Autor: Marcelo Hermes

  • As 5 soft skills que todo agente de turismo moderno

    As 5 soft skills que todo agente de turismo moderno

    1. Por que soft skills importam mais do que nunca no turismo

    O turismo mudou — e o papel do agente de viagens também. Se antes bastava ter conhecimento técnico sobre destinos, roteiros e reservas, hoje é indispensável ter um conjunto de competências comportamentais, conhecidas como soft skills, que tornam o atendimento mais humano, estratégico e diferenciado.

    O viajante moderno é mais exigente, informado e emocionalmente influenciado. Ele busca experiências personalizadas, agilidade no atendimento e uma relação de confiança com quem está organizando sua viagem. É nesse cenário que as soft skills ganham protagonismo, funcionando como um diferencial competitivo para o agente que deseja se destacar em um mercado cada vez mais automatizado.

    A seguir, veja quais são as cinco soft skills mais valorizadas e como cada uma pode transformar sua forma de atender e vender no setor de turismo.

    2. Comunicação empática: entender para entregar melhor

    A primeira e talvez mais essencial soft skill é a comunicação empática. Vai além de saber se expressar bem — trata-se da capacidade de ouvir o cliente com atenção, entender suas emoções, interpretar entrelinhas e responder com sensibilidade.

    No turismo, não se vendem produtos, mas desejos, sonhos e expectativas. Muitas vezes, o cliente quer mais do que uma viagem: ele quer reconexão com a família, aventura, descanso, status ou até cura emocional. O agente que escuta de verdade, faz perguntas certeiras e se coloca no lugar do outro consegue oferecer soluções que emocionam — e vendem com mais facilidade.

    Além disso, a comunicação empática evita conflitos, contorna objeções e fortalece o relacionamento. Clientes bem ouvidos tendem a confiar mais, indicar mais e voltar com frequência.

    3. Adaptabilidade: agir rápido em um cenário instável

    O turismo é um setor imprevisível. Cancelamentos, greves, alterações de política de entrada em países, pandemias, variações cambiais — tudo pode mudar de uma hora para outra. Por isso, a adaptabilidade é uma habilidade vital para agentes de viagens.

    Adaptar-se não é apenas reagir, mas reagir com inteligência, calma e proatividade. É conseguir redesenhar roteiros rapidamente, negociar com fornecedores em situações adversas e, principalmente, manter o cliente informado com clareza e segurança.

    Agentes adaptáveis também acompanham as mudanças tecnológicas, aprendem novas ferramentas com agilidade e se mantêm atualizados em relação às tendências do mercado. São profissionais que crescem mesmo em cenários adversos.

    4. Criatividade: transformar pacotes comuns em experiências únicas

    Em um mercado competitivo, vender mais do mesmo é receita para desaparecer. A criatividade permite ao agente criar diferenciais mesmo com os mesmos produtos que todos oferecem. Ela aparece ao sugerir um passeio inusitado, montar um roteiro alternativo ou apresentar um destino tradicional sob uma nova perspectiva.

    Mais do que inventar, criatividade no turismo é personalizar. Um agente criativo consegue adaptar um roteiro para o estilo de vida do cliente, inserindo detalhes que fazem sentido emocional ou prático. Isso encanta, fideliza e cria uma experiência memorável.

    Além disso, a criatividade se manifesta também na produção de conteúdo, nas campanhas de divulgação e até na forma como o atendimento é feito — surpreendendo positivamente em cada ponto de contato.

    5. Inteligência emocional: manter o equilíbrio mesmo sob pressão

    Atender clientes estressados, lidar com imprevistos, enfrentar metas de vendas, conciliar diferentes interesses. A rotina do agente de viagens é repleta de desafios que exigem inteligência emocional.

    Essa soft skill envolve reconhecer as próprias emoções, controlar impulsos, lidar com frustrações e manter uma postura profissional mesmo em situações de pressão. Também é essencial para lidar com clientes difíceis ou indecisos, demonstrando segurança e acolhimento.

    Um agente emocionalmente inteligente é mais confiável, assertivo e estratégico. Ele inspira calma no cliente, transmite autoridade sem arrogância e sabe tomar decisões equilibradas em momentos críticos.

