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  • Experiências turísticas personalizadas: O segredo da recompra

    Experiências turísticas personalizadas: O segredo da recompra

    1. O fim do turismo genérico: o viajante quer ser único

    O turismo de massa deu lugar a um novo padrão de consumo: viagens personalizadas, experiências autênticas e roteiros sob medida. O novo viajante quer mais do que visitar pontos turísticos — ele quer viver algo único, que reflita sua identidade, seus gostos e até seus valores.

    Essa mudança de comportamento transformou o papel das agências de turismo, que agora precisam atuar como curadoras de experiências, e não apenas como vendedoras de pacotes. Mais do que isso: precisam entender que a personalização é o maior fator de fidelização e recompra no mercado atual.

    Personalizar é ouvir, adaptar, propor. É colocar o cliente no centro do planejamento e garantir que sua viagem seja tão exclusiva quanto suas preferências.

    2. Por que a personalização gera fidelidade e mais vendas

    Ao oferecer experiências personalizadas, sua agência não apenas se destaca no mercado — ela cria vínculos reais com o cliente, o que aumenta exponencialmente a chance de ele voltar a comprar com você.

    Entre os principais impactos da personalização estão:

    • Maior satisfação e encantamento, já que o viajante percebe que a viagem foi feita para ele;

    • Redução do churn, pois o cliente vê mais valor na agência do que em canais genéricos;

    • Aumento do ticket médio, já que experiências sob medida costumam agregar valor;

    • Mais indicações espontâneas, pois o cliente compartilha o quão única foi sua experiência;

    • Facilidade de conversão em novas ofertas, pois você já tem o perfil e preferências do cliente mapeados.

    Fidelidade não nasce da compra — nasce da experiência. E quanto mais personalizada for, maior a chance de ela se repetir.

    3. Como aplicar personalização de forma prática

    Você não precisa ser uma agência de luxo para oferecer experiências personalizadas. O segredo está em coletar as informações certas e usar criatividade e tecnologia para aplicá-las.

    Algumas estratégias práticas:

    • Crie formulários personalizados antes do atendimento para entender o perfil do cliente (gostos, limitações, estilo de viagem, interesses culturais);

    • Utilize ferramentas de CRM para registrar preferências, datas importantes e feedbacks pós-viagem;

    • Ofereça roteiros com variações adaptáveis, como opções de restaurantes, passeios ou horários;

    • Monte kits personalizados com brindes, materiais e mapas de acordo com o perfil do cliente;

    • Mantenha comunicação contínua com dicas e conteúdos relevantes, mesmo após a viagem.

    A personalização é um diferencial que pode ser implementado em qualquer nível, desde a escolha do assento no voo até a entrega de um mapa artesanal com recomendações locais.

    4. Casos de personalização que encantam e vendem mais

    Empresas de turismo que apostaram na personalização colhem resultados claros. Veja alguns exemplos:

    • Agências que montam roteiros com base em playlists do cliente, sugerindo bares, casas de shows ou experiências sonoras alinhadas ao gosto musical;

    • Guias locais que se adaptam ao estilo do grupo, oferecendo experiências mais contemplativas ou mais ativas conforme o perfil;

    • Hospedagens que enviam pré-check-in com perguntas sobre preferências alimentares, horários de chegada e tipo de travesseiro;

    • Agências que oferecem experiências sensoriais, como degustações com curadoria exclusiva ou passeios com foco em temas específicos como arquitetura ou espiritualidade.

    Esses detalhes transformam a viagem em memória afetiva, criando conexão emocional com a marca.

    5. Personalização e tecnologia: o futuro das experiências

    A personalização em escala só é possível com o uso inteligente da tecnologia. Plataformas como Moblix permitem que agências:

    • Organizem e segmentem perfis de clientes com base em viagens anteriores;

    • Automatizem comunicações personalizadas por e-mail, WhatsApp e CRM;

    • Criem fluxos de venda com base em preferências registradas;

    • Conectem fornecedores e prestadores de serviço que atuam sob demanda;

    • Gerem relatórios sobre experiências mais bem avaliadas por perfil de viajante.

    O segredo está em unir empatia, dados e automação. Agências que investem nessa integração não apenas vendem mais, mas se tornam insubstituíveis na jornada do viajante.

