Tag: fidelização

  • Políticas de reembolso em tempo real: o legado do coronavírus

    Políticas de reembolso em tempo real: o legado do coronavírus

    1. O impacto da pandemia nas políticas de reembolso

    A pandemia da COVID-19 deixou um dos maiores legados operacionais na indústria do turismo: a reformulação das políticas de reembolso. Com o fechamento repentino de fronteiras, cancelamentos em massa e insegurança generalizada, milhões de viajantes enfrentaram dificuldades para reaver seus pagamentos — gerando frustração, judicialização e perda de confiança.

    Esse cenário obrigou empresas aéreas, hotéis, operadoras e agências a reverem seus processos. O que antes era tratado como exceção, passou a ser regra: o cliente quer clareza, agilidade e resolução imediata. E, para isso, o setor precisou evoluir — incorporando tecnologia, transparência e mecanismos automatizados de reembolso e crédito.

    Hoje, mais do que uma necessidade operacional, oferecer políticas de reembolso em tempo real tornou-se um diferencial competitivo essencial para quem deseja vender com segurança e gerar confiança no novo mercado.

    2. O que mudou: da burocracia à automatização

    Antes da pandemia, os pedidos de reembolso envolviam:

    • Longos formulários manuais;

    • Prazos superiores a 60 dias;

    • Comunicação fragmentada entre cliente, agência e fornecedor;

    • Dificuldade de rastrear o status do pedido.

    Com o avanço das tecnologias SaaS e o uso de APIs integradas entre plataformas, o processo evoluiu. Hoje, soluções modernas permitem:

    • Solicitação de reembolso diretamente pelo sistema;

    • Resposta automática sobre elegibilidade e prazos;

    • Visualização em tempo real do status de cada reembolso;

    • Integração com meios de pagamento e carteiras digitais;

    • Geração de créditos reutilizáveis dentro da mesma agência ou rede.

    A automatização tornou o processo mais rápido, menos propenso a erros e mais amigável ao cliente. E, do lado da agência, reduziu drasticamente o volume de chamados, retrabalho e desgaste na comunicação.

    3. Por que agências devem adotar reembolso inteligente

    No cenário pós-COVID, oferecer reembolso em tempo real vai além de evitar conflitos. É uma forma de:

    • Aumentar a conversão: clientes se sentem mais seguros para comprar sabendo que poderão cancelar ou remarcar com facilidade.

    • Reduzir o abandono de carrinho: especialmente em reservas online, a política flexível é um argumento decisivo.

    • Fortalecer a reputação da marca: agências com políticas claras e transparentes são mais recomendadas.

    • Aumentar a fidelização: clientes que recebem suporte rápido tendem a comprar novamente e indicar.

    • Evitar processos legais: a clareza de regras e a eficiência operacional evitam disputas formais e perdas financeiras.

    Portanto, atualizar sua política de reembolso é um passo estratégico para proteger seu negócio e se posicionar com autoridade em um mercado mais consciente e exigente.

    4. Como estruturar uma política moderna e eficiente

    Uma política de reembolso eficiente deve ser:

    • Clara: escrita em linguagem acessível, com prazos e condições bem definidos;

    • Flexível: oferecendo opções de crédito, remarcação e reembolso parcial ou total, conforme o produto;

    • Automatizada: com formulários digitais, gatilhos automáticos e integração com os fornecedores;

    • Rastreável: com status de acompanhamento em tempo real para o cliente e para a equipe;

    • Padronizada: evitando decisões manuais e subjetivas, com base em regras pré-definidas por tipo de produto.

    Além disso, a política deve estar visível antes da compra, reforçada na finalização do pedido e facilmente acessível no pós-venda. Plataformas como a Moblix já oferecem módulos para gerenciar reembolsos e remarcações com regras pré-configuradas, integradas a fornecedores e meios de pagamento.

    5. O futuro: transparência, dados e fidelização

    O legado do coronavírus no turismo não foi apenas a digitalização forçada — foi a consolidação de uma cultura de responsabilidade com o cliente. Empresas que entenderam isso passaram a investir em processos que não apenas reduzem atritos, mas que transformam reembolsos em oportunidades de fidelização.

    Com a tecnologia atual, é possível:

    • Usar dados de cancelamento para melhorar produtos e ofertas;

    • Oferecer créditos com bônus para quem opta por não reembolsar em dinheiro;

    • Criar relatórios preditivos de churn, baseados na frequência de cancelamentos;

    • Gerar comunicação automatizada e humanizada em momentos sensíveis;

    • Oferecer alternativas em tempo real, com remarcações inteligentes e flexíveis.