    Ao desenvolver essa habilidade, o profissional melhora sua produtividade, reduz o desgaste mental e mantém relações saudáveis com clientes e parceiros.

  • O segredo das agências que vendem viagens B2B com ROI comprovado

    O segredo das agências que vendem viagens B2B com ROI comprovado

    1. B2B no turismo: um mercado em plena expansão

    O mercado de turismo B2B (business to business) deixou de ser uma oportunidade complementar para se tornar uma estratégia central para muitas agências de viagens. Ao atender empresas que precisam organizar viagens corporativas, eventos, feiras ou incentivos, as agências passam a atuar com contratos mais estáveis, maior previsibilidade e volume constante de demanda.

    Nesse modelo, o foco está na eficiência, no custo-benefício e na confiabilidade. Diferentemente do B2C, onde o cliente final compra uma experiência, no B2B a venda é racional, orientada por métricas claras e impacto direto nos resultados da empresa contratante.

    Agências que dominam esse segmento não apenas conquistam clientes corporativos, mas também conseguem apresentar retorno sobre investimento (ROI) de forma concreta, mostrando que suas soluções economizam tempo, reduzem erros e geram mais valor ao contratante.

    2. O diferencial das agências que geram ROI real

    As agências que se destacam no B2B entendem que não vendem apenas passagens e hospedagens, mas sim gestão inteligente de mobilidade corporativa. Elas não competem por preço, mas por eficiência e inteligência operacional.

    Entre os principais diferenciais dessas agências, estão:

    • Centralização das reservas em um único sistema, com relatórios automatizados e integrações contábeis.

    • Políticas de viagem personalizadas, alinhadas com o perfil e os limites de cada colaborador da empresa.

    • Controle de despesas em tempo real, com dashboards acessíveis para os gestores.

    • Atendimento corporativo 24/7, com suporte imediato para imprevistos e emergências.

    • Relatórios de economia comparativa, mostrando quanto foi economizado em relação a reservas autônomas.

    Essas práticas permitem que o contratante visualize com clareza como a agência contribui para a otimização do orçamento de viagens, o que facilita a renovação de contratos e a expansão da parceria.

    3. Tecnologias que potencializam a performance B2B

    Não é possível entregar ROI no turismo corporativo sem tecnologia. Agências B2B de alta performance operam com plataformas que integram APIs de voos, hotéis, seguros e locadoras em tempo real. Isso elimina intermediários desnecessários, reduz falhas e aumenta a velocidade do atendimento.

    O uso de CRMs integrados, ferramentas de automação de propostas, motores de reserva com precificação dinâmica e dashboards de acompanhamento de KPIs é obrigatório para quem deseja escalar nesse nicho.

    Outro ponto fundamental é a integração com sistemas internos das empresas clientes, como ERPs e plataformas de reembolso. Isso permite uma jornada mais fluida e reduz o trabalho administrativo pós-viagem — algo altamente valorizado por departamentos financeiros e de RH.

    Com plataformas como a Moblix, a agência pode operar toda sua gestão B2B com poucos cliques, garantindo rastreabilidade, relatórios gerenciais e controle de processos em tempo real.

    4. Estratégias comerciais para atrair e fidelizar empresas

    No turismo B2B, o processo de aquisição de clientes exige uma abordagem diferente. Não basta impulsionar anúncios para o público em geral — é preciso construir relacionamento, gerar confiança e provar valor desde o primeiro contato.

    Algumas estratégias eficazes incluem:

    • Prospecção ativa com propostas personalizadas para empresas-alvo.

    • Demonstrações de plataforma com simulações de uso e benefícios reais.

    • Estudos de caso e provas de economia com dados concretos de outros clientes.

    • Eventos corporativos e webinars para mostrar autoridade e educar o mercado.

    • Contrato com SLA claro, onde são definidas responsabilidades, prazos e indicadores de sucesso.

    A fidelização vem com o tempo, mas se inicia com um onboarding bem estruturado, onde a empresa sente que ganhou um parceiro estratégico e não apenas um fornecedor de passagens. O acompanhamento recorrente, os relatórios periódicos e a escuta ativa são o que garantem a longevidade dessas contas.

