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  • De agente a consultor: transformando atendimento

    De agente a consultor: transformando atendimento

    1. A nova postura no turismo premium

    O mercado de turismo de luxo não se resume a passagens em classe executiva ou hotéis cinco estrelas. Ele exige um tipo de atendimento que vai além da venda: é consultoria, curadoria e sensibilidade. Cada detalhe conta, e o papel do agente de viagens se transforma em algo muito mais estratégico.

    Nesse cenário, surge o conceito de agente-consultor. É o profissional que domina destinos, entende o estilo de vida do cliente, antecipa desejos e transforma uma compra em uma experiência exclusiva e memorável. Não se trata apenas de fornecer opções, mas de orientar com autoridade e sofisticação.

    Essa mudança de postura tem grande impacto na fidelização, no ticket médio e na imagem da agência. Quem atua como consultor de viagens conquista um público mais exigente e, muitas vezes, mais rentável.

    2. Do atendimento tradicional à curadoria personalizada

    O agente tradicional oferece pacotes, preços e datas. O consultor de viagens oferece visão, propósito e segurança. Ele não pergunta apenas “para onde você quer ir?”, mas “o que você espera dessa viagem?”, “o que gostaria de sentir?”, “qual o motivo por trás dessa escolha?”

    Com essas perguntas, o consultor passa a montar roteiros que dialogam com os valores e expectativas do cliente. Ele seleciona fornecedores alinhados ao padrão de serviço desejado, considera detalhes como restrições alimentares, preferências culturais, estilo de hospedagem, atividades exclusivas, e até o tipo de companhia com quem o cliente viaja.

    Além disso, há a antecipação inteligente: o consultor sabe quando sugerir um upgrade, quando reservar um restaurante com antecedência e até quando oferecer um presente de boas-vindas no destino — gerando um impacto emocional que reforça a experiência como algo único.

    3. Luxo é sobre tempo, atenção e discrição

    Muitas pessoas associam luxo a ostentação, mas no turismo, luxo tem mais a ver com tempo, exclusividade e atenção aos detalhes. O cliente de alto padrão não quer gastar tempo pesquisando, nem lidar com burocracias. Ele espera que o consultor antecipe problemas e entregue soluções prontas, com total discrição.

    Essa lógica exige uma postura de acompanhamento contínuo. O consultor verifica se a reserva foi confirmada, se o transporte está esperando o cliente, se houve atrasos ou mudanças. Ele se coloca à disposição com discrição e agilidade, criando a sensação de estar sempre por perto, mesmo à distância.

    Luxo é também sentir-se único. Ao lembrar da preferência por uma suíte com banheira ou de uma alergia específica, o consultor mostra que valoriza o cliente em sua individualidade — o que gera uma conexão mais profunda e fideliza com naturalidade.

    4. Ferramentas e mindset de um consultor de viagens de alto padrão

    Para se posicionar como consultor no turismo de luxo, o profissional precisa dominar ferramentas, discurso e postura. Algumas estratégias essenciais:

    • CRM detalhado com histórico de preferências, destinos visitados, aniversários, hábitos de consumo e estilo de viagem.

    • Relatórios comparativos para demonstrar valor, exclusividade e economia de tempo.

    • Plataformas integradas com acesso a fornecedores premium, experiências sob medida e parceiros globais.

    • Comunicação sob medida, com linguagem elegante, objetiva e empática.

    • Mindset consultivo, onde a meta não é empurrar uma venda, mas construir uma relação duradoura, baseada em confiança e transparência.

    É importante destacar que o consultor também precisa investir na própria imagem e qualificação. Frequentar eventos do segmento de luxo, participar de famtours estratégicos, estudar novas tendências e manter uma postura impecável são diferenciais perceptíveis no contato com esse público.

    5. Resultados que vão além do financeiro

    Atuar como consultor em vez de agente traz impactos diretos no ticket médio e no tempo de permanência dos clientes na base. Ao entregar uma experiência superior, o profissional gera mais indicações qualificadas, menos trocas de fornecedor e um ciclo de recompra mais curto.

    Mas os resultados vão além do financeiro. Consultores de viagens se tornam referência para seus clientes. Passam a ser procurados não apenas para vender, mas para orientar. Criam autoridade e recebem confiança para operar até viagens sensíveis, como luas de mel, celebrações, viagens com filhos pequenos ou idosos.