    O futuro do turismo é individual, personalizado e centrado no encantamento. E a recompra será, cada vez mais, o reflexo direto da experiência entregue.

  • O que mudou no perfil do turista em 2025?

    O que mudou no perfil do turista em 2025?

    1. O novo turista: mais exigente, mais conectado e mais consciente

    O perfil do viajante de 2025 mudou — e mudou rápido. Após a pandemia, a digitalização acelerada, os novos modelos de trabalho, e o impacto da sustentabilidade nas decisões de consumo, o turista de hoje é mais conectado, mais consciente e mais exigente do que nunca.

    Ele busca experiências autênticas, personalização, conveniência e propósito. Prefere marcas que respeitam seu tempo, que atendem em múltiplos canais e que oferecem serviços rápidos e sem atrito. Também valoriza destinos que respeitam o meio ambiente, a cultura local e promovem inclusão.

    Para os agentes de viagem, isso representa um ponto de virada: deixar de vender pacotes prontos e passar a construir experiências sob medida, com mais empatia, tecnologia e inteligência de dados.

    2. Comportamentos digitais redefiniram a jornada do viajante

    Antes, o cliente visitava a agência para tirar dúvidas. Hoje, ele chega sabendo mais do que nunca. Já leu avaliações, viu vídeos no YouTube, pesquisou no Instagram e comparou preços em diversos sites. O que ele espera do agente é curadoria, confiança e acesso a soluções exclusivas.

    A jornada de compra começa no mobile, passa pelas redes sociais e pode terminar no WhatsApp, site ou telefone. Ter presença omnichannel deixou de ser diferencial — virou pré-requisito.

    Outro ponto importante: a maioria dos turistas deseja resolver tudo sem burocracia. Isso significa integração de plataformas, pagamentos facilitados, assinaturas eletrônicas e respostas rápidas.

    O agente atualizado precisa se adaptar a essa jornada híbrida, investindo em canais digitais bem estruturados e mantendo o toque humano no centro da estratégia.

    3. Personalização e propósito: o que move o viajante de 2025

    O novo viajante quer mais do que um hotel bem localizado. Ele busca viagens que expressem sua identidade: gastronomia local, roteiros culturais, turismo de experiência, imersões em natureza, espiritualidade ou até voluntariado.

    Ele também valoriza empresas com propósito. Prefere agências que apoiam turismo sustentável, que escolhem fornecedores locais, que evitam exploração ou massificação de destinos.

    Além disso, espera ser tratado como único. Isso envolve usar informações do histórico de viagens, perfil comportamental e interesses para montar propostas personalizadas. Um agente que envia uma oferta genérica não será lembrado. Mas aquele que envia um roteiro com base no estilo de vida do cliente, sim.

    Personalizar é entender quem está do outro lado. É escutar, registrar e sugerir com base no que realmente importa para o cliente.

    4. Tipos de turista que ganharam força em 2025

    Com as transformações dos últimos anos, alguns perfis ganharam destaque no turismo atual:

    • Turista flexível e digital: viaja em datas alternativas, trabalha de forma remota e busca equilíbrio entre trabalho e lazer.

    • Turista de experiência local: prefere vivências culturais autênticas, com contato direto com a comunidade.

    • Turista consciente: se preocupa com pegada de carbono, sustentabilidade e impacto social.

    • Viajante de nicho: busca roteiros voltados para um interesse específico, como fotografia, gastronomia, aventura ou ancestralidade.

    • Viajante solitário ou em pequenos grupos: valoriza introspecção, segurança e personalização.

    Reconhecer e entender essas variações é essencial para que a agência ofereça produtos segmentados e aumente suas chances de conversão e fidelização.

    5. Como o agente pode se atualizar e se destacar

    Com todas essas mudanças, o agente que deseja crescer em 2025 precisa se posicionar como especialista e parceiro de confiança. Algumas estratégias eficazes incluem:

    • Atualizar-se constantemente sobre tendências, comportamento do consumidor e novas ferramentas.

    • Investir em plataformas que integrem dados, CRMs e motores de reserva com foco em agilidade.

    • Utilizar redes sociais com propósito, compartilhando experiências reais, dicas e conteúdos educativos.

