cliente mais cuidadoso. Em 2025, o viajante quer garantir que está comprando de uma agência confiável, com suporte real e soluções rápidas.

    O que sua agência deve fazer:
    Reforce sua autoridade e reputação online. Mostre depoimentos, avaliações e cases reais. Utilize recursos como o Moblix Protect Fraud para proteger transações e oferecer mais tranquilidade ao cliente.

    5. Viagens conscientes e com propósito estão em alta

    Mais do que turismo, as pessoas querem vivências com impacto: social, ambiental ou pessoal. Há um crescimento visível na busca por destinos sustentáveis, roteiros voluntários ou retiros de autoconhecimento.

    O que sua agência deve fazer:
    Traga opções diferentes no seu portfólio. Aposte em nichos e tendências que conectem o viajante com valores e causas. Isso fortalece o relacionamento e aumenta a fidelização.

    Conclusão

    O viajante de 2025 é digital, consciente e muito mais criterioso. As agências que desejam se manter relevantes precisam ir além da venda: é preciso informar, automatizar, proteger e encantar.

    Adaptar-se a essas mudanças não é mais uma escolha, é uma necessidade. E com a tecnologia certa, como a da Moblix, sua agência pode transformar esses desafios em grandes oportunidades.

  • Quais os KPIs que sua agência deve ter mais atenção?

    Quais os KPIs que sua agência deve ter mais atenção?

    Com a alta popularidade na utilização de Key Performance Indicator (KPIs)  cada vez mais empresas vêm apontando a importância em utilizar dados para basear ações, mas principalmente, para reconhecer quando as métricas da empresa em um ponto de análise são positivas ou negativas.

    De modo geral, a tomada de decisões quase sempre acontece a partir do estudo de evidências e situações, que encorajam ou não mudanças dentro de uma corporação, independentemente do segmento de atuação.

    Por exemplo, esse é o caso de empresas de transporte de carga que a partir de um KPI voltado ao investimento em mídias pagas conseguem determinar se a produção de conteúdo investida tem sido hábil em relação à obtenção de leads, em seguida, clientes.

    Isso mostra com exatidão o resultado que era esperado e o que foi definido, e ajuda a empresa a tomar decisões práticas e certeiras em relação a isso e outras situações.

    No artigo a seguir vamos entender um pouco mais sobre o que são e qual o propósito das KPIs, mas sem ao menos antes entendermos a real importância das métricas, em especial para agências de viagens que desejam melhorar seus negócios ao máximo.

     

    Qual a importância das métricas para sua agência de viagens?

    As métricas podem ser compreendidas como formas de obtenção de informações centradas em uma especificação, retiradas dentro de um contexto próprio, auxiliando empresas, como uma agência de viagens, a traçar estratégias e ações que tragam maiores resultados.

     

    Por exemplo, as métricas em relação às redes sociais de uma agências podem ser conquistadas a partir da análise de:

     

    • Comentários;
    • Postagens salvas;
    • Curtidas;
    • Compartilhamentos;
    • Menções;
    • Dentre outras.

     

    Por meio de todas essas questões, é possível retirar a métrica que identifica a potencialidade das ações dentro das redes, de forma que a empresa trabalhe para melhorar seus resultados e focar na obtenção de mais clientes dentro desse meio de comunicação.

    De modo geral, as métricas podem auxiliar todo o trabalho dentro de uma agência, podendo identificar de modo mais consistente a reação em volta de prioridades de um negócio.

    Por exemplo, para o caso de uma contratação de terceirização de folha de pagamento, a métrica a ser verificada pode ter relevância em relação ao tempo de produtividade utilizado pelos funcionários do setor financeiro a partir da entrega do serviço a outros profissionais.

    Analisando esses dados, é possível saber se de fato essa tem sido uma ideia que surtiu efeito ou não dentre empresa, sempre sendo direcionada pelo que mais importa.

    O planejamento e controle de ações também é drasticamente impactado com a obtenção e observação das métricas. Afinal, com o resultado de uma ação estratégica realizada em mãos, é possível guiar uma empresa para as melhores decisões corporativas.

     

    Bom saber

    É importante lembrar que quase todas essas situações remetem a um ponto de importância, que é o aumento das vendas na empresa de, por exemplo, consultoria de TI para pequenas empresas.

    Quando falamos do contexto dentro de uma agência de viagens, um dos principais pontos de análise pode ser relacionado às ações de marketing e de divulgação, que trazem mais clientes para serem atendidos pela empresa, concretizando, então, um processo.

    Outra questão de extrema importância é a produtividade dos funcionários, que pode ser aumentada, por exemplo, com o investimento de assistentes virtuais em um site ou robôs de chatboot para responder aos clientes no WhatsApp.

    Analisar as métricas desse ponto tem influência direta para entender o dinheiro investido pela agência, mas também para determinar jornadas de trabalho que melhor se adequem a uma realidade mais atual dentro da empresa.

     

    KPIs e qual seus principais tipos

     

    Agora que você entendeu mais sobre o que são as métricas e como elas podem influenciar uma agência de viagens dentro de seu contexto de atuação, tudo será muito mais claro para que possamos saber mais sobre os Key Performance Indicators (KPIs).