    5. Como medir e apresentar o ROI de forma profissional

    Para comprovar o ROI em turismo B2B, é preciso apresentar dados organizados, objetivos e contextualizados. Agências bem-sucedidas costumam montar dashboards trimestrais ou mensais com indicadores como:

    • Valor médio por reserva antes e depois da centralização.

    • Tempo médio de resposta e emissão de bilhetes.

    • Índice de satisfação dos colaboradores que viajam.

    • Redução percentual de extravios, erros ou custos ocultos.

    • Economia gerada com reservas antecipadas e otimizações.

    Esses relatórios devem ser acompanhados de insights e sugestões de melhoria, transformando a agência em uma verdadeira consultoria de viagens corporativas. É nesse nível de entrega que o ROI deixa de ser um argumento comercial e passa a ser um instrumento de retenção de contratos e crescimento orgânico.

  • Por que pequenas agências ganharam força pós-pandemia

    Por que pequenas agências ganharam força pós-pandemia

    1. A crise que redefiniu prioridades no turismo

    A pandemia da COVID-19 foi um divisor de águas para o setor de turismo. Cancelamentos em massa, fechamento de fronteiras e incertezas constantes abalaram até mesmo as maiores operadoras do mercado. Nesse cenário turbulento, muitos viajantes perceberam algo essencial: o valor do atendimento humano, próximo e confiável.

    Grandes portais e plataformas automatizadas deixaram clientes na mão. Já as pequenas agências, com canais diretos e contato personalizado, mostraram-se mais ágeis para resolver problemas, oferecer alternativas e negociar condições favoráveis. Essa experiência ficou marcada na memória de quem passou por dificuldades.

    Com a retomada das viagens, cresce uma demanda por segurança, confiança e orientação — pontos fortes das agências menores, que agora passam de alternativa a preferência para muitos consumidores.

    2. Atendimento personalizado como diferencial competitivo

    Em um mundo cada vez mais automatizado, o contato humano tornou-se um ativo raro e valioso. Pequenas agências conseguem oferecer algo que os grandes players dificilmente alcançam: proximidade real com seus clientes.

    Conhecer o perfil do viajante, lembrar de preferências pessoais, enviar sugestões sob medida e acompanhar todo o processo da viagem são práticas comuns nas agências de pequeno porte. Esse nível de atenção gera relacionamentos de longo prazo, fidelização e indicações orgânicas.

    Além disso, pequenas equipes têm maior liberdade para tomar decisões rápidas, adaptar pacotes e negociar condições exclusivas com fornecedores, criando experiências únicas — algo muito difícil de escalar em empresas com centenas de atendentes e processos padronizados.

    3. Custos menores, margens melhores e operação mais leve

    Outra vantagem competitiva das pequenas agências está na sua estrutura enxuta. Sem necessidade de grandes escritórios, equipes volumosas ou processos burocráticos, elas operam com custos muito mais baixos. Isso permite oferecer preços competitivos sem comprometer a qualidade do serviço.

    Com o avanço de ferramentas como plataformas SaaS, automação de propostas, CRMs e motores de reserva integrados, é possível escalar a operação digitalmente mantendo a base física reduzida. O modelo ideal é low cost e high touch — custo baixo e toque humano alto.

    Essa eficiência permite que a pequena agência foque em nichos lucrativos, venda experiências premium e retenha maior parte da receita, aumentando sua lucratividade e resiliência em períodos de oscilação de demanda.

    4. A valorização de nichos e da autenticidade

    Se antes o diferencial era oferecer tudo, hoje é cada vez mais vantajoso ser especialista em algo. Pequenas agências têm maior liberdade para explorar nichos, como viagens para terceira idade, roteiros culturais, turismo de experiência, destinos pouco explorados ou mesmo viagens personalizadas para pets e famílias.

    Esse posicionamento estratégico gera maior valor percebido. O cliente não busca apenas um vendedor de passagens, mas alguém que realmente entenda suas motivações e ofereça uma jornada memorável. As pequenas agências podem se tornar curadoras de experiências, oferecendo algo que os grandes portais jamais conseguirão replicar.

    Além disso, com a valorização de marcas autênticas e personalizadas, a identidade da agência torna-se um diferencial — algo que gera empatia, conexão e desejo de compra.

