Tag: automação de marketing

  • A jornada do cliente no turismo: da descoberta à fidelização

    A jornada do cliente no turismo: da descoberta à fidelização

    Cada cliente é uma jornada (e ela começa antes da venda)

    No turismo, a compra de uma viagem não é impulsiva. Ela começa muito antes do clique no botão “comprar”. O cliente pesquisa, compara, sonha, lê avaliações, conversa com amigos e analisa cada detalhe. Isso forma a jornada do cliente — um ciclo que vai da descoberta à fidelização.

    Agências que dominam essa jornada têm vantagem. Elas entendem o que o cliente precisa em cada fase, ajustam a comunicação com precisão e entregam o que ele espera (ou mais).

    E mais do que acompanhar, hoje é possível automatizar essa jornada com inteligência. Dados, comportamento digital e ferramentas de marketing permitem que sua agência esteja presente no momento certo, com a mensagem certa.

    Etapa 1: Descoberta — quando o cliente ainda não sabe que quer comprar

    Na fase de descoberta, o cliente ainda está apenas sonhando. Ele pode ver um post de um amigo, ouvir alguém falar sobre um destino ou esbarrar com um anúncio. É o momento de despertar o interesse.

    Aqui, o conteúdo é rei. Blog posts, vídeos, reels, e-books e até testes do tipo “qual tipo de viajante você é?” ajudam a capturar atenção. O objetivo é gerar reconhecimento e tráfego qualificado.

    Com ferramentas como Moblix, é possível criar páginas otimizadas para SEO, publicar conteúdos relevantes e integrar com campanhas de tráfego pago para alcançar quem está começando a jornada. Esse é o primeiro ponto de contato — e precisa ser memorável.

    Etapa 2: Consideração — quando o cliente começa a pesquisar

    Depois de despertar o interesse, o cliente entra em modo análise. Ele começa a comparar agências, pacotes, preços, roteiros e experiências. É aqui que as avaliações, provas sociais e diferenciais fazem toda a diferença.

    Neste estágio, sua agência precisa mostrar autoridade e facilitar a tomada de decisão. Landing pages específicas, vídeos explicativos, comparativos, depoimentos reais e chat com atendimento rápido ajudam a quebrar objeções.

    Automação entra com força aqui. Um lead que baixou um e-book ou clicou em uma oferta pode receber uma sequência de e-mails com informações progressivas, respondendo dúvidas comuns e reforçando benefícios. Essa nutrição automatizada aproxima o cliente da compra — sem exigir esforço humano constante.

    Etapa 3: Decisão — quando o cliente está pronto para fechar

    Chegamos ao ponto crítico. O cliente está pronto para decidir, mas ainda precisa de segurança. Detalhes mal explicados, formulários ruins ou respostas lentas podem estragar tudo.

    Sua agência precisa oferecer um processo fluido, confiável e humano. Checkout simplificado, atendimento consultivo e clareza na proposta são fundamentais. Automação, aqui, atua com alertas internos para o time comercial agir rápido e com mensagens personalizadas reforçando o valor da oferta.

    Recursos como abandono de carrinho, gatilhos de urgência reais e sugestões finais de upgrade fazem toda a diferença.

    Se tudo for bem conduzido, a venda acontece — mas a jornada ainda não acabou.

    Etapa 4: Experiência e pós-venda — onde a fidelização começa

    Muita agência relaxa depois que o cliente paga. Mas é justamente no pós-venda que a fidelização se constrói. Acompanhamento, suporte durante a viagem, envio de dicas, roteiros e até mensagens de “boa viagem” fazem o cliente sentir que não está sozinho.

    Depois da viagem, é hora de colher feedback, pedir depoimentos e já plantar a próxima compra. Um bom sistema envia mensagens automáticas com questionários simples e oferece bônus para quem indica amigos.

    Além disso, os dados dessa viagem alimentarão os próximos passos: preferências, duração ideal, tipo de hotel, experiências favoritas. Isso cria um histórico rico que permite sugestões futuras muito mais precisas.

    Dados e automação: o que transforma a jornada em máquina de vendas

    Toda essa jornada pode (e deve) ser impulsionada por dados. As interações do cliente — desde o clique no blog até o feedback pós-viagem — formam um perfil que deve ser analisado, segmentado e aproveitado.

    Com ferramentas integradas, como a Moblix, é possível usar esses dados para:

    • Segmentar leads por interesse e estágio da jornada.