    Além disso, esse posicionamento permite que o consultor escolha seus clientes. Atendendo um número menor de pessoas, mas com maior qualidade e retorno, o profissional reduz o desgaste, melhora sua rentabilidade e ganha mais tempo para focar em estratégia e inovação.

    É uma evolução natural para quem deseja construir uma carreira sólida, admirada e respeitada dentro do mercado de turismo.

  • Agência híbrida: o novo formato que une consultoria presencial e digital

    Agência híbrida: o novo formato que une consultoria presencial e digital

    1. O surgimento da agência híbrida no turismo moderno

    O setor de turismo passou por transformações radicais nos últimos anos. A ascensão da internet e a mudança no comportamento dos consumidores levaram muitas agências de viagens tradicionais a perderem espaço. No entanto, enquanto algumas desapareceram, outras se reinventaram. É nesse contexto que surge o conceito de agência híbrida, um modelo que combina a consultoria presencial com o atendimento e operação digital.

    A proposta é unir o melhor dos dois mundos: a confiança da interação humana e a agilidade da tecnologia. Clientes modernos valorizam a conveniência de resolver tudo online, mas ainda buscam suporte especializado quando precisam de orientação em decisões mais complexas. A agência híbrida atende a essa expectativa com excelência.

    Ao invés de escolher entre o físico ou o digital, a agência híbrida opera em múltiplos canais. Isso a torna mais resiliente, flexível e preparada para as exigências de um público mais informado, multiconectado e exigente.

    2. O perfil do cliente híbrido: digital por natureza, humano por escolha

    O perfil do novo consumidor de turismo é digital, mas não exclusivamente. Ele navega por sites, busca avaliações, faz simulações e compara preços antes mesmo de entrar em contato com uma agência. Ainda assim, quando encontra obstáculos — como dúvidas sobre documentos, destinos pouco conhecidos ou questões de reembolso —, ele deseja a ajuda de um profissional.

    Esse comportamento exige que a agência esteja presente em diversos pontos de contato: site, redes sociais, WhatsApp, telefone, e até mesmo em um espaço físico, ainda que enxuto. Essa presença multicanal permite criar uma jornada fluida, onde o cliente pode começar no digital e finalizar com um atendimento personalizado.

    O cliente híbrido valoriza autonomia, mas também quer acolhimento. Ao se sentir amparado por uma equipe que respeita seu tempo e suas preferências, ele tende a fechar mais negócios e se tornar um promotor da marca.

    3. Como implementar um modelo híbrido funcional e escalável

    Adotar um modelo híbrido não significa apenas ter um site e uma loja. É preciso estruturar um sistema que permita integrar todos os pontos de contato, de forma que o atendimento seja coeso, ágil e inteligente. Algumas ações essenciais incluem:

    • Ter um CRM centralizado, onde todos os dados dos clientes fiquem acessíveis para qualquer atendente, em qualquer canal.

    • Utilizar ferramentas de automação, como envio de propostas, confirmação de pagamentos e lembretes de viagem.

    • Manter um site funcional com motor de reservas, APIs integradas e formulários eficientes.

    • Capacitar a equipe para lidar com linguagem digital e atendimento remoto, via chat, videochamada ou redes sociais.

    • Investir em ambientes físicos que agreguem valor, com foco na experiência, conforto e acolhimento.

    O segredo da escalabilidade está em usar a tecnologia para reduzir retrabalho e liberar os consultores para tarefas mais estratégicas: escuta, personalização e relacionamento.

    4. Benefícios reais do modelo híbrido para agências e clientes

    Agências que adotam o modelo híbrido colhem benefícios práticos rapidamente. O primeiro é a aumento de conversão, pois o cliente tem mais oportunidades de entrar em contato e fechar negócio. Outro ganho é a redução de custo operacional, já que a automação elimina processos manuais e repetições.

    Além disso, o modelo permite atender clientes em qualquer lugar do país, ampliando o alcance da agência sem precisar abrir novas filiais. Com bons canais digitais, é possível vender para outras cidades, estados ou até países.

    O modelo híbrido também fortalece a marca. O consumidor reconhece o valor de uma agência que é tecnológica, mas sem abrir mão do atendimento humano. Isso gera confiança, autoridade e diferenciação no mercado — elementos fundamentais para fidelizar clientes e gerar indicações.

    Do ponto de vista do cliente, a experiência é mais fluida, conveniente e personalizada. Ele pode começar a busca no Instagram, simular pacotes no site, tirar dúvidas no WhatsApp e fechar o negócio pessoalmente — ou fazer tudo digitalmente, se preferir.