    5. O futuro está na descentralização e na tecnologia acessível

    A era da centralização está ficando para trás. Hoje, qualquer agência com um notebook, acesso à internet e uma boa plataforma pode competir em pé de igualdade com empresas tradicionais. Plataformas como a Moblix, por exemplo, oferecem recursos que antes só estavam disponíveis para grandes operadoras: integração com APIs de voos e hotéis, CRM, automação de vendas, dashboards financeiros e muito mais.

    Além disso, a descentralização permite que agentes trabalhem de casa, atendam clientes remotamente e construam sua própria carteira de clientes, seja como autônomos ou dentro de um modelo colaborativo.

    O futuro é formado por redes descentralizadas, nichadas, tecnológicas e humanas ao mesmo tempo. Nesse novo cenário, as pequenas agências têm tudo para liderar — porque são mais rápidas, mais próximas e mais adaptáveis.

  • Agência híbrida: o novo formato que une consultoria presencial e digital

    Agência híbrida: o novo formato que une consultoria presencial e digital

    1. O surgimento da agência híbrida no turismo moderno

    O setor de turismo passou por transformações radicais nos últimos anos. A ascensão da internet e a mudança no comportamento dos consumidores levaram muitas agências de viagens tradicionais a perderem espaço. No entanto, enquanto algumas desapareceram, outras se reinventaram. É nesse contexto que surge o conceito de agência híbrida, um modelo que combina a consultoria presencial com o atendimento e operação digital.

    A proposta é unir o melhor dos dois mundos: a confiança da interação humana e a agilidade da tecnologia. Clientes modernos valorizam a conveniência de resolver tudo online, mas ainda buscam suporte especializado quando precisam de orientação em decisões mais complexas. A agência híbrida atende a essa expectativa com excelência.

    Ao invés de escolher entre o físico ou o digital, a agência híbrida opera em múltiplos canais. Isso a torna mais resiliente, flexível e preparada para as exigências de um público mais informado, multiconectado e exigente.

    2. O perfil do cliente híbrido: digital por natureza, humano por escolha

    O perfil do novo consumidor de turismo é digital, mas não exclusivamente. Ele navega por sites, busca avaliações, faz simulações e compara preços antes mesmo de entrar em contato com uma agência. Ainda assim, quando encontra obstáculos — como dúvidas sobre documentos, destinos pouco conhecidos ou questões de reembolso —, ele deseja a ajuda de um profissional.

    Esse comportamento exige que a agência esteja presente em diversos pontos de contato: site, redes sociais, WhatsApp, telefone, e até mesmo em um espaço físico, ainda que enxuto. Essa presença multicanal permite criar uma jornada fluida, onde o cliente pode começar no digital e finalizar com um atendimento personalizado.

    O cliente híbrido valoriza autonomia, mas também quer acolhimento. Ao se sentir amparado por uma equipe que respeita seu tempo e suas preferências, ele tende a fechar mais negócios e se tornar um promotor da marca.

    3. Como implementar um modelo híbrido funcional e escalável

    Adotar um modelo híbrido não significa apenas ter um site e uma loja. É preciso estruturar um sistema que permita integrar todos os pontos de contato, de forma que o atendimento seja coeso, ágil e inteligente. Algumas ações essenciais incluem:

    • Ter um CRM centralizado, onde todos os dados dos clientes fiquem acessíveis para qualquer atendente, em qualquer canal.

    • Utilizar ferramentas de automação, como envio de propostas, confirmação de pagamentos e lembretes de viagem.

    • Manter um site funcional com motor de reservas, APIs integradas e formulários eficientes.

    • Capacitar a equipe para lidar com linguagem digital e atendimento remoto, via chat, videochamada ou redes sociais.

    • Investir em ambientes físicos que agreguem valor, com foco na experiência, conforto e acolhimento.

    O segredo da escalabilidade está em usar a tecnologia para reduzir retrabalho e liberar os consultores para tarefas mais estratégicas: escuta, personalização e relacionamento.

    4. Benefícios reais do modelo híbrido para agências e clientes

    Agências que adotam o modelo híbrido colhem benefícios práticos rapidamente. O primeiro é a aumento de conversão, pois o cliente tem mais oportunidades de entrar em contato e fechar negócio. Outro ganho é a redução de custo operacional, já que a automação elimina processos manuais e repetições.

