Categoria: Agente de turismo

  • A Arte de Fechar Viagens no WhatsApp

    A Arte de Fechar Viagens no WhatsApp

    1. A Arte de Fechar Viagens no WhatsApp

    O WhatsApp se tornou o principal canal de comunicação entre agências de turismo e seus clientes. Pela praticidade, agilidade e proximidade, é possível transformar uma simples conversa em uma venda completa de viagem. Mas, para isso, é necessário dominar a arte da comunicação comercial pelo aplicativo.

    Fechar viagens no WhatsApp vai além de responder perguntas. Envolve construir uma relação de confiança, entender as necessidades do cliente, apresentar as soluções certas no momento certo e conduzir a conversa com empatia e foco. Quando bem feito, esse canal pode ser mais poderoso do que qualquer e-mail ou ligação telefônica.

    2. A Arte de Fechar Viagens no WhatsApp

    Tudo começa com um primeiro contato bem estruturado. Ao receber uma mensagem de interesse, responda rapidamente, mesmo que com uma mensagem automática personalizada. O tempo de resposta influencia diretamente a conversão — quanto mais rápida e atenciosa for sua resposta, maior a chance de manter o interesse do cliente.

    Seja cordial, direto e profissional. Chame a pessoa pelo nome, agradeça o contato e demonstre interesse real em ajudá-la. Exemplo: “Olá, Carla! Tudo bem? Obrigado por falar com a [nome da agência]! Vou te ajudar a encontrar a viagem ideal. Você já tem uma data ou destino em mente?”

    Evite usar textos muito longos ou respostas frias. Use uma linguagem amigável, mas objetiva. Mostre que você está ali para resolver, não para enrolar. Clientes valorizam atenção, clareza e agilidade.

    3. A Arte de Fechar Viagens no WhatsApp

    Depois do contato inicial, é hora de entender o perfil e a necessidade do cliente. Faça perguntas estratégicas, mas sem parecer um questionário. Pergunte sobre o estilo de viagem, quem vai, orçamento estimado e expectativa com a experiência. Essas respostas serão fundamentais para montar uma proposta certeira.

    Apresente a proposta de forma simples e visual. Use PDFs com imagens, mensagens organizadas em tópicos e até áudios explicando os diferenciais. Mande links com vídeos dos destinos ou experiências de clientes anteriores. Use emojis com moderação para destacar pontos importantes como datas, valores e diferenciais.

    Evite enviar várias opções de uma vez. Isso gera confusão e indecisão. Prefira uma ou duas propostas bem alinhadas com o que a pessoa deseja. Dê contexto: “Recomendo esse hotel porque ele tem ótima localização e café incluso, ideal para o que você me falou.”

    4. A Arte de Fechar Viagens no WhatsApp

    Com a proposta enviada, comece o processo de conversão. Mantenha o contato vivo com mensagens de acompanhamento. Mas nada de cobrar: em vez de perguntar “vai fechar?”, diga “Conseguiu ver a proposta? Tem algo que posso ajustar?”. Isso mostra cuidado, não pressão.

    Utilize gatilhos mentais com ética: escassez real de vagas, prazos de tarifas promocionais, bônus limitados como um passeio incluso ou upgrade de categoria. Exemplo: “Essa tarifa com aéreo incluso está garantida até amanhã. Posso reservar para você sem compromisso?”

    O pagamento também deve ser facilitado. Já envie as opções com instruções claras: Pix, parcelamento, link seguro ou boleto. Se possível, use ferramentas como WhatsApp Business com catálogo, etiquetas de status e respostas automáticas para otimizar o processo.

    5. A Arte de Fechar Viagens no WhatsApp

    Mesmo após o fechamento, continue presente. Envie uma mensagem de agradecimento personalizada, atualizações da viagem e lembretes com carinho. Esse cuidado cria fidelização e abre portas para futuras vendas e indicações.

    Peça feedback após a viagem. Pergunte como foi a experiência, se o cliente indicaria a agência, e se autoriza compartilhar o relato nas redes sociais. Isso não só fortalece o relacionamento como também gera prova social para novos clientes.

    Por fim, monitore seus atendimentos via WhatsApp. Crie um controle simples para acompanhar quantos atendimentos iniciaram, quantos viraram propostas e quantos foram fechados. Esses dados ajudam a entender seu desempenho, ajustar abordagens e melhorar sua taxa de conversão.

  • O novo papel do agente de viagens na era digital

    O novo papel do agente de viagens na era digital

    A profissão mudou — e isso é uma oportunidade

    Durante muito tempo, o agente de viagens era visto como intermediário: alguém que emitia passagens, reservava hotéis e organizava a viagem do cliente. Com a chegada das plataformas digitais e das OTAs, esse modelo foi desafiado. Muita gente acreditou que os agentes sumiriam — mas o que aconteceu foi o contrário.