    5. O futuro das agências híbridas: tendências e oportunidades

    O futuro do turismo passa pelo modelo híbrido. O consumidor não vai voltar a ser 100% presencial, nem aceitar experiências digitais frias e impessoais. As agências que entenderem isso cedo estarão à frente da concorrência.

    Algumas tendências que já se destacam no modelo híbrido são:

    • Uso de chatbots com inteligência artificial para atendimentos iniciais.

    • Videoconsultorias personalizadas, com envio de roteiros em tempo real.

    • Ambientes físicos pensados como studios de experiência — onde o cliente visualiza viagens com realidade aumentada.

    • Integração com sistemas de fidelização e pagamentos digitais via carteiras virtuais.

    Com plataformas como a Moblix, a implementação desse modelo torna-se acessível até mesmo para pequenos empresários do setor. A plataforma oferece integração de APIs, CRM nativo, motor de reservas, dashboards de performance e suporte para omnichannel — tudo em uma única solução.

    Investir no formato híbrido não é apenas uma adaptação ao presente. É uma escolha estratégica para liderar o futuro do turismo, criando agências mais inteligentes, humanas e preparadas para um mercado em constante transformação.

  • Venda mais com turismo inteligente

    Venda mais com turismo inteligente

    1. O que é turismo inteligente e por que ele está revolucionando o setor?

    O termo “turismo inteligente” vai além do uso de tecnologia no atendimento. Trata-se de uma abordagem estratégica que une dados, automação, personalização e sustentabilidade para melhorar toda a jornada do viajante — desde o momento da busca até o pós-venda.

    Em vez de atuar de forma genérica, agências que adotam essa visão passam a oferecer experiências mais conectadas, personalizadas e previsíveis. Isso impacta diretamente na fidelização do cliente e, consequentemente, no aumento das vendas. Imagine saber qual é o melhor momento para sugerir uma nova viagem ou entender o comportamento de compra de um cliente só com base em interações anteriores. Isso é turismo inteligente na prática.

    A boa notícia? Isso já está ao alcance de qualquer agência com acesso às ferramentas certas.

    2. Dados e automação: os dois pilares que aumentam sua eficiência

    Agências que operam com dados têm acesso a um tesouro escondido. Saber quais destinos são mais procurados por cada faixa etária, identificar padrões de compra por estação ou entender qual canal gera mais conversões são informações valiosas — e monetizáveis.

    A automação entra como força operacional. Enviar e-mails automáticos com sugestões personalizadas, lembrar clientes de renovar vistos, oferecer upgrades antes da viagem… Tudo isso pode ser feito sem intervenção manual.

    Com a plataforma certa, é possível integrar CRM, motores de reservas, APIs de voos e hotéis, e até métodos de pagamento com parcelamento inteligente. O resultado? Economia de tempo e aumento de conversão.

    3. Personalização: como transformar dados em experiências memoráveis

    Turismo inteligente também significa entender que cada cliente é único. A personalização vai além de chamar o cliente pelo nome no e-mail — trata-se de oferecer o destino certo, no momento ideal, com argumentos que ressoem com os desejos daquele viajante.

    Com base em dados de comportamento e preferências, a agência pode montar roteiros personalizados, sugerir experiências locais e até indicar o melhor assento no avião ou tipo de acomodação. Esse nível de cuidado gera um efeito emocional poderoso, que se traduz em avaliações positivas, recomendações e recorrência.

    O cliente sente que está sendo atendido, não apenas vendido.

    4. Canais digitais: por que sua agência precisa estar onde o cliente está

    O consumidor mudou. Ele pesquisa no celular, compara preços no desktop, tira dúvidas no WhatsApp e fecha negócios no Instagram. Se a sua agência não está presente em todos esses canais — ou, pior, está, mas não responde —, está perdendo vendas.

    Adotar uma estrutura omnichannel, com integração de todos os canais em uma única visão de atendimento e marketing, é uma das chaves do turismo inteligente. Além disso, ferramentas como chatbots com IA, formulários interativos e motores de reserva integrados no site ajudam a manter a jornada fluida e sem atritos.

    Mais presença digital significa mais leads, mais oportunidades e mais conversões.

    5. Resultados reais: como dobrar vendas com estratégias aplicadas

    Agências que aplicaram os princípios do turismo inteligente relataram aumentos reais de receita. Em muitos casos, o ticket médio subiu entre 20% e 30% apenas com personalização. Outras viram redução de até 40% no tempo gasto por reserva com automações bem configuradas.