    • Oferecer consultorias personalizadas, seja presencialmente, por vídeo ou por chat, com foco na escuta ativa.

    • Registrar e usar o histórico do cliente para criar experiências que surpreendem.

    Mais do que reagir ao novo perfil do viajante, o agente de 2025 deve antecipar desejos e evoluir junto com o mercado. Isso exige não apenas ferramentas modernas, mas principalmente uma mentalidade aberta, empática e centrada no cliente.

  • Venda mais com turismo inteligente

    Venda mais com turismo inteligente

    1. O que é turismo inteligente e por que ele está revolucionando o setor?

    O termo “turismo inteligente” vai além do uso de tecnologia no atendimento. Trata-se de uma abordagem estratégica que une dados, automação, personalização e sustentabilidade para melhorar toda a jornada do viajante — desde o momento da busca até o pós-venda.

    Em vez de atuar de forma genérica, agências que adotam essa visão passam a oferecer experiências mais conectadas, personalizadas e previsíveis. Isso impacta diretamente na fidelização do cliente e, consequentemente, no aumento das vendas. Imagine saber qual é o melhor momento para sugerir uma nova viagem ou entender o comportamento de compra de um cliente só com base em interações anteriores. Isso é turismo inteligente na prática.

    A boa notícia? Isso já está ao alcance de qualquer agência com acesso às ferramentas certas.

    2. Dados e automação: os dois pilares que aumentam sua eficiência

    Agências que operam com dados têm acesso a um tesouro escondido. Saber quais destinos são mais procurados por cada faixa etária, identificar padrões de compra por estação ou entender qual canal gera mais conversões são informações valiosas — e monetizáveis.

    A automação entra como força operacional. Enviar e-mails automáticos com sugestões personalizadas, lembrar clientes de renovar vistos, oferecer upgrades antes da viagem… Tudo isso pode ser feito sem intervenção manual.

    Com a plataforma certa, é possível integrar CRM, motores de reservas, APIs de voos e hotéis, e até métodos de pagamento com parcelamento inteligente. O resultado? Economia de tempo e aumento de conversão.

    3. Personalização: como transformar dados em experiências memoráveis

    Turismo inteligente também significa entender que cada cliente é único. A personalização vai além de chamar o cliente pelo nome no e-mail — trata-se de oferecer o destino certo, no momento ideal, com argumentos que ressoem com os desejos daquele viajante.

    Com base em dados de comportamento e preferências, a agência pode montar roteiros personalizados, sugerir experiências locais e até indicar o melhor assento no avião ou tipo de acomodação. Esse nível de cuidado gera um efeito emocional poderoso, que se traduz em avaliações positivas, recomendações e recorrência.

    O cliente sente que está sendo atendido, não apenas vendido.

    4. Canais digitais: por que sua agência precisa estar onde o cliente está

    O consumidor mudou. Ele pesquisa no celular, compara preços no desktop, tira dúvidas no WhatsApp e fecha negócios no Instagram. Se a sua agência não está presente em todos esses canais — ou, pior, está, mas não responde —, está perdendo vendas.

    Adotar uma estrutura omnichannel, com integração de todos os canais em uma única visão de atendimento e marketing, é uma das chaves do turismo inteligente. Além disso, ferramentas como chatbots com IA, formulários interativos e motores de reserva integrados no site ajudam a manter a jornada fluida e sem atritos.

    Mais presença digital significa mais leads, mais oportunidades e mais conversões.

    5. Resultados reais: como dobrar vendas com estratégias aplicadas

    Agências que aplicaram os princípios do turismo inteligente relataram aumentos reais de receita. Em muitos casos, o ticket médio subiu entre 20% e 30% apenas com personalização. Outras viram redução de até 40% no tempo gasto por reserva com automações bem configuradas.

    Plataformas como a Moblix são construídas pensando nesse cenário: integração de APIs, CRM nativo, motores de reserva otimizados, controle financeiro, relatórios e dashboards inteligentes — tudo com o objetivo de empoderar a agência para atuar com inteligência, e não com esforço.

    Mais importante do que dobrar vendas é criar uma operação saudável, previsível e escalável. O turismo inteligente é o caminho para isso.