    KPI, que em português pode ser compreendido como indicador-chave de performance, consiste em um tipo de métrica baseada em um quesito único de análise da empresa.

    Por exemplo, se no caso de empresas de segurança privada o foco de uma análise é a quantidade de funcionários que atingiram metas de vendas, o ponto de observação deve ser a estratégia ensinada pela empresa e executada pelas equipes.

    Nesse caso, o ponto principal de análise é justamente a potencialidade de um investimento que foi feito pela empresa, entendendo se de fato surtiu efeito e analisando esse contexto.

    É importante trazer à tona que os KPIs podem ter diferentes pontos de análise, que juntos se tornam o resultado que a transportadora em São Paulo espera entender em uma ação, sabendo de fato se é o esperado ou se pode ser melhorado mais à frente.

    Outro ponto de relevância é o entendimento das múltiplas formas de métricas de KPIs que podem existir. Afinal, se são muitos os pontos de análise, dependendo dos devidos desejos da empresa, também são múltiplas as possibilidades de indicador.

     

    A seguir, vamos conhecer alguns deles, considerados, dentro de suas especificações, essenciais e altamente eficazes:

     

    1. Volume de leads qualificados

    O processo de qualificar um lead gira em torno de diferentes ações feitas por uma empresa de serviços de mêcanica, dentre eles a produção de conteúdo focada em um funil de vendas, trabalhando para que o lead, além de ser captado, seja educado e qualificado.

    O lead considerado qualificado é aquele que entende a potência do que a empresa entrega e está mais propenso a fechar um negócio do que outros.

    Entender melhor esse ponto pode trazer muito mais compreensão sobre os métodos de trabalho de qualificação de leads, sabendo de fato onde está sendo útil e onde pode estar gerando prejuízos para a empresa.

     

    1. Índice de cancelamento

    Como o próprio nome sugere, essa é uma maneira de saber mais sobre a quantidade de clientes que não desejam mais ter nenhum tipo de ligação com a sua empresa, cancelando um serviço, devolvendo um produto ou pedindo o dinheiro de volta.

    Esse é um ponto crucial de métricas que direcionam a empresa à procura de uma solução, que pode ser necessária para que haja menos desistências e mais vendas. Além disso, é uma ótima forma de prever possíveis problemas de imagem que possam surgir.

     

    1. Receita média por cliente

    A métrica relacionada à receita média por cliente determina o entendimento por parte da agência de eventos SP sobre quanto um cliente vale por mês. Ou seja, é possível estabelecer esse valor a partir da divisão entre o faturamento e a quantidade de clientes.

    De modo geral, essa métrica pode ajudar a traçar caminhos muito mais interessantes para obtenção de renda, mas também para entender o quanto a empresa deve vender para que possa começar a ter lucro, e não apenas só pagar suas contas.

     

    1. Custo de aquisição do cliente

    Já parou para pensar em todos os investimentos que sua empresa faz por mês em vendas, no treinamento de funcionários ou compra de equipamentos, e até mesmo na comunicação que chega ao cliente, como anúncios pagos e equipe de gerenciamento de redes?

    Pelo custo de aquisição do cliente sua empresa consegue ter em mãos métricas que revelam o quanto é gasto para que um cliente seja conquistado, dessa forma, verificando se as ações têm valido a pena e sido eficientes para essa conquista.

     

    1. Ciclo de vida do cliente

    Com esse levantamento, empresas de contabilidade conseguem determinar os valores que clientes possuem em anos para uma empresa, algo que sai como uma previsão sobre os ganhos da empresa ao longo dos anos, moldando aquilo que será um sustento dela.

    Esse cálculo pode ser feito com a média de ganhos anuais, dos clientes que você atinge anualmente, e multiplicando pelo ano que você deseja entender.

    O ideal disso é saber o quanto de lucro seu negócio vai ter a longo prazo, entendendo de que forma isso pode aumentar para que possa haver melhores investimentos e um lucro proporcional às suas evoluções.

     

    1. Receita anual recorrente

    Ainda dentro de uma identificação por métricas que possam ditar o futuro da empresa, a receita anual recorrente trabalha como uma forma de previsão, determinando os ganhos, se tudo ocorrer dentro das conformidades, ao longo de 12 meses.

    Com isso, sua empresa pode traçar um perfil que pode se tornar comparativo, ao entender se de fato, após esse tempo, houve um ganho maior, menor ou igual a pensado.

    Considerações finais 

    As métricas são pontos de verificação que determinam a resolução de problemas e a guia de ações que melhor respaldam os investimentos feitos por uma empresa.

    Assim, agências de viagens que fazem uso dessa forma, como o caso dos KPIs, conseguem acessar inúmeras formas de pensar seus resultados, baseados nas determinações da própria companhia.

     

     

    Muito obrigada por chegar até aqui!

    Espero ter ajudado você entender melhor sobre esse assunto.

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    Por hoje é isso gente, até a próxima! 🚀

    Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.