    Plataformas como a Moblix são construídas pensando nesse cenário: integração de APIs, CRM nativo, motores de reserva otimizados, controle financeiro, relatórios e dashboards inteligentes — tudo com o objetivo de empoderar a agência para atuar com inteligência, e não com esforço.

    Mais importante do que dobrar vendas é criar uma operação saudável, previsível e escalável. O turismo inteligente é o caminho para isso.

  • A jornada do cliente no turismo: da descoberta à fidelização

    A jornada do cliente no turismo: da descoberta à fidelização

    Cada cliente é uma jornada (e ela começa antes da venda)

    No turismo, a compra de uma viagem não é impulsiva. Ela começa muito antes do clique no botão “comprar”. O cliente pesquisa, compara, sonha, lê avaliações, conversa com amigos e analisa cada detalhe. Isso forma a jornada do cliente — um ciclo que vai da descoberta à fidelização.

    Agências que dominam essa jornada têm vantagem. Elas entendem o que o cliente precisa em cada fase, ajustam a comunicação com precisão e entregam o que ele espera (ou mais).

    E mais do que acompanhar, hoje é possível automatizar essa jornada com inteligência. Dados, comportamento digital e ferramentas de marketing permitem que sua agência esteja presente no momento certo, com a mensagem certa.

    Etapa 1: Descoberta — quando o cliente ainda não sabe que quer comprar

    Na fase de descoberta, o cliente ainda está apenas sonhando. Ele pode ver um post de um amigo, ouvir alguém falar sobre um destino ou esbarrar com um anúncio. É o momento de despertar o interesse.

    Aqui, o conteúdo é rei. Blog posts, vídeos, reels, e-books e até testes do tipo “qual tipo de viajante você é?” ajudam a capturar atenção. O objetivo é gerar reconhecimento e tráfego qualificado.

    Com ferramentas como Moblix, é possível criar páginas otimizadas para SEO, publicar conteúdos relevantes e integrar com campanhas de tráfego pago para alcançar quem está começando a jornada. Esse é o primeiro ponto de contato — e precisa ser memorável.

    Etapa 2: Consideração — quando o cliente começa a pesquisar

    Depois de despertar o interesse, o cliente entra em modo análise. Ele começa a comparar agências, pacotes, preços, roteiros e experiências. É aqui que as avaliações, provas sociais e diferenciais fazem toda a diferença.

    Neste estágio, sua agência precisa mostrar autoridade e facilitar a tomada de decisão. Landing pages específicas, vídeos explicativos, comparativos, depoimentos reais e chat com atendimento rápido ajudam a quebrar objeções.

    Automação entra com força aqui. Um lead que baixou um e-book ou clicou em uma oferta pode receber uma sequência de e-mails com informações progressivas, respondendo dúvidas comuns e reforçando benefícios. Essa nutrição automatizada aproxima o cliente da compra — sem exigir esforço humano constante.

    Etapa 3: Decisão — quando o cliente está pronto para fechar

    Chegamos ao ponto crítico. O cliente está pronto para decidir, mas ainda precisa de segurança. Detalhes mal explicados, formulários ruins ou respostas lentas podem estragar tudo.

    Sua agência precisa oferecer um processo fluido, confiável e humano. Checkout simplificado, atendimento consultivo e clareza na proposta são fundamentais. Automação, aqui, atua com alertas internos para o time comercial agir rápido e com mensagens personalizadas reforçando o valor da oferta.

    Recursos como abandono de carrinho, gatilhos de urgência reais e sugestões finais de upgrade fazem toda a diferença.

    Se tudo for bem conduzido, a venda acontece — mas a jornada ainda não acabou.

    Etapa 4: Experiência e pós-venda — onde a fidelização começa

    Muita agência relaxa depois que o cliente paga. Mas é justamente no pós-venda que a fidelização se constrói. Acompanhamento, suporte durante a viagem, envio de dicas, roteiros e até mensagens de “boa viagem” fazem o cliente sentir que não está sozinho.

    Depois da viagem, é hora de colher feedback, pedir depoimentos e já plantar a próxima compra. Um bom sistema envia mensagens automáticas com questionários simples e oferece bônus para quem indica amigos.

    Além disso, os dados dessa viagem alimentarão os próximos passos: preferências, duração ideal, tipo de hotel, experiências favoritas. Isso cria um histórico rico que permite sugestões futuras muito mais precisas.