    Além disso, o modelo permite atender clientes em qualquer lugar do país, ampliando o alcance da agência sem precisar abrir novas filiais. Com bons canais digitais, é possível vender para outras cidades, estados ou até países.

    O modelo híbrido também fortalece a marca. O consumidor reconhece o valor de uma agência que é tecnológica, mas sem abrir mão do atendimento humano. Isso gera confiança, autoridade e diferenciação no mercado — elementos fundamentais para fidelizar clientes e gerar indicações.

    Do ponto de vista do cliente, a experiência é mais fluida, conveniente e personalizada. Ele pode começar a busca no Instagram, simular pacotes no site, tirar dúvidas no WhatsApp e fechar o negócio pessoalmente — ou fazer tudo digitalmente, se preferir.

    5. O futuro das agências híbridas: tendências e oportunidades

    O futuro do turismo passa pelo modelo híbrido. O consumidor não vai voltar a ser 100% presencial, nem aceitar experiências digitais frias e impessoais. As agências que entenderem isso cedo estarão à frente da concorrência.

    Algumas tendências que já se destacam no modelo híbrido são:

    • Uso de chatbots com inteligência artificial para atendimentos iniciais.

    • Videoconsultorias personalizadas, com envio de roteiros em tempo real.

    • Ambientes físicos pensados como studios de experiência — onde o cliente visualiza viagens com realidade aumentada.

    • Integração com sistemas de fidelização e pagamentos digitais via carteiras virtuais.

    Com plataformas como a Moblix, a implementação desse modelo torna-se acessível até mesmo para pequenos empresários do setor. A plataforma oferece integração de APIs, CRM nativo, motor de reservas, dashboards de performance e suporte para omnichannel — tudo em uma única solução.

    Investir no formato híbrido não é apenas uma adaptação ao presente. É uma escolha estratégica para liderar o futuro do turismo, criando agências mais inteligentes, humanas e preparadas para um mercado em constante transformação.

  • Venda mais com turismo inteligente

    Venda mais com turismo inteligente

    1. O que é turismo inteligente e por que ele está revolucionando o setor?

    O termo “turismo inteligente” vai além do uso de tecnologia no atendimento. Trata-se de uma abordagem estratégica que une dados, automação, personalização e sustentabilidade para melhorar toda a jornada do viajante — desde o momento da busca até o pós-venda.

    Em vez de atuar de forma genérica, agências que adotam essa visão passam a oferecer experiências mais conectadas, personalizadas e previsíveis. Isso impacta diretamente na fidelização do cliente e, consequentemente, no aumento das vendas. Imagine saber qual é o melhor momento para sugerir uma nova viagem ou entender o comportamento de compra de um cliente só com base em interações anteriores. Isso é turismo inteligente na prática.

    A boa notícia? Isso já está ao alcance de qualquer agência com acesso às ferramentas certas.

    2. Dados e automação: os dois pilares que aumentam sua eficiência

    Agências que operam com dados têm acesso a um tesouro escondido. Saber quais destinos são mais procurados por cada faixa etária, identificar padrões de compra por estação ou entender qual canal gera mais conversões são informações valiosas — e monetizáveis.

    A automação entra como força operacional. Enviar e-mails automáticos com sugestões personalizadas, lembrar clientes de renovar vistos, oferecer upgrades antes da viagem… Tudo isso pode ser feito sem intervenção manual.

    Com a plataforma certa, é possível integrar CRM, motores de reservas, APIs de voos e hotéis, e até métodos de pagamento com parcelamento inteligente. O resultado? Economia de tempo e aumento de conversão.

    3. Personalização: como transformar dados em experiências memoráveis

    Turismo inteligente também significa entender que cada cliente é único. A personalização vai além de chamar o cliente pelo nome no e-mail — trata-se de oferecer o destino certo, no momento ideal, com argumentos que ressoem com os desejos daquele viajante.

    Com base em dados de comportamento e preferências, a agência pode montar roteiros personalizados, sugerir experiências locais e até indicar o melhor assento no avião ou tipo de acomodação. Esse nível de cuidado gera um efeito emocional poderoso, que se traduz em avaliações positivas, recomendações e recorrência.