    O mercado amadureceu, o público se sofisticou e, agora, o agente de viagens renasce com um novo papel: consultor, influenciador e estrategista. Alguém que entrega muito mais do que reservas. Entrega segurança, curadoria e uma experiência diferenciada.

    Neste novo cenário, quem entende seu valor e se posiciona de forma inteligente consegue crescer — mesmo (ou especialmente) em um ambiente digital.

    Consultor: o especialista que orienta com precisão

    A internet oferece muitas opções, mas não resolve o excesso de informação. É comum o cliente passar horas navegando entre voos, hotéis, avaliações e blogs — e acabar mais confuso do que antes.

    É nesse ponto que o agente-consultor brilha. Ele conhece destinos, avalia fornecedores, entende o perfil do viajante e monta um roteiro coerente com as expectativas. Ele resolve, direciona e simplifica.

    Essa consultoria vai além da venda: envolve recomendações, alertas, personalização e até planos alternativos. Um bom consultor ajuda o cliente a evitar furadas e viver a melhor versão da viagem possível.

    O valor disso é imenso — e precisa ser comunicado com clareza nas redes, no site e nas abordagens.

    Influenciador: a autoridade que inspira e atrai

    Na era digital, o agente também precisa ser comunicador. Isso não significa virar blogueiro — mas sim entender que sua opinião, vivência e conhecimento têm valor e podem atrair público qualificado.

    Postar dicas, curiosidades, experiências reais, bastidores de viagens, comparativos e tendências é uma forma poderosa de construir autoridade. Com o tempo, o agente vira referência — alguém que as pessoas procuram antes de planejar qualquer viagem.

    Além disso, a presença ativa nas redes ajuda a gerar leads, engajar seguidores e transformar audiência em cliente.

    Vídeos curtos, lives, stories, postagens com roteiro do dia e listas de favoritos funcionam muito bem. A chave é ser útil, humano e consistente.

    Estrategista: o profissional que entende de negócios

    Além de vender e comunicar, o novo agente precisa entender de negócio. Isso inclui saber precificar, calcular comissões, analisar margens, planejar campanhas e identificar oportunidades de crescimento.

    O estrategista sabe onde investir tempo e dinheiro, escolhe parceiros certos, testa novos formatos e domina ferramentas como CRM, automações, funis e indicadores.

    Esse é o agente que sabe que vender não é sorte, é processo. Que entende que tecnologia é aliada — e não inimiga. Que constrói reputação, estrutura seu marketing e transforma conhecimento em recorrência.

    Hoje, plataformas como a Moblix permitem que o agente tenha tudo isso na palma da mão: desde o funil de vendas até a emissão de reservas com fornecedores conectados.

    Como adotar esse novo posicionamento na prática

    Para assumir esse novo papel, o agente precisa de três pilares:

    1. Mentalidade digital: entender que o cliente é omnichannel, valoriza agilidade e espera uma jornada fluida. Isso exige ferramentas modernas, atendimento ágil e canais bem geridos.

    2. Comunicação estratégica: escolher um nicho, criar conteúdo útil, humanizar a marca pessoal e mostrar bastidores da operação. O que não é visto, não é lembrado.

    3. Sistema de vendas estruturado: ter CRM, registrar atendimentos, nutrir leads, acompanhar indicadores e automatizar onde for possível.

    Tudo isso exige organização, mas não complexidade. Com os recursos certos, o agente pode trabalhar com mais foco, menos retrabalho e muito mais retorno.

    Ser consultor, influenciador e estrategista ao mesmo tempo é desafiador — mas também é o que torna o agente de viagens um dos profissionais mais completos do mercado atual.

  • A jornada do cliente no turismo: da descoberta à fidelização

    A jornada do cliente no turismo: da descoberta à fidelização

    Cada cliente é uma jornada (e ela começa antes da venda)

    No turismo, a compra de uma viagem não é impulsiva. Ela começa muito antes do clique no botão “comprar”. O cliente pesquisa, compara, sonha, lê avaliações, conversa com amigos e analisa cada detalhe. Isso forma a jornada do cliente — um ciclo que vai da descoberta à fidelização.

    Agências que dominam essa jornada têm vantagem. Elas entendem o que o cliente precisa em cada fase, ajustam a comunicação com precisão e entregam o que ele espera (ou mais).

    E mais do que acompanhar, hoje é possível automatizar essa jornada com inteligência. Dados, comportamento digital e ferramentas de marketing permitem que sua agência esteja presente no momento certo, com a mensagem certa.