    Agências que adotam essas práticas não apenas sobrevivem — elas crescem com mais confiança, mais base recorrente e maior percepção de valor.

    Em um mercado que ainda convive com volatilidade, incertezas e decisões de última hora, ter uma estrutura de reembolso eficiente, visível e confiável será um dos maiores trunfos de quem deseja se manter relevante no novo turismo.

  • A jornada do cliente no turismo: da descoberta à fidelização

    A jornada do cliente no turismo: da descoberta à fidelização

    Cada cliente é uma jornada (e ela começa antes da venda)

    No turismo, a compra de uma viagem não é impulsiva. Ela começa muito antes do clique no botão “comprar”. O cliente pesquisa, compara, sonha, lê avaliações, conversa com amigos e analisa cada detalhe. Isso forma a jornada do cliente — um ciclo que vai da descoberta à fidelização.

    Agências que dominam essa jornada têm vantagem. Elas entendem o que o cliente precisa em cada fase, ajustam a comunicação com precisão e entregam o que ele espera (ou mais).

    E mais do que acompanhar, hoje é possível automatizar essa jornada com inteligência. Dados, comportamento digital e ferramentas de marketing permitem que sua agência esteja presente no momento certo, com a mensagem certa.

    Etapa 1: Descoberta — quando o cliente ainda não sabe que quer comprar

    Na fase de descoberta, o cliente ainda está apenas sonhando. Ele pode ver um post de um amigo, ouvir alguém falar sobre um destino ou esbarrar com um anúncio. É o momento de despertar o interesse.

    Aqui, o conteúdo é rei. Blog posts, vídeos, reels, e-books e até testes do tipo “qual tipo de viajante você é?” ajudam a capturar atenção. O objetivo é gerar reconhecimento e tráfego qualificado.

    Com ferramentas como Moblix, é possível criar páginas otimizadas para SEO, publicar conteúdos relevantes e integrar com campanhas de tráfego pago para alcançar quem está começando a jornada. Esse é o primeiro ponto de contato — e precisa ser memorável.

    Etapa 2: Consideração — quando o cliente começa a pesquisar

    Depois de despertar o interesse, o cliente entra em modo análise. Ele começa a comparar agências, pacotes, preços, roteiros e experiências. É aqui que as avaliações, provas sociais e diferenciais fazem toda a diferença.

    Neste estágio, sua agência precisa mostrar autoridade e facilitar a tomada de decisão. Landing pages específicas, vídeos explicativos, comparativos, depoimentos reais e chat com atendimento rápido ajudam a quebrar objeções.

    Automação entra com força aqui. Um lead que baixou um e-book ou clicou em uma oferta pode receber uma sequência de e-mails com informações progressivas, respondendo dúvidas comuns e reforçando benefícios. Essa nutrição automatizada aproxima o cliente da compra — sem exigir esforço humano constante.

    Etapa 3: Decisão — quando o cliente está pronto para fechar

    Chegamos ao ponto crítico. O cliente está pronto para decidir, mas ainda precisa de segurança. Detalhes mal explicados, formulários ruins ou respostas lentas podem estragar tudo.

    Sua agência precisa oferecer um processo fluido, confiável e humano. Checkout simplificado, atendimento consultivo e clareza na proposta são fundamentais. Automação, aqui, atua com alertas internos para o time comercial agir rápido e com mensagens personalizadas reforçando o valor da oferta.

    Recursos como abandono de carrinho, gatilhos de urgência reais e sugestões finais de upgrade fazem toda a diferença.

    Se tudo for bem conduzido, a venda acontece — mas a jornada ainda não acabou.

    Etapa 4: Experiência e pós-venda — onde a fidelização começa

    Muita agência relaxa depois que o cliente paga. Mas é justamente no pós-venda que a fidelização se constrói. Acompanhamento, suporte durante a viagem, envio de dicas, roteiros e até mensagens de “boa viagem” fazem o cliente sentir que não está sozinho.

    Depois da viagem, é hora de colher feedback, pedir depoimentos e já plantar a próxima compra. Um bom sistema envia mensagens automáticas com questionários simples e oferece bônus para quem indica amigos.

    Além disso, os dados dessa viagem alimentarão os próximos passos: preferências, duração ideal, tipo de hotel, experiências favoritas. Isso cria um histórico rico que permite sugestões futuras muito mais precisas.