    O cliente sente que está sendo atendido, não apenas vendido.

    4. Canais digitais: por que sua agência precisa estar onde o cliente está

    O consumidor mudou. Ele pesquisa no celular, compara preços no desktop, tira dúvidas no WhatsApp e fecha negócios no Instagram. Se a sua agência não está presente em todos esses canais — ou, pior, está, mas não responde —, está perdendo vendas.

    Adotar uma estrutura omnichannel, com integração de todos os canais em uma única visão de atendimento e marketing, é uma das chaves do turismo inteligente. Além disso, ferramentas como chatbots com IA, formulários interativos e motores de reserva integrados no site ajudam a manter a jornada fluida e sem atritos.

    Mais presença digital significa mais leads, mais oportunidades e mais conversões.

    5. Resultados reais: como dobrar vendas com estratégias aplicadas

    Agências que aplicaram os princípios do turismo inteligente relataram aumentos reais de receita. Em muitos casos, o ticket médio subiu entre 20% e 30% apenas com personalização. Outras viram redução de até 40% no tempo gasto por reserva com automações bem configuradas.

    Plataformas como a Moblix são construídas pensando nesse cenário: integração de APIs, CRM nativo, motores de reserva otimizados, controle financeiro, relatórios e dashboards inteligentes — tudo com o objetivo de empoderar a agência para atuar com inteligência, e não com esforço.

    Mais importante do que dobrar vendas é criar uma operação saudável, previsível e escalável. O turismo inteligente é o caminho para isso.

  • Turismo de experiência: como vender sensações e não apenas destinos

    Turismo de experiência: como vender sensações e não apenas destinos

    O novo viajante quer sentir, não apenas visitar

    O perfil do turista moderno mudou. Ele não está mais em busca apenas de belas paisagens ou fotos para redes sociais — ele quer vivências memoráveis. Quer mergulhar na cultura local, provar sabores autênticos, se conectar com histórias e voltar para casa com algo transformador.

    É isso que define o turismo de experiência. E para as agências, essa mudança representa uma grande oportunidade: deixar de vender destinos genéricos e começar a vender sensações personalizadas. Isso não só diferencia sua operação como aumenta o valor percebido da oferta.

    Quando a viagem é sobre emoções, o preço deixa de ser o principal critério.

    O que caracteriza um produto de experiência

    Um pacote tradicional oferece transporte, hotel e passeios. Um pacote de experiência, por outro lado, entrega algo único. Ele pode incluir:

    • Aulas práticas com moradores locais (culinária, artesanato, dança).

    • Roteiros guiados por histórias ou temáticas (ex: “Pelos caminhos do vinho em Mendoza”).

    • Acessos a lugares não turísticos ou pouco explorados.

    • Interações com a natureza de forma imersiva.

    • Momentos surpresa planejados pela agência (um jantar secreto, um presente no quarto, uma carta personalizada).

    A diferença está no roteirista. Um agente focado em experiência não apenas agenda atividades — ele curadoria momentos que fazem sentido para o cliente. E isso tem muito mais valor.

    Como descobrir o que o cliente quer viver

    Vender experiência exige escuta ativa e sensibilidade. É preciso identificar qual é o desejo por trás da viagem. Algumas perguntas-chave ajudam:

    • “Qual sentimento você quer ter nessa viagem?”

    • “Você busca descanso, descoberta, conexão, celebração?”

    • “O que tornaria essa viagem inesquecível para você?”

    Essas perguntas revelam intenções emocionais. Com base nas respostas, a agência pode sugerir roteiros com propósito.

    Por exemplo: um casal que quer celebrar 10 anos juntos talvez deseje um momento exclusivo no pôr do sol — e não um city tour com 20 pessoas. Um jovem que quer “se reconectar” pode preferir um retiro na natureza ao invés de uma metrópole agitada.

    Ouvir transforma o pacote em uma história feita sob medida.

    Estratégias para vender experiências no marketing

    Não basta montar uma boa experiência — é preciso vender bem. E para isso, o marketing precisa ser sensorial, emocional e narrativo. Dicas práticas:

    • Use storytelling: narre a jornada, crie um cenário imaginado. “Imagine você, de olhos fechados, ouvindo o canto dos monges no alto de uma colina em Chiang Mai.”