    Etapa 1: Descoberta — quando o cliente ainda não sabe que quer comprar

    Na fase de descoberta, o cliente ainda está apenas sonhando. Ele pode ver um post de um amigo, ouvir alguém falar sobre um destino ou esbarrar com um anúncio. É o momento de despertar o interesse.

    Aqui, o conteúdo é rei. Blog posts, vídeos, reels, e-books e até testes do tipo “qual tipo de viajante você é?” ajudam a capturar atenção. O objetivo é gerar reconhecimento e tráfego qualificado.

    Com ferramentas como Moblix, é possível criar páginas otimizadas para SEO, publicar conteúdos relevantes e integrar com campanhas de tráfego pago para alcançar quem está começando a jornada. Esse é o primeiro ponto de contato — e precisa ser memorável.

    Etapa 2: Consideração — quando o cliente começa a pesquisar

    Depois de despertar o interesse, o cliente entra em modo análise. Ele começa a comparar agências, pacotes, preços, roteiros e experiências. É aqui que as avaliações, provas sociais e diferenciais fazem toda a diferença.

    Neste estágio, sua agência precisa mostrar autoridade e facilitar a tomada de decisão. Landing pages específicas, vídeos explicativos, comparativos, depoimentos reais e chat com atendimento rápido ajudam a quebrar objeções.

    Automação entra com força aqui. Um lead que baixou um e-book ou clicou em uma oferta pode receber uma sequência de e-mails com informações progressivas, respondendo dúvidas comuns e reforçando benefícios. Essa nutrição automatizada aproxima o cliente da compra — sem exigir esforço humano constante.

    Etapa 3: Decisão — quando o cliente está pronto para fechar

    Chegamos ao ponto crítico. O cliente está pronto para decidir, mas ainda precisa de segurança. Detalhes mal explicados, formulários ruins ou respostas lentas podem estragar tudo.

    Sua agência precisa oferecer um processo fluido, confiável e humano. Checkout simplificado, atendimento consultivo e clareza na proposta são fundamentais. Automação, aqui, atua com alertas internos para o time comercial agir rápido e com mensagens personalizadas reforçando o valor da oferta.

    Recursos como abandono de carrinho, gatilhos de urgência reais e sugestões finais de upgrade fazem toda a diferença.

    Se tudo for bem conduzido, a venda acontece — mas a jornada ainda não acabou.

    Etapa 4: Experiência e pós-venda — onde a fidelização começa

    Muita agência relaxa depois que o cliente paga. Mas é justamente no pós-venda que a fidelização se constrói. Acompanhamento, suporte durante a viagem, envio de dicas, roteiros e até mensagens de “boa viagem” fazem o cliente sentir que não está sozinho.

    Depois da viagem, é hora de colher feedback, pedir depoimentos e já plantar a próxima compra. Um bom sistema envia mensagens automáticas com questionários simples e oferece bônus para quem indica amigos.

    Além disso, os dados dessa viagem alimentarão os próximos passos: preferências, duração ideal, tipo de hotel, experiências favoritas. Isso cria um histórico rico que permite sugestões futuras muito mais precisas.

    Dados e automação: o que transforma a jornada em máquina de vendas

    Toda essa jornada pode (e deve) ser impulsionada por dados. As interações do cliente — desde o clique no blog até o feedback pós-viagem — formam um perfil que deve ser analisado, segmentado e aproveitado.

    Com ferramentas integradas, como a Moblix, é possível usar esses dados para:

    • Segmentar leads por interesse e estágio da jornada.

    • Automatizar campanhas por perfil e comportamento.

    • Monitorar indicadores como taxa de conversão por fase.

    • Criar ações de fidelização com base no histórico.

    O cliente não quer mais ser tratado como número. Mas também não quer que tudo dependa de atendimento manual. A resposta está no equilíbrio: dados para entender, automação para escalar e toque humano para encantar.

    Entender e automatizar a jornada não é apenas uma questão de eficiência — é uma forma de criar uma experiência memorável do primeiro contato à próxima viagem.

  • Do offline ao digital: como transformar agências tradicionais

    Do offline ao digital: como transformar agências tradicionais

    O cenário mudou — e não tem volta

    Durante décadas, o modelo tradicional de agência de turismo funcionou com base em atendimento presencial, catálogos físicos e contato direto. Porém, a digitalização do comportamento do consumidor alterou completamente essa dinâmica. Hoje, a maioria das pesquisas, comparações e até decisões de compra acontecem online.

    Isso não significa que a agência tradicional perdeu seu valor. Muito pelo contrário. O conhecimento profundo de destinos, a habilidade consultiva e a rede de fornecedores ainda são diferenciais. A questão é: ou esses diferenciais migram para o digital, ou ficam invisíveis.