  • A jornada do cliente no turismo: da descoberta à fidelização

    A jornada do cliente no turismo: da descoberta à fidelização

    Cada cliente é uma jornada (e ela começa antes da venda)

    No turismo, a compra de uma viagem não é impulsiva. Ela começa muito antes do clique no botão “comprar”. O cliente pesquisa, compara, sonha, lê avaliações, conversa com amigos e analisa cada detalhe. Isso forma a jornada do cliente — um ciclo que vai da descoberta à fidelização.

    Agências que dominam essa jornada têm vantagem. Elas entendem o que o cliente precisa em cada fase, ajustam a comunicação com precisão e entregam o que ele espera (ou mais).

    E mais do que acompanhar, hoje é possível automatizar essa jornada com inteligência. Dados, comportamento digital e ferramentas de marketing permitem que sua agência esteja presente no momento certo, com a mensagem certa.

    Etapa 1: Descoberta — quando o cliente ainda não sabe que quer comprar

    Na fase de descoberta, o cliente ainda está apenas sonhando. Ele pode ver um post de um amigo, ouvir alguém falar sobre um destino ou esbarrar com um anúncio. É o momento de despertar o interesse.

    Aqui, o conteúdo é rei. Blog posts, vídeos, reels, e-books e até testes do tipo “qual tipo de viajante você é?” ajudam a capturar atenção. O objetivo é gerar reconhecimento e tráfego qualificado.

    Com ferramentas como Moblix, é possível criar páginas otimizadas para SEO, publicar conteúdos relevantes e integrar com campanhas de tráfego pago para alcançar quem está começando a jornada. Esse é o primeiro ponto de contato — e precisa ser memorável.

    Etapa 2: Consideração — quando o cliente começa a pesquisar

    Depois de despertar o interesse, o cliente entra em modo análise. Ele começa a comparar agências, pacotes, preços, roteiros e experiências. É aqui que as avaliações, provas sociais e diferenciais fazem toda a diferença.

    Neste estágio, sua agência precisa mostrar autoridade e facilitar a tomada de decisão. Landing pages específicas, vídeos explicativos, comparativos, depoimentos reais e chat com atendimento rápido ajudam a quebrar objeções.

    Automação entra com força aqui. Um lead que baixou um e-book ou clicou em uma oferta pode receber uma sequência de e-mails com informações progressivas, respondendo dúvidas comuns e reforçando benefícios. Essa nutrição automatizada aproxima o cliente da compra — sem exigir esforço humano constante.

    Etapa 3: Decisão — quando o cliente está pronto para fechar

    Chegamos ao ponto crítico. O cliente está pronto para decidir, mas ainda precisa de segurança. Detalhes mal explicados, formulários ruins ou respostas lentas podem estragar tudo.

    Sua agência precisa oferecer um processo fluido, confiável e humano. Checkout simplificado, atendimento consultivo e clareza na proposta são fundamentais. Automação, aqui, atua com alertas internos para o time comercial agir rápido e com mensagens personalizadas reforçando o valor da oferta.

    Recursos como abandono de carrinho, gatilhos de urgência reais e sugestões finais de upgrade fazem toda a diferença.

    Se tudo for bem conduzido, a venda acontece — mas a jornada ainda não acabou.

    Etapa 4: Experiência e pós-venda — onde a fidelização começa

    Muita agência relaxa depois que o cliente paga. Mas é justamente no pós-venda que a fidelização se constrói. Acompanhamento, suporte durante a viagem, envio de dicas, roteiros e até mensagens de “boa viagem” fazem o cliente sentir que não está sozinho.

    Depois da viagem, é hora de colher feedback, pedir depoimentos e já plantar a próxima compra. Um bom sistema envia mensagens automáticas com questionários simples e oferece bônus para quem indica amigos.

    Além disso, os dados dessa viagem alimentarão os próximos passos: preferências, duração ideal, tipo de hotel, experiências favoritas. Isso cria um histórico rico que permite sugestões futuras muito mais precisas.

    Dados e automação: o que transforma a jornada em máquina de vendas

    Toda essa jornada pode (e deve) ser impulsionada por dados. As interações do cliente — desde o clique no blog até o feedback pós-viagem — formam um perfil que deve ser analisado, segmentado e aproveitado.