    • Automatizar campanhas por perfil e comportamento.

    • Monitorar indicadores como taxa de conversão por fase.

    • Criar ações de fidelização com base no histórico.

    O cliente não quer mais ser tratado como número. Mas também não quer que tudo dependa de atendimento manual. A resposta está no equilíbrio: dados para entender, automação para escalar e toque humano para encantar.

    Entender e automatizar a jornada não é apenas uma questão de eficiência — é uma forma de criar uma experiência memorável do primeiro contato à próxima viagem.

  • Marketing automatizado vs marketing humano

    Marketing automatizado vs marketing humano

    Automação: o braço invisível que multiplica resultados

    A automação de marketing veio para ficar — e com bons motivos. Ela economiza tempo, padroniza processos e permite que a agência alcance milhares de pessoas de forma escalável. Com ferramentas como fluxos de e-mail, mensagens segmentadas e campanhas baseadas em comportamento, é possível manter o cliente engajado do primeiro clique até o pós-venda.

    Para agências de turismo, isso significa lembrar o cliente de um orçamento enviado, sugerir pacotes parecidos com os que ele visualizou, ou enviar uma oferta no exato momento em que ele está mais propenso a comprar. E tudo isso pode ser feito com um sistema bem configurado, sem intervenção manual.

    No entanto, apesar da eficiência, a automação tem um limite: ela não substitui o afeto, a empatia ou a capacidade de improvisar diante de situações humanas. É por isso que saber equilibrar os dois mundos é tão vital.

    O fator humano que transforma leads em defensores

    Marketing humano é aquele que conecta. É o e-mail escrito com empatia, o atendimento que escuta antes de oferecer, a chamada de vídeo com um especialista que realmente se importa com os desejos do cliente. Isso não pode — e nem deve — ser automatizado.

    No turismo, vender é entender o sonho por trás da viagem. É saber que o pacote para Fernando de Noronha não é só uma venda, mas uma celebração de aniversário de casamento. É perceber que aquela viagem para Portugal é a primeira vez que o cliente vai sair do país — e ele precisa de segurança, não só de preços baixos.

    Quando esse tipo de conexão acontece, o cliente para de ser “lead” e passa a ser defensor da marca. E isso vale mais do que qualquer taxa de abertura.

    Onde automatizar sem perder a alma

    O segredo está em saber onde a automação agrega valor e onde ela deve parar. Enviar e-mails de boas-vindas, lembretes de pagamento, atualizações de status e conteúdos relevantes pode (e deve) ser feito automaticamente. É funcional, prático e esperado.

    Mas quando o cliente responde um e-mail ou abre um canal de comunicação direta, a conversa deve voltar a ser humana. Bots que não entendem a dúvida real ou respostas padronizadas demais acabam criando frustração. O ideal é usar a automação como porta de entrada — e não como barreira.

    Outro ponto de equilíbrio está na personalização inteligente. Com as plataformas certas, é possível automatizar mensagens que parecem escritas sob medida. Usar o nome do cliente, o destino que ele buscou e até o tipo de perfil dele torna a experiência automatizada mais calorosa.

    Quando o toque humano vira diferencial

    Há momentos em que só o humano resolve. Atendimento a clientes indecisos, situações delicadas, dúvidas complexas, ajustes de última hora — são nessas horas que o diferencial aparece. Um bom vendedor sabe quando silenciar, quando encantar e quando oferecer algo extra para fechar a venda.

    Além disso, o toque humano é essencial na criação de conteúdo mais profundo: roteiros personalizados, consultorias de viagem, recomendações baseadas em experiências próprias. Isso não pode ser copiado por IA — e é justamente isso que fortalece a autoridade e a imagem da agência.

    Inclusive, muitos consumidores estão dispostos a pagar mais por um atendimento humano que gera segurança e empatia. Em um mundo cheio de automação fria, a gentileza virou luxo.

    Equilíbrio ideal: o marketing híbrido que escala com qualidade

    O marketing do futuro é híbrido. Ele começa com automação inteligente e termina com relacionamento real. Plataformas como a Moblix permitem montar fluxos automáticos, integrar CRM, segmentar público e ainda manter espaço para interação pessoal.

    O ideal é criar processos onde a automação “abre portas” e o humano “entra na sala”. Ou seja: o sistema atrai, aquece, entrega valor — mas a venda final, o ajuste do roteiro ou a fidelização acontece em contato direto com um profissional.