    Transformar uma agência offline em uma operação digital não exige abandonar o que deu certo até aqui. Mas sim, adaptar-se ao novo comportamento do cliente, que quer conveniência, agilidade e confiança — tudo ao alcance de um clique.

    O primeiro passo: presença digital estruturada

    O erro mais comum das agências tradicionais é achar que “estar no digital” significa ter um Instagram ou um WhatsApp ativo. Isso é só o começo. O verdadeiro primeiro passo é construir uma presença digital estruturada: um site com identidade visual forte, funcionalidades modernas e foco em conversão.

    Esse site precisa permitir que o cliente encontre pacotes, envie pedidos, leia sobre experiências e inicie um atendimento. A navegação precisa ser rápida, intuitiva e compatível com dispositivos móveis.

    Com plataformas como a Moblix, é possível criar essa estrutura com poucos cliques, personalizar páginas, adicionar produtos turísticos e configurar motores de reserva com estética profissional. O site deixa de ser institucional e passa a ser uma verdadeira vitrine de vendas.

    Do balcão ao funil: automatizando sem perder o toque

    No ambiente físico, o processo de venda é conduzido pessoalmente. No digital, essa jornada precisa ser automatizada — mas sem perder o fator humano. O segredo está em construir um funil de vendas eficiente: atrair, nutrir, converter e fidelizar.

    Primeiro, é preciso atrair visitantes qualificados para o seu site com anúncios, conteúdo e parcerias. Depois, capturar seus dados com formulários simples e oferecer algo de valor: um orçamento rápido, um roteiro exclusivo, um desconto para cadastro.

    Na sequência, e-mails e mensagens automáticas mantêm esse lead aquecido até o momento ideal da compra. Tudo isso pode (e deve) acontecer de forma automatizada, com ferramentas integradas como CRM e plataformas de automação.

    O atendimento personalizado entra no momento certo, com o vendedor assumindo o contato quando o lead já está qualificado. Esse equilíbrio entre automação e presença humana é o que gera escala com qualidade.

    Equipe adaptada e mentalidade digital

    A digitalização da agência exige uma equipe treinada e com mentalidade digital. Isso não significa demitir e contratar especialistas em tecnologia. Significa capacitar o time atual para entender as ferramentas, interpretar métricas e usar os canais digitais como extensão do atendimento.

    Vendedores precisam aprender a lidar com leads vindos do Instagram, a usar CRMs, a responder com agilidade em canais múltiplos e a transformar conversas em vendas. Equipe que entende o novo modelo não se perde nos fluxos — impulsiona resultados.

    Também é essencial adotar indicadores de desempenho: número de leads, taxa de conversão, ticket médio, custo por aquisição. Sem esses dados, é impossível escalar com consistência.

    A digitalização é menos sobre ferramentas e mais sobre cultura. Quando o time entende que o digital é um canal de vendas — não só de divulgação —, a transformação se acelera.

    Clientes digitais, fidelização real

    Clientes que chegam pela internet também querem sentir segurança. Eles precisam de clareza nas ofertas, facilidade para tirar dúvidas e confiança no processo. Por isso, o pós-venda digital também precisa ser forte: e-mails de agradecimento, pesquisa de satisfação, programa de fidelidade e canais abertos para suporte.

    Além disso, as agências que mais crescem no online são aquelas que constroem audiência. Manter um blog ativo, uma boa presença nas redes sociais e conteúdo educativo é a forma mais eficaz de reter atenção e se tornar referência.

    Com o tempo, o digital deixa de ser um canal complementar e se torna o principal motor de vendas da agência. Ele gera volume, reduz dependência de localização física e abre portas para crescimento nacional — ou até internacional.

    Migrar do offline para o digital é um movimento que exige esforço, mas também liberta a agência de limitações geográficas e operacionais. É a ponte entre o que já se construiu e o futuro que já começou.

  • Marketing automatizado vs marketing humano

    Marketing automatizado vs marketing humano

    Automação: o braço invisível que multiplica resultados

    A automação de marketing veio para ficar — e com bons motivos. Ela economiza tempo, padroniza processos e permite que a agência alcance milhares de pessoas de forma escalável. Com ferramentas como fluxos de e-mail, mensagens segmentadas e campanhas baseadas em comportamento, é possível manter o cliente engajado do primeiro clique até o pós-venda.

    Para agências de turismo, isso significa lembrar o cliente de um orçamento enviado, sugerir pacotes parecidos com os que ele visualizou, ou enviar uma oferta no exato momento em que ele está mais propenso a comprar. E tudo isso pode ser feito com um sistema bem configurado, sem intervenção manual.