    Dados e automação: o que transforma a jornada em máquina de vendas

    Toda essa jornada pode (e deve) ser impulsionada por dados. As interações do cliente — desde o clique no blog até o feedback pós-viagem — formam um perfil que deve ser analisado, segmentado e aproveitado.

    Com ferramentas integradas, como a Moblix, é possível usar esses dados para:

    • Segmentar leads por interesse e estágio da jornada.

    • Automatizar campanhas por perfil e comportamento.

    • Monitorar indicadores como taxa de conversão por fase.

    • Criar ações de fidelização com base no histórico.

    O cliente não quer mais ser tratado como número. Mas também não quer que tudo dependa de atendimento manual. A resposta está no equilíbrio: dados para entender, automação para escalar e toque humano para encantar.

    Entender e automatizar a jornada não é apenas uma questão de eficiência — é uma forma de criar uma experiência memorável do primeiro contato à próxima viagem.

  • Roteiros dinâmicos: como oferecer pacotes flexíveis

    Roteiros dinâmicos: como oferecer pacotes flexíveis

    A rigidez dos pacotes tradicionais não convence mais

    Durante muito tempo, as agências trabalharam com pacotes prontos: datas fixas, roteiros fechados, hospedagens e passeios padronizados. Mas os novos consumidores — principalmente os digitais — buscam liberdade, controle e personalização. Eles querem ajustar a experiência ao próprio estilo de vida, não o contrário.

    Oferecer apenas roteiros engessados afasta clientes exigentes e reduz a chance de conversão. Já os pacotes flexíveis, com possibilidade de montar etapas do roteiro, trocar opções e combinar experiências, criam uma sensação de protagonismo que encanta e fideliza.

    Flexibilidade não é bagunça. É estratégia de venda baseada em escolha — e quem escolhe, se engaja.

    O que são roteiros dinâmicos e como funcionam

    Um roteiro dinâmico é aquele que permite ajustes em tempo real pelo cliente ou com apoio do consultor. Ele oferece um “esqueleto” básico (ex: destino, período, estrutura), mas com módulos que podem ser personalizados conforme o perfil do viajante.

    Exemplos:

    • Trocar um passeio em grupo por um tour privado.

    • Escolher entre 3 categorias de hospedagem.

    • Adicionar experiências como aulas de culinária ou voo de balão.

    • Selecionar o ritmo do roteiro: intenso, equilibrado ou leve.

    Esses pacotes podem ser montados por meio de ferramentas no site da agência ou enviados como propostas editáveis. O cliente sente que o roteiro foi moldado para ele — e não o contrário.

    Com soluções como Moblix, a agência pode cadastrar essas opções em blocos e montar páginas de venda com variantes ajustáveis. Isso permite escalar a personalização sem comprometer a operação.

    Benefícios para o cliente e para a agência

    Para o cliente, a vantagem é clara: ele sente que está comprando algo feito sob medida, com liberdade para montar a experiência que deseja viver. Isso aumenta o envolvimento emocional com a compra e reduz a chance de arrependimento.

    Para a agência, os roteiros dinâmicos trazem outros ganhos:

    • Aumento da taxa de fechamento: quando o cliente sente que está sendo ouvido, ele tende a comprar.

    • Maior ticket médio: opções adicionais criam oportunidades de upsell naturais.

    • Menos retrabalho: ao dar opções logo de início, evita-se a troca de e-mails para ajustes.

    • Segmentação inteligente: o próprio comportamento do cliente ao montar o pacote revela seu perfil — e isso alimenta estratégias futuras.

    A flexibilidade faz com que sua agência não venda apenas um destino, mas um estilo de viagem.

    Estratégias para vender pacotes flexíveis com eficiência

    Nem sempre o cliente sabe o que pode personalizar — por isso, sua agência precisa orientar de forma estratégica. Veja algumas táticas:

    • Mostre o básico e destaque o possível: “Pacote base: 5 noites + city tour. Quer incluir experiências gastronômicas ou um dia extra no campo?”

    • Use gatilhos visuais: ícones, cores e frases como “adicione ao seu roteiro” ou “monte do seu jeito” aumentam a interação.

    • Ofereça sugestões inteligentes: com base em outros viajantes ou no perfil de navegação.

    • Apresente o valor extra como upgrade, não custo: “Por apenas R$ 150 a mais, torne sua experiência inesquecível com um jantar panorâmico.”

    Além disso, é importante simplificar. Muitas opções confusas causam paralisia. Use categorias bem definidas e limite as escolhas para manter a clareza.