    Com ferramentas integradas, como a Moblix, é possível usar esses dados para:

    • Segmentar leads por interesse e estágio da jornada.

    • Automatizar campanhas por perfil e comportamento.

    • Monitorar indicadores como taxa de conversão por fase.

    • Criar ações de fidelização com base no histórico.

    O cliente não quer mais ser tratado como número. Mas também não quer que tudo dependa de atendimento manual. A resposta está no equilíbrio: dados para entender, automação para escalar e toque humano para encantar.

    Entender e automatizar a jornada não é apenas uma questão de eficiência — é uma forma de criar uma experiência memorável do primeiro contato à próxima viagem.

  • O Que Mudou no Viajante de 2025

    O Que Mudou no Viajante de 2025

    Em um mundo onde a tecnologia dita o ritmo e as experiências personalizadas são prioridade, o perfil do viajante em 2025 já não é o mesmo de alguns anos atrás. As agências que desejam se manter competitivas precisam acompanhar essa transformação de perto. Neste artigo, você vai entender como o comportamento dos viajantes mudou – e o que sua agência pode (e deve) fazer agora mesmo.

    1. O viajante está mais exigente – e bem informado

    Em 2025, os consumidores pesquisam tudo antes de viajar. Eles comparam preços, buscam avaliações, assistem a vídeos de experiências reais e leem conteúdos em blogs e redes sociais.
    A decisão de compra não é mais rápida ou impulsiva. O novo viajante quer segurança, personalização e conveniência, tudo em uma experiência só.

    O que sua agência deve fazer:
    Invista em conteúdo educativo e informativo. Mostre autoridade e crie confiança com seus seguidores. Mais do que vender, é preciso orientar.

    2. Experiências personalizadas são prioridade

    Viagens genéricas perderam espaço. O viajante de 2025 busca experiências que façam sentido com sua identidade, estilo de vida e objetivos. Ele quer explorar lugares autênticos, vivenciar a cultura local e evitar os pacotes “engessados”.

    O que sua agência deve fazer:
    Use os dados do seu cliente a favor. Crie filtros, perguntas estratégicas e segmentações para entregar ofertas realmente relevantes. Plataformas como a Moblix te ajudam a organizar isso com inteligência.

    3. A jornada de compra é cada vez mais digital (e automatizada)

    Hoje, o viajante espera respostas rápidas, opções disponíveis em tempo real e um atendimento fluido – especialmente pelo WhatsApp, redes sociais e e-mail. A paciência para esperar um orçamento por dias já não existe.

    O que sua agência deve fazer:
    Invista em automações e chatbots inteligentes. Automatize as etapas que não precisam de interação humana, e mantenha o atendimento humanizado nos momentos-chave. A Moblix já te oferece esse equilíbrio.

    4. Confiança e segurança viraram pré-requisitos

    Golpes, fraudes e problemas com reservas online tornaram o cliente mais cuidadoso. Em 2025, o viajante quer garantir que está comprando de uma agência confiável, com suporte real e soluções rápidas.

    O que sua agência deve fazer:
    Reforce sua autoridade e reputação online. Mostre depoimentos, avaliações e cases reais. Utilize recursos como o Moblix Protect Fraud para proteger transações e oferecer mais tranquilidade ao cliente.

    5. Viagens conscientes e com propósito estão em alta

    Mais do que turismo, as pessoas querem vivências com impacto: social, ambiental ou pessoal. Há um crescimento visível na busca por destinos sustentáveis, roteiros voluntários ou retiros de autoconhecimento.

    O que sua agência deve fazer:
    Traga opções diferentes no seu portfólio. Aposte em nichos e tendências que conectem o viajante com valores e causas. Isso fortalece o relacionamento e aumenta a fidelização.

    Conclusão

    O viajante de 2025 é digital, consciente e muito mais criterioso. As agências que desejam se manter relevantes precisam ir além da venda: é preciso informar, automatizar, proteger e encantar.

    Adaptar-se a essas mudanças não é mais uma escolha, é uma necessidade. E com a tecnologia certa, como a da Moblix, sua agência pode transformar esses desafios em grandes oportunidades.