    No entanto, apesar da eficiência, a automação tem um limite: ela não substitui o afeto, a empatia ou a capacidade de improvisar diante de situações humanas. É por isso que saber equilibrar os dois mundos é tão vital.

    O fator humano que transforma leads em defensores

    Marketing humano é aquele que conecta. É o e-mail escrito com empatia, o atendimento que escuta antes de oferecer, a chamada de vídeo com um especialista que realmente se importa com os desejos do cliente. Isso não pode — e nem deve — ser automatizado.

    No turismo, vender é entender o sonho por trás da viagem. É saber que o pacote para Fernando de Noronha não é só uma venda, mas uma celebração de aniversário de casamento. É perceber que aquela viagem para Portugal é a primeira vez que o cliente vai sair do país — e ele precisa de segurança, não só de preços baixos.

    Quando esse tipo de conexão acontece, o cliente para de ser “lead” e passa a ser defensor da marca. E isso vale mais do que qualquer taxa de abertura.

    Onde automatizar sem perder a alma

    O segredo está em saber onde a automação agrega valor e onde ela deve parar. Enviar e-mails de boas-vindas, lembretes de pagamento, atualizações de status e conteúdos relevantes pode (e deve) ser feito automaticamente. É funcional, prático e esperado.

    Mas quando o cliente responde um e-mail ou abre um canal de comunicação direta, a conversa deve voltar a ser humana. Bots que não entendem a dúvida real ou respostas padronizadas demais acabam criando frustração. O ideal é usar a automação como porta de entrada — e não como barreira.

    Outro ponto de equilíbrio está na personalização inteligente. Com as plataformas certas, é possível automatizar mensagens que parecem escritas sob medida. Usar o nome do cliente, o destino que ele buscou e até o tipo de perfil dele torna a experiência automatizada mais calorosa.

    Quando o toque humano vira diferencial

    Há momentos em que só o humano resolve. Atendimento a clientes indecisos, situações delicadas, dúvidas complexas, ajustes de última hora — são nessas horas que o diferencial aparece. Um bom vendedor sabe quando silenciar, quando encantar e quando oferecer algo extra para fechar a venda.

    Além disso, o toque humano é essencial na criação de conteúdo mais profundo: roteiros personalizados, consultorias de viagem, recomendações baseadas em experiências próprias. Isso não pode ser copiado por IA — e é justamente isso que fortalece a autoridade e a imagem da agência.

    Inclusive, muitos consumidores estão dispostos a pagar mais por um atendimento humano que gera segurança e empatia. Em um mundo cheio de automação fria, a gentileza virou luxo.

    Equilíbrio ideal: o marketing híbrido que escala com qualidade

    O marketing do futuro é híbrido. Ele começa com automação inteligente e termina com relacionamento real. Plataformas como a Moblix permitem montar fluxos automáticos, integrar CRM, segmentar público e ainda manter espaço para interação pessoal.

    O ideal é criar processos onde a automação “abre portas” e o humano “entra na sala”. Ou seja: o sistema atrai, aquece, entrega valor — mas a venda final, o ajuste do roteiro ou a fidelização acontece em contato direto com um profissional.

    Esse modelo híbrido permite que agências escalem sem perder identidade. Você pode atender 1.000 leads por mês e ainda assim fazer com que cada um se sinta único. E é exatamente isso que faz com que sua agência seja lembrada — e recomendada.

  • Dark patterns no turismo: como vender com ética

    Dark patterns no turismo: como vender com ética

    O que são dark patterns e por que eles estão em todo lugar

    Dark patterns são técnicas de design e persuasão usadas para manipular decisões do usuário, geralmente com o objetivo de levá-lo a uma ação que ele não teria tomado conscientemente. Você já clicou em um botão pensando que estava recusando algo, mas na verdade estava aceitando? Ou tentou cancelar uma assinatura e precisou passar por uma maratona de cliques? Isso é dark pattern.

    No turismo, essas práticas são comuns em sites de reserva que usam frases como “Último quarto disponível!”, “20 pessoas estão vendo este pacote agora” ou exibem contagens regressivas falsas para criar urgência. Embora possam gerar conversões rápidas, também causam frustração, perda de confiança e aumento de pedidos de reembolso ou chargeback.

    Entender essas práticas é o primeiro passo para substituí-las por estratégias éticas e sustentáveis que também convertem — e fidelizam.

    Ética como diferencial competitivo

    Vivemos a era da transparência. O consumidor está mais informado, exigente e sensível a práticas enganosas. Plataformas como Reclame Aqui, Trustpilot e redes sociais tornam qualquer deslize público. Agências que abusam da manipulação para vender correm risco de queimar sua reputação e inviabilizar o negócio a longo prazo.