    Flexibilidade como diferencial competitivo

    Em um cenário onde grandes OTAs oferecem volume, sua agência precisa se diferenciar pela experiência. Roteiros dinâmicos são uma das formas mais eficazes de mostrar que você entende o que o cliente quer — mesmo antes dele pedir.

    Além disso, esses pacotes geram mais engajamento nas campanhas. Frases como “Monte seu roteiro para o Nordeste” ou “Viaje com liberdade: escolha o que importa para você” têm mais apelo do que chamadas genéricas.

    Esse modelo também favorece o relacionamento contínuo. O cliente que sente que montou algo próprio tende a voltar para montar mais — e a indicar sua agência como uma que escuta, entende e entrega.

    No fim, vender viagem é vender liberdade. E liberdade se traduz em opções. Quando sua agência domina os roteiros dinâmicos, ela sai do lugar comum e entra no radar dos novos viajantes.

  • O poder das avaliações:como depoimentos aumentam a conversão

    O poder das avaliações:como depoimentos aumentam a conversão

    Confiança vende mais do que desconto

    No turismo, onde o cliente compra algo intangível — uma promessa de experiência — a confiança é o principal fator de decisão. Ele não pode experimentar o pacote antes de viajar. Então, ele busca segurança. E a forma mais poderosa de transmiti-la é por meio da voz de outros clientes.

    Depoimentos, avaliações, notas e vídeos de quem já comprou transformam seu pacote em algo palpável. O que era só um roteiro passa a ser uma história real, com gente de verdade contando o que viveu. Isso cria um efeito de validação emocional e racional — e derruba objeções como “será que vai dar certo?”, “e se for furada?”, “vale mesmo esse valor?”.

    Hoje, mais de 90% das pessoas checam avaliações antes de tomar uma decisão de compra. Se sua agência não mostra isso, perde espaço para quem mostra.

    Tipos de prova social que funcionam

    Nem toda avaliação tem o mesmo peso. O ideal é misturar diferentes formatos para gerar credibilidade com mais impacto. Veja os principais:

    • Depoimentos em texto com nome e foto: simples, diretos e poderosos. Quanto mais específicos (ex: “Fechamos o pacote para Atacama e adoramos o tour pelos gêiseres!”), mais confiáveis.

    • Avaliações com nota (estrelas): geram efeito imediato de credibilidade. Um pacote com 4,8/5 transmite qualidade visual em segundos.

    • Vídeos curtos de clientes: transmitem emoção e espontaneidade. Mesmo sem produção profissional, funcionam muito bem nas redes.

    • Capturas de WhatsApp ou redes sociais: prints reais de agradecimentos funcionam como prova informal de satisfação.

    • Estatísticas de clientes satisfeitos: “Mais de 1200 viajantes atendidos em 2024” também reforçam autoridade.

    O importante é sempre mostrar o real. Fake reviews são facilmente percebidas e causam o efeito contrário: desconfiança.

    Onde e como exibir avaliações para vender mais

    Não adianta esconder as avaliações no rodapé do site. Elas precisam estar estrategicamente posicionadas onde o cliente está tomando decisões.

    No site, coloque depoimentos nas páginas de pacotes, próximos ao botão de compra ou formulário de contato. Eles funcionam como uma injeção de confiança no momento certo.

    Em anúncios, usar trechos reais de avaliações com aspas pode aumentar a taxa de cliques. Exemplo: “Foi a viagem da nossa vida!” — Carla e Marcos.

    Nas redes sociais, intercale seus conteúdos com vídeos ou artes destacando avaliações. Isso humaniza sua marca e reforça o que já foi entregue com sucesso.

    Nos e-mails, use depoimentos para reforçar campanhas específicas. “Olha o que nossos clientes dizem sobre esse roteiro”.

    A chave está em exibir o certo, no momento certo, com o mínimo de fricção.

    Como coletar avaliações com eficiência

    Muita agência perde boas avaliações simplesmente porque não pede. A coleta deve ser automatizada e pensada como parte natural da jornada do cliente.

    Logo após a viagem, envie um e-mail automático agradecendo pela confiança e pedindo um depoimento. Torne o processo fácil: link direto, formulário com opções simples ou botão para gravar um vídeo curto.

    Outra dica é oferecer incentivos simbólicos: um cupom de desconto na próxima compra, prioridade em novas ofertas ou até um mimo digital. Isso aumenta a taxa de retorno sem parecer compra de opinião.