    • Destaque depoimentos reais com emoção. Ex: “Essa viagem me fez lembrar de quem eu sou. Voltei renovada.”

    • Trabalhe com vídeos curtos que mostrem pessoas vivendo momentos (e não apenas lugares).

    • Use gatilhos visuais: imagens com conexão humana, ângulos intimistas, gestos emocionais.

    • Crie nomes únicos para os pacotes: “Desacelera em Paraty”, “Sabores da Toscana”, “Trilhas da Alma no Jalapão”.

    Além disso, ofereça opções de personalização: o cliente pode adicionar elementos à sua experiência. Isso aumenta o ticket médio e o valor emocional.

    O resultado: clientes fiéis, defensores e emocionados

    Quem compra uma viagem comum pode até voltar satisfeito. Mas quem vive uma experiência autêntica volta transformado. E clientes transformados contam para os outros. Eles escrevem feedbacks emocionantes, marcam a agência nas redes, indicam para amigos e se tornam promotores naturais da marca.

    Além disso, experiências bem conduzidas geram memória afetiva. E quem lembra com carinho, compra de novo. A recompra no turismo depende menos de preço e mais da conexão gerada na jornada anterior.

    O turismo de experiência exige mais cuidado, sim. Mas entrega um retorno muito maior — financeiro, reputacional e humano. No fim, vender viagem é vender significado. E isso vale mais do que mil cliques.

  • O novo papel do agente de viagens na era digital

    O novo papel do agente de viagens na era digital

    A profissão mudou — e isso é uma oportunidade

    Durante muito tempo, o agente de viagens era visto como intermediário: alguém que emitia passagens, reservava hotéis e organizava a viagem do cliente. Com a chegada das plataformas digitais e das OTAs, esse modelo foi desafiado. Muita gente acreditou que os agentes sumiriam — mas o que aconteceu foi o contrário.

    O mercado amadureceu, o público se sofisticou e, agora, o agente de viagens renasce com um novo papel: consultor, influenciador e estrategista. Alguém que entrega muito mais do que reservas. Entrega segurança, curadoria e uma experiência diferenciada.

    Neste novo cenário, quem entende seu valor e se posiciona de forma inteligente consegue crescer — mesmo (ou especialmente) em um ambiente digital.

    Consultor: o especialista que orienta com precisão

    A internet oferece muitas opções, mas não resolve o excesso de informação. É comum o cliente passar horas navegando entre voos, hotéis, avaliações e blogs — e acabar mais confuso do que antes.

    É nesse ponto que o agente-consultor brilha. Ele conhece destinos, avalia fornecedores, entende o perfil do viajante e monta um roteiro coerente com as expectativas. Ele resolve, direciona e simplifica.

    Essa consultoria vai além da venda: envolve recomendações, alertas, personalização e até planos alternativos. Um bom consultor ajuda o cliente a evitar furadas e viver a melhor versão da viagem possível.

    O valor disso é imenso — e precisa ser comunicado com clareza nas redes, no site e nas abordagens.

    Influenciador: a autoridade que inspira e atrai

    Na era digital, o agente também precisa ser comunicador. Isso não significa virar blogueiro — mas sim entender que sua opinião, vivência e conhecimento têm valor e podem atrair público qualificado.

    Postar dicas, curiosidades, experiências reais, bastidores de viagens, comparativos e tendências é uma forma poderosa de construir autoridade. Com o tempo, o agente vira referência — alguém que as pessoas procuram antes de planejar qualquer viagem.

    Além disso, a presença ativa nas redes ajuda a gerar leads, engajar seguidores e transformar audiência em cliente.

    Vídeos curtos, lives, stories, postagens com roteiro do dia e listas de favoritos funcionam muito bem. A chave é ser útil, humano e consistente.

    Estrategista: o profissional que entende de negócios

    Além de vender e comunicar, o novo agente precisa entender de negócio. Isso inclui saber precificar, calcular comissões, analisar margens, planejar campanhas e identificar oportunidades de crescimento.

    O estrategista sabe onde investir tempo e dinheiro, escolhe parceiros certos, testa novos formatos e domina ferramentas como CRM, automações, funis e indicadores.