    Por outro lado, transparência e honestidade viraram diferencial. Quando um cliente percebe que sua agência é clara, direta e respeita seu tempo, isso gera confiança — e confiança gera recompra. A ética deixa de ser apenas uma escolha moral e passa a ser uma vantagem competitiva no mercado.

    A experiência do cliente deve ser fluida, honesta e centrada nas reais necessidades dele. Isso inclui clareza de preços, termos de cancelamento justos e comunicação transparente em cada ponto de contato.

    Urgência honesta e escassez real: como usar sem manipular

    Criar senso de urgência é uma técnica de vendas legítima. O erro está em forçar ou inventar dados. Se você realmente tem apenas 5 vagas no pacote ou se uma promoção realmente termina em 2 dias, informe isso — mas com precisão. A escassez funciona quando é real.

    Com ferramentas como Moblix, você consegue configurar estoques limitados, prazos de promoções e condições específicas que são automaticamente exibidas no site e nas campanhas. Isso permite que sua agência use gatilhos de urgência com base em dados reais, e não em simulações que podem causar desconfiança.

    Outra estratégia ética é destacar bônus por tempo limitado, conteúdos exclusivos ou vantagens extras para quem compra até determinada data. A diferença está em entregar o que foi prometido, sem alterar regras depois que o cliente já está envolvido.

    Simplificar a jornada do cliente é mais eficaz que manipulá-lo

    Muitos dark patterns são criados para dificultar a saída ou forçar decisões rápidas. Mas o consumidor moderno valoriza autonomia e clareza. Em vez de tentar prender o cliente em labirintos de navegação, a melhor abordagem é tornar a jornada simples, lógica e intuitiva.

    Um site de agência bem estruturado mostra com clareza o que está sendo comprado, os diferenciais do pacote, formas de pagamento e políticas envolvidas. A conversão deve ser uma consequência natural da experiência — não uma armadilha.

    Simplifique formulários, destaque o que realmente importa, mostre depoimentos autênticos e use provas sociais reais. Isso é muito mais eficiente do que aplicar pressão psicológica em excesso.

    Quando o cliente chega ao final do processo se sentindo respeitado, a taxa de conversão é mais saudável — e a taxa de recompra, maior.

    Fidelização é a nova conversão

    Fazer o cliente clicar hoje às custas da confiança dele amanhã é um jogo de curto prazo. Agências que pensam no longo prazo estão mais preocupadas com o LTV (valor do cliente ao longo da vida) do que com uma venda pontual.

    Se você quiser crescer de forma consistente, fidelize. E a fidelização começa no primeiro clique. Isso significa respeitar a jornada de decisão do seu cliente e oferecer uma experiência que ele queira repetir e recomendar.

    Clientes satisfeitos indicam, voltam, defendem sua marca. E isso não se conquista com truques, mas com entregas honestas, experiência digital de qualidade e um atendimento que resolve, não enrola.

    Em um mercado tão competitivo como o do turismo, ser ético é mais do que um valor — é uma estratégia de sobrevivência e crescimento.

  • Google, OTA ou site próprio: qual canal é mais rentável para sua agência?

    Google, OTA ou site próprio: qual canal é mais rentável para sua agência?

    O dilema da distribuição moderna

    A forma como as agências de viagem vendem seus produtos mudou radicalmente. Se antes o cliente ia até a loja física, hoje ele está a poucos cliques de fechar uma viagem sem interação humana. Esse novo comportamento obrigou agências a repensarem seus canais de venda. A dúvida comum é: onde concentrar os esforços? Google, OTAs ou um site próprio?

    Cada canal possui vantagens e desafios. A resposta certa vai depender do modelo de negócio, da estrutura da agência, da margem dos produtos e do público-alvo. Neste artigo, vamos analisar os três principais canais de aquisição digital com foco em rentabilidade, escalabilidade e autonomia.

    Capítulo 2: O Google como motor de demanda

    O Google continua sendo o maior gerador de intenção de compra online. Com ferramentas como Google Ads e Google Hotel Ads, é possível colocar sua agência na frente de milhares de pessoas que estão ativamente buscando uma viagem. A grande vantagem aqui é o controle: você define o orçamento, as palavras-chave e o tipo de público.

    O Google também funciona como vitrine para sua marca. Quando bem trabalhado com SEO e campanhas de remarketing, ele ajuda a posicionar sua agência como autoridade. A desvantagem é a curva de aprendizado e a concorrência: o custo por clique pode ser alto e exige otimização constante. Além disso, exige estrutura de página de destino (landing page) e integração com CRM para um melhor aproveitamento dos leads.

    Com a estratégia certa, o Google pode ser altamente rentável. Isso porque ele traz leads quentes e qualificados, com intenção real de compra. No entanto, exige investimento constante, capacidade de análise de dados e testes A/B frequentes.