    Também vale entrar em contato direto com clientes mais engajados para depoimentos em vídeo ou cases mais elaborados. Aproveite os defensores da sua marca — eles têm mais impacto do que qualquer campanha.

    Avaliação negativa também é oportunidade

    Nenhum negócio é perfeito — e avaliações negativas podem acontecer. O importante é saber lidar com elas de forma estratégica e honesta. Nunca apague ou ignore. Responda com empatia, mostre que está resolvendo e aprenda com o feedback.

    Muitas vezes, uma resposta transparente e ágil transforma um cliente insatisfeito em promotor. Além disso, avaliações neutras ou negativas, quando bem geridas, aumentam a credibilidade das positivas. Elas mostram que os comentários são reais.

    A presença digital da sua agência deve ser viva. Depoimentos mostram que você entrega, se importa e evolui. E, no final das contas, o que faz o cliente clicar em “comprar” não é o pacote mais barato — é o que transmite mais segurança.

  • Como usar inteligência artificial para criar pacotes de viagem

    Como usar inteligência artificial para criar pacotes de viagem

    Personalização é o novo padrão

    Nos últimos anos, a expectativa do consumidor mudou drasticamente. Hoje, ele quer sentir que a experiência foi feita para ele — e isso vale para o turismo. Não basta oferecer um pacote genérico para “Europa em 10 dias”. O cliente quer um roteiro que combine com seu estilo de viagem, suas preferências de hospedagem, seus interesses culturais ou gastronômicos.

    É aqui que entra a inteligência artificial. Mais do que uma tendência, ela se tornou uma ferramenta concreta para transformar o atendimento e a criação de produtos turísticos. Com IA, é possível entender padrões de comportamento, identificar desejos ocultos e oferecer sugestões altamente personalizadas com base em dados reais.

    Para as agências, isso significa oferecer mais valor, fechar mais vendas e fidelizar mais clientes.

    Como a IA entende o perfil do viajante

    A base da IA está nos dados. Cada clique, busca, interação ou compra gera um rastro de informação que, quando bem analisado, revela muito sobre o que o cliente quer — às vezes antes mesmo que ele saiba.

    Imagine um visitante que acessa o site da sua agência e passa mais tempo vendo pacotes com natureza, experiências locais e hospedagens simples. Ao mesmo tempo, ele ignora ofertas de resorts, passagens de executiva e roteiros tradicionais. A IA cruza esses dados com outros usuários semelhantes e começa a identificar um padrão: esse cliente provavelmente é do tipo “viajante explorador”.

    Com esse perfil em mãos, a plataforma pode sugerir automaticamente pacotes que tenham a ver com esse estilo: trilhas na Patagônia, retiros na Chapada dos Veadeiros, hostels boutique em vilarejos europeus. A chance de conversão aumenta — porque a oferta conversa com o desejo.

    IA para montar roteiros em tempo real

    Outra aplicação poderosa da IA é a montagem dinâmica de pacotes. Ao invés de mostrar pacotes prontos, a agência pode permitir que o cliente monte seu roteiro — e a IA sugere complementos inteligentes com base nas escolhas.

    Se ele escolheu Paris, o sistema pode sugerir Bruges, Lyon ou Amsterdã como extensões. Se ele selecionou um hotel romântico, pode oferecer passeios de balão, jantares especiais ou city tours privativos.

    Essas sugestões podem ser exibidas em tempo real no carrinho, em popups personalizados ou até por e-mail após a visita ao site.

    Com isso, a agência não só melhora a experiência do cliente como aumenta o ticket médio com vendas adicionais.

    Integrações que viabilizam a IA

    Para aplicar IA de forma eficiente, sua agência precisa de ferramentas que conversem entre si. O ideal é ter um ecossistema digital conectado: site, CRM, sistema de reservas, e-mail marketing e automações.

    Plataformas como a Moblix já oferecem esse tipo de estrutura. Com ela, é possível conectar o comportamento do cliente no site às ações de marketing, acompanhar quais pacotes ele visualizou e automatizar ofertas com base em inteligência.

    Além disso, soluções com IA nativa (ou conectáveis a APIs de IA) permitem que você configure fluxos como:

    • Sugerir destinos com base no histórico de viagens.

    • Enviar recomendações baseadas no clima da semana ou promoções relâmpago.

    • Adaptar a linguagem da oferta de acordo com o perfil de comportamento (mais técnica, mais emocional ou mais direta).

    Esse nível de personalização, que seria impossível de executar manualmente, passa a ser escalável com a ajuda da inteligência artificial.