    Esse é o agente que sabe que vender não é sorte, é processo. Que entende que tecnologia é aliada — e não inimiga. Que constrói reputação, estrutura seu marketing e transforma conhecimento em recorrência.

    Hoje, plataformas como a Moblix permitem que o agente tenha tudo isso na palma da mão: desde o funil de vendas até a emissão de reservas com fornecedores conectados.

    Como adotar esse novo posicionamento na prática

    Para assumir esse novo papel, o agente precisa de três pilares:

    1. Mentalidade digital: entender que o cliente é omnichannel, valoriza agilidade e espera uma jornada fluida. Isso exige ferramentas modernas, atendimento ágil e canais bem geridos.

    2. Comunicação estratégica: escolher um nicho, criar conteúdo útil, humanizar a marca pessoal e mostrar bastidores da operação. O que não é visto, não é lembrado.

    3. Sistema de vendas estruturado: ter CRM, registrar atendimentos, nutrir leads, acompanhar indicadores e automatizar onde for possível.

    Tudo isso exige organização, mas não complexidade. Com os recursos certos, o agente pode trabalhar com mais foco, menos retrabalho e muito mais retorno.

    Ser consultor, influenciador e estrategista ao mesmo tempo é desafiador — mas também é o que torna o agente de viagens um dos profissionais mais completos do mercado atual.

  • Gestão financeira para agências de turismo

    Gestão financeira para agências de turismo

    Crescer sem controle é prejuízo disfarçado

    Muitas agências começam a crescer em vendas e acreditam que estão prosperando — até perceberem que o lucro não acompanha. Faturamento alto sem controle de custos, repasses, comissões, inadimplência ou precificação adequada é uma armadilha.

    A gestão financeira é o que transforma uma agência comum em um negócio sólido. Ela permite escalar com segurança, prever riscos, tomar decisões melhores e garantir que cada venda gere retorno real — não só volume.

    Sem controle financeiro, o crescimento vira caos. Com gestão, vira estratégia.

    DRE e fluxo de caixa: os dois pilares do controle

    Duas ferramentas devem ser a base de qualquer operação turística: DRE (Demonstrativo de Resultado do Exercício) e Fluxo de Caixa.

    • O DRE mostra se a empresa está dando lucro ou prejuízo. Ele calcula o que entra (receita), o que sai (custos, comissões, impostos, estrutura) e o que sobra (lucro líquido).

    • Já o Fluxo de Caixa mostra o momento exato dessas movimentações. Ele evita surpresas, ajuda a prever apertos e garante que haja saldo para cumprir compromissos.

    Ambos devem ser acompanhados mensalmente — e idealmente integrados a um sistema que reúna os dados de vendas, repasses a fornecedores, comissões de parceiros e custos operacionais.

    Com plataformas como Moblix, é possível integrar o financeiro com a operação, evitando retrabalho manual e erros de lançamento.

    Comissões, repasses e inadimplência: o que você não pode ignorar

    Agências lidam com múltiplos fluxos financeiros: o que entra do cliente, o que sai para o fornecedor, o que é comissão, o que é lucro, o que é imposto.

    Sem uma estrutura clara, é fácil se confundir. Por isso, é fundamental organizar:

    • Comissões: defina percentuais fixos, datas de pagamento e rastreamento por agente ou canal.

    • Repasses: controle quando e para quem repassar. Não misture o valor da venda com a sua margem.

    • Inadimplência: acompanhe de perto os clientes que parcelaram ou deixaram de pagar. Tenha alertas e planos de contingência.

    Ignorar essas variáveis compromete o capital de giro e gera rupturas na operação.

    A regra é clara: o dinheiro da agência não é o valor total da venda, e sim o que sobra depois de todas as obrigações.

    Indicadores para escalar com inteligência

    Para crescer com consistência, sua agência precisa acompanhar indicadores financeiros estratégicos. Aqui estão os principais:

    • Ticket médio por venda: mostra o valor médio de cada pacote vendido.

    • Custo por aquisição (CAC): quanto custa, em média, conquistar um cliente. Inclui anúncios, comissões e esforços de marketing.

    • Margem de contribuição: quanto sobra da venda depois de descontar os custos variáveis.

    • Lucro líquido