    Capítulo 3: OTAs — Alcance imediato, margens apertadas

    As OTAs (Online Travel Agencies), como Booking, Expedia, Decolar e Hurb, são marketplaces que conectam sua agência a uma audiência gigantesca. A vantagem principal está no alcance e na velocidade de ativação. Em poucas horas, você pode estar vendendo para milhares de pessoas sem investir em mídia.

    O ponto crítico é a margem. As comissões cobradas pelas OTAs vão de 15% a 30% por reserva. Em muitos casos, também existe a competição interna com fornecedores que vendem diretamente na plataforma, pressionando preços para baixo.

    Outro aspecto é o controle sobre o cliente. Nas OTAs, você vende, mas não cria relacionamento. O cliente é da plataforma, não da sua agência. Isso dificulta a fidelização e reduz as chances de upsell e recompra. Ainda assim, é um canal eficiente para quem quer escoar estoque ou ganhar visibilidade rápida.

    Uma estratégia híbrida pode funcionar: usar OTAs para aumentar volume e visibilidade, enquanto educa o cliente a fechar as próximas viagens diretamente com sua agência.

    Capítulo 4: Site próprio — autonomia e maior rentabilidade

    Ter um site próprio é como ter uma loja aberta 24 horas por dia, todos os dias. É onde você controla tudo: preço, experiência, layout, jornada de compra, dados do cliente e remarketing. E o melhor: sem pagar comissões a terceiros. Isso aumenta diretamente a sua margem de lucro.

    A desvantagem é que ele exige um ecossistema funcional: bom design, SEO bem feito, integração com sistemas de pagamento, controle de estoque de produtos e gestão de pós-venda. Mas com ferramentas como Moblix, isso ficou muito mais simples. Já é possível criar um site completo, com vitrines digitais, agenda de produtos, links de pagamento e emissão de relatórios automáticos.

    O site próprio também é ideal para trabalhar marca. Ele reflete a identidade da sua agência, mostra depoimentos de clientes, apresenta conteúdo rico e educa o consumidor. Além disso, é o canal mais eficaz para trabalhar inbound marketing e converter visitas em vendas.

    Com o tempo, esse canal se torna altamente rentável, pois você atrai o cliente uma vez e pode nutrir essa relação para vendas futuras sem novos custos de aquisição.

    Capítulo 5: Qual canal escolher?

    A resposta não é binária. A combinação ideal varia conforme o momento da sua agência. Veja alguns cenários:

    • Agências novas: podem começar com OTAs para gerar fluxo rápido de vendas, mas devem desde o início estruturar um site próprio.
    • Agências em crescimento: devem investir em Google Ads para captar leads qualificados e alimentar seu CRM.
    • Agências consolidadas: focam no site próprio como principal canal de vendas e usam OTAs e Google como complementares.

    O segredo é entender o custo de aquisição de cada canal, calcular o retorno por venda (ROAS) e ajustar a estratégia com base nesses números. Uma boa prática é usar links rastreáveis (UTM), pixels de conversão e formulários integrados para medir a performance de cada canal.

    No fim, o canal mais rentável é aquele que te dá controle, previsibilidade, escalabilidade e relacionamento com o cliente. E isso, cada vez mais, aponta para o fortalecimento do seu próprio ecossistema digital.

  • Como encontrar passagens aéreas mais baratas usando tecnologia

    Como encontrar passagens aéreas mais baratas usando tecnologia

    A evolução da busca por passagens

    Viajar de avião já foi um privilégio reservado a poucos. Hoje, com o avanço da tecnologia, esse cenário mudou drasticamente. A busca por passagens aéreas tornou-se mais acessível, dinâmica e orientada por dados. Antes, era necessário recorrer a agências físicas ou esperar promoções em jornais. Agora, o próprio viajante pode, com poucos cliques, consultar centenas de opções de voos e preços em tempo real. Esse avanço tecnológico democratizou o acesso às tarifas e ampliou o poder de decisão dos consumidores.

    Ferramentas digitais, como buscadores de voos e comparadores de preços, tornaram-se indispensáveis. Elas agregam as ofertas de diversas companhias aéreas e agências online, exibindo as melhores alternativas de acordo com o destino, a data e até o perfil do usuário. Isso permite um planejamento mais inteligente e econômico. Porém, saber usar essas ferramentas corretamente é o diferencial entre pagar caro ou encontrar uma pechincha.

    O poder dos comparadores de preços e metabuscas

    Sites como Google Flights, Skyscanner, Kayak e Momondo se destacam por centralizar a busca por voos e mostrar rapidamente quais são as companhias mais baratas em determinada data. Essas plataformas funcionam como metabuscas: elas não vendem passagens diretamente, mas conectam o usuário aos fornecedores que oferecem o menor preço.