    Mais vendas, menos retrabalho

    Ao aplicar IA na criação de pacotes personalizados, sua agência resolve dois grandes problemas: aumenta a conversão e reduz o retrabalho. Isso porque o cliente já recebe ofertas mais aderentes, precisa de menos ajustes e se sente mais seguro para concluir a compra.

    O tempo gasto com idas e vindas de orçamentos também diminui. A IA pode oferecer uma primeira versão altamente precisa do que o cliente deseja, e o agente só precisa ajustar detalhes — como datas, voos ou atividades específicas.

    No longo prazo, essa agilidade gera mais produtividade, melhores resultados e um posicionamento diferenciado no mercado. Enquanto muitas agências ainda trabalham com planilhas e respostas padrão, sua operação se transforma em uma plataforma viva, que aprende e evolui com cada interação.

    A personalização deixou de ser luxo. Com IA, ela é escala. E no turismo, onde vender é tocar sonhos, entregar o pacote certo para a pessoa certa é o que constrói marcas fortes e memoráveis.

  • O Que Mudou no Viajante de 2025

    O Que Mudou no Viajante de 2025

    Em um mundo onde a tecnologia dita o ritmo e as experiências personalizadas são prioridade, o perfil do viajante em 2025 já não é o mesmo de alguns anos atrás. As agências que desejam se manter competitivas precisam acompanhar essa transformação de perto. Neste artigo, você vai entender como o comportamento dos viajantes mudou – e o que sua agência pode (e deve) fazer agora mesmo.

    1. O viajante está mais exigente – e bem informado

    Em 2025, os consumidores pesquisam tudo antes de viajar. Eles comparam preços, buscam avaliações, assistem a vídeos de experiências reais e leem conteúdos em blogs e redes sociais.
    A decisão de compra não é mais rápida ou impulsiva. O novo viajante quer segurança, personalização e conveniência, tudo em uma experiência só.

    O que sua agência deve fazer:
    Invista em conteúdo educativo e informativo. Mostre autoridade e crie confiança com seus seguidores. Mais do que vender, é preciso orientar.

    2. Experiências personalizadas são prioridade

    Viagens genéricas perderam espaço. O viajante de 2025 busca experiências que façam sentido com sua identidade, estilo de vida e objetivos. Ele quer explorar lugares autênticos, vivenciar a cultura local e evitar os pacotes “engessados”.

    O que sua agência deve fazer:
    Use os dados do seu cliente a favor. Crie filtros, perguntas estratégicas e segmentações para entregar ofertas realmente relevantes. Plataformas como a Moblix te ajudam a organizar isso com inteligência.

    3. A jornada de compra é cada vez mais digital (e automatizada)

    Hoje, o viajante espera respostas rápidas, opções disponíveis em tempo real e um atendimento fluido – especialmente pelo WhatsApp, redes sociais e e-mail. A paciência para esperar um orçamento por dias já não existe.

    O que sua agência deve fazer:
    Invista em automações e chatbots inteligentes. Automatize as etapas que não precisam de interação humana, e mantenha o atendimento humanizado nos momentos-chave. A Moblix já te oferece esse equilíbrio.

    4. Confiança e segurança viraram pré-requisitos

    Golpes, fraudes e problemas com reservas online tornaram o cliente mais cuidadoso. Em 2025, o viajante quer garantir que está comprando de uma agência confiável, com suporte real e soluções rápidas.

    O que sua agência deve fazer:
    Reforce sua autoridade e reputação online. Mostre depoimentos, avaliações e cases reais. Utilize recursos como o Moblix Protect Fraud para proteger transações e oferecer mais tranquilidade ao cliente.

    5. Viagens conscientes e com propósito estão em alta

    Mais do que turismo, as pessoas querem vivências com impacto: social, ambiental ou pessoal. Há um crescimento visível na busca por destinos sustentáveis, roteiros voluntários ou retiros de autoconhecimento.

    O que sua agência deve fazer:
    Traga opções diferentes no seu portfólio. Aposte em nichos e tendências que conectem o viajante com valores e causas. Isso fortalece o relacionamento e aumenta a fidelização.

    Conclusão

    O viajante de 2025 é digital, consciente e muito mais criterioso. As agências que desejam se manter relevantes precisam ir além da venda: é preciso informar, automatizar, proteger e encantar.

    Adaptar-se a essas mudanças não é mais uma escolha, é uma necessidade. E com a tecnologia certa, como a da Moblix, sua agência pode transformar esses desafios em grandes oportunidades.