    Dados e automação: o que transforma a jornada em máquina de vendas

    Toda essa jornada pode (e deve) ser impulsionada por dados. As interações do cliente — desde o clique no blog até o feedback pós-viagem — formam um perfil que deve ser analisado, segmentado e aproveitado.

    Com ferramentas integradas, como a Moblix, é possível usar esses dados para:

    • Segmentar leads por interesse e estágio da jornada.

    • Automatizar campanhas por perfil e comportamento.

    • Monitorar indicadores como taxa de conversão por fase.

    • Criar ações de fidelização com base no histórico.

    O cliente não quer mais ser tratado como número. Mas também não quer que tudo dependa de atendimento manual. A resposta está no equilíbrio: dados para entender, automação para escalar e toque humano para encantar.

    Entender e automatizar a jornada não é apenas uma questão de eficiência — é uma forma de criar uma experiência memorável do primeiro contato à próxima viagem.

  • Oferecer Programas de Fidelidade para Clientes de Turismo

    Oferecer Programas de Fidelidade para Clientes de Turismo

    Em um mercado altamente competitivo como o turismo, a lealdade do cliente pode ser o fator decisivo entre o sucesso e o fracasso de uma empresa. Uma das maneiras mais eficazes de fomentar essa lealdade é através de programas de fidelidade. Estes programas não apenas incentivam os clientes a retornar, mas também oferecem uma série de benefícios que podem diferenciar uma empresa da concorrência. Vamos explorar as vantagens de oferecer programas de fidelidade para clientes de turismo.

    1. Aumento da Retenção de Clientes

    Programas de fidelidade são projetados para manter os clientes voltando. Quando os clientes sabem que podem acumular pontos, milhas ou recompensas a cada compra, eles têm um incentivo para continuar utilizando os serviços da mesma empresa. Isso aumenta a retenção de clientes, o que é fundamental para o crescimento sustentável de qualquer negócio.

    2. Maior Valor de Vida do Cliente (CLV)

    Clientes fiéis tendem a gastar mais ao longo do tempo, especialmente quando são recompensados por suas compras. Um programa de fidelidade bem estruturado pode aumentar significativamente o valor de vida do cliente, maximizando a receita gerada por cada cliente ao longo do tempo.

    3. Criação de Relacionamento com o Cliente

    Programas de fidelidade oferecem uma excelente oportunidade para construir um relacionamento mais profundo com seus clientes. Com a coleta de dados sobre suas preferências e comportamentos, as empresas podem personalizar ofertas e comunicações, criando uma experiência de cliente mais envolvente e relevante.

    4. Promoção de Novos Produtos e Serviços

    Programas de fidelidade podem ser usados para promover novos produtos ou serviços. Oferecer recompensas adicionais ou bônus para clientes que experimentam algo novo é uma forma eficaz de incentivar a adoção de novos recursos ou produtos, sem parecer invasivo.

    5. Vantagem Competitiva

    No setor de turismo, onde os clientes têm inúmeras opções, um programa de fidelidade pode ser o diferencial que faz com que escolham uma empresa em vez de outra. Programas que oferecem benefícios exclusivos, como upgrades, acesso a experiências especiais ou atendimento prioritário, podem criar uma forte vantagem competitiva.

    6. Aumento do Engajamento e Recomendação

    Clientes que se sentem valorizados e recompensados são mais propensos a recomendar a empresa para amigos e familiares. Um programa de fidelidade bem-executado pode transformar clientes em defensores da marca, ampliando o alcance da empresa por meio do boca a boca e das redes sociais.

    7. Facilidade na Coleta de Dados

    Programas de fidelidade fornecem uma maneira estruturada de coletar dados valiosos sobre o comportamento e as preferências dos clientes. Esses dados podem ser utilizados para melhorar a segmentação de marketing, personalizar ofertas e ajustar as estratégias de negócios para melhor atender às necessidades dos clientes.

    Conclusão

    Oferecer programas de fidelidade no setor de turismo não é apenas uma maneira de recompensar os clientes por sua lealdade; é uma estratégia poderosa para impulsionar a retenção, aumentar o valor de vida do cliente e diferenciar sua empresa em um mercado competitivo. Com a personalização crescente e o uso estratégico de dados, os programas de fidelidade podem ser adaptados para atender às necessidades específicas dos clientes, criando um ciclo virtuoso de engajamento e satisfação.

    Conheça a Moblix e veja como ela pode te ajudar na sua agência de viagens. Clique aqui.

    Clique aqui e fique por dentro das notícias de turismo.