    Esse modelo híbrido permite que agências escalem sem perder identidade. Você pode atender 1.000 leads por mês e ainda assim fazer com que cada um se sinta único. E é exatamente isso que faz com que sua agência seja lembrada — e recomendada.

  • Campanhas de e-mail marketing

    Campanhas de e-mail marketing

    O email marketing continua sendo uma ferramenta poderosa para o setor turístico, permitindo que empresas conectem-se diretamente com seus clientes, promovam destinos e impulsionem as vendas. Ao criar campanhas de email marketing personalizadas e envolventes, é possível construir relacionamentos duradouros e converter leads em clientes.

    Por que o Email Marketing é Essencial para o Turismo?

    • Segmentação: Permite direcionar mensagens específicas para diferentes segmentos de clientes, como famílias, casais ou viajantes solo.
    • Personalização: A personalização das mensagens aumenta o engajamento e a relevância, tornando o cliente se sentir especial.
    • Automação: As campanhas podem ser automatizadas, economizando tempo e recursos.
    • Mensuração: É possível acompanhar os resultados das campanhas e fazer ajustes para otimizá-las.
    • Custo-benefício: O email marketing é uma das formas mais custo-eficientes de alcançar um grande número de pessoas.

    Criando Campanhas de Email Marketing Eficazes para o Turismo

    1. Construa um Banco de Dados de Qualidade:

      • Colete emails de forma ética e transparente, oferecendo algo em troca (e-books, descontos, etc.).
      • Segmente sua lista com base em interesses, comportamentos e dados demográficos.
    2. Crie Conteúdo Relevante e Personalizado:

      • Ofereça conteúdo de valor, como guias de viagem, dicas de destinos, promoções exclusivas e histórias inspiradoras.
      • Personalize as mensagens utilizando o nome do destinatário e referências a suas preferências.
      • Utilize uma linguagem clara e concisa, com um tom de voz que reflita a identidade da sua marca.
    3. Design Atraente e Responsivo:

      • Utilize templates profissionais e responsivos que se adaptem a diferentes dispositivos.
      • Inclua imagens de alta qualidade que transmitam a beleza do destino.
      • Mantenha um layout limpo e organizado, facilitando a leitura.
    4. Chamadas para Ação Claras e Concisas:

      • Utilize botões de chamada para ação (CTAs) claros e concisos, direcionando o leitor para a ação desejada (fazer uma reserva, solicitar um orçamento, etc.).
      • Crie um senso de urgência com ofertas por tempo limitado.
    5. Assunto Irresistível:

      • O assunto do email é fundamental para chamar a atenção do destinatário.
      • Utilize palavras-chave relevantes, crie curiosidade e ofereça um benefício claro.
    6. Teste e Otimize:

      • Faça testes A/B para comparar diferentes versões de seus emails e identificar o que funciona melhor.
      • Acompanhe as métricas de abertura, cliques, conversões e desinscrições para otimizar suas campanhas.

    Ideias de Campanhas de Email Marketing para o Turismo:

    • Boas-vindas: Dê as boas-vindas aos novos assinantes com uma oferta especial ou um guia de viagem personalizado.
    • Promoções e Descontos: Ofereça descontos exclusivos, pacotes promocionais e ofertas sazonais.
    • Eventos e Festivais: Promova eventos locais, festivais e feriados, oferecendo pacotes especiais para seus clientes.
    • Histórias de Viagem: Compartilhe histórias inspiradoras de outros viajantes, mostrando como foi a experiência deles em seu destino.
    • Dicas de Viagem: Crie guias de viagem com dicas úteis sobre o destino, como restaurantes, atrações e atividades.
    • Programas de Fidelidade: Recompense seus clientes mais fiéis com benefícios exclusivos e ofertas personalizadas.

    Exemplos de Assuntos de Email:

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    Conclusão

    O email marketing é uma ferramenta poderosa para o setor turístico, permitindo que as empresas conectem-se com seus clientes de forma personalizada e eficaz. Ao criar campanhas relevantes e envolventes, é possível aumentar as vendas, construir relacionamentos duradouros e fortalecer a marca.

    Lembre-se que o sucesso do email marketing depende da construção de um banco de dados de qualidade, da criação de conteúdo relevante e da personalização das mensagens. Ao seguir as dicas apresentadas neste artigo, você estará no caminho certo para alcançar seus objetivos de marketing no setor turístico.

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