    Uma grande vantagem dessas ferramentas é a possibilidade de acompanhar tendências de preço. Ao ativar alertas, o usuário recebe notificações quando o valor da passagem desejada cai. Isso permite que a compra seja feita no momento certo. Além disso, é possível visualizar calendários que mostram a variação de preços ao longo do mês, o que ajuda a identificar as datas com melhor custo-benefício.

    A flexibilidade nas datas é um fator chave. Muitas vezes, antecipar ou postergar a viagem em um ou dois dias pode resultar em uma economia significativa. Algumas plataformas também exibem mapas interativos, onde o usuário pode visualizar os destinos mais baratos a partir de sua localização.

    Inteligência artificial e algoritmos dinâmicos de precificação

    Você já pesquisou uma passagem e, ao voltar horas depois, notou que o preço subiu? Isso não é coincidência. As companhias aéreas utilizam algoritmos de precificação dinâmica baseados em inteligência artificial. Esses algoritmos ajustam os preços conforme variáveis como demanda, ocupação de assentos, tempo restante até o voo e até o histórico de buscas do usuário.

    A tecnologia de IA também está presente em aplicativos como Hopper, que analisa bilhões de dados históricos para prever se o preço de um voo vai subir ou cair. Essa previsão permite que o usuário compre na hora mais vantajosa. Outros apps oferecem funcionalidades como o “congelamento” de preços por um curto período, garantindo a tarifa enquanto o consumidor decide.

    Para evitar manipulações baseadas em seu comportamento online, é recomendável realizar buscas em guias anônimos do navegador ou limpar os cookies antes de iniciar uma pesquisa. Outra estratégia é simular buscas em dispositivos e redes diferentes, já que o sistema pode apresentar variações de preços conforme o perfil de acesso.

    Milhas, carteiras digitais e o papel das fintechs do turismo

    A utilização de milhas aéreas é uma das formas mais conhecidas de economizar em passagens. Com o avanço da tecnologia, surgiram plataformas como MaxMilhas, 123Milhas e HotMilhas, que permitem comprar passagens emitidas com milhas de terceiros, geralmente por valores mais baixos que os cobrados pelas companhias.

    Além disso, as carteiras digitais voltadas ao turismo, como as oferecidas pela Moblix, têm se tornado ferramentas poderosas. Elas reúnem funcionalidades como emissão de passagens, controle de pagamentos, programas de pontos e ofertas exclusivas em um único ambiente. Essa integração facilita a comparação de preços e permite que o usuário tome decisões mais rápidas e fundamentadas.

    Algumas dessas carteiras oferecem cashback, acúmulo automático de pontos, acesso antecipado a promoções e integração com plataformas de atendimento e CRM. Isso é especialmente útil para agências de viagem e empreendedores do setor, que precisam gerenciar múltiplas reservas e oferecer vantagens competitivas aos seus clientes.

    Dicas práticas para economizar e ferramentas essenciais

    Se você quer pagar menos nas suas próximas viagens, siga essas práticas:

    1. Use alertas de preços – Ative notificações em mais de uma plataforma para não perder nenhuma oferta.
    2. Navegue de forma anônima – Isso evita que os preços subam artificialmente por causa do seu histórico de busca.
    3. Considere datas flexíveis – Viajar um ou dois dias antes ou depois pode reduzir o preço em até 40%.
    4. Use aplicativos com inteligência preditiva – Hopper e Google Flights indicam o melhor momento para comprar.
    5. Avalie passagens com milhas – Compare os valores em plataformas especializadas e nas próprias companhias.
    6. Utilize carteiras digitais integradas – Ferramentas como Moblix facilitam todo o processo e otimizam custos.
    7. Evite comprar em horários comerciais – Muitas vezes, promoções são liberadas de madrugada ou no início da semana.
    8. Aproveite eventos promocionais – Datas como Black Friday, Cyber Monday e até aniversários de companhias são ótimos momentos para encontrar tarifas reduzidas.
    9. Considere voos com conexões – Voos diretos são mais práticos, mas conexões inteligentes podem reduzir o custo.
    10. Fique atento a taxas escondidas – Compare o valor final, incluindo bagagem e taxas aeroportuárias.

    O segredo está em unir estratégia, tecnologia e timing. Quem domina as ferramentas disponíveis consegue não apenas economizar, mas também transformar a experiência de planejar uma viagem em algo simples, eficiente e até divertido. A tecnologia é uma aliada poderosa — saber usá-la a seu favor é o que separa os viajantes comuns dos verdadeiros caçadores de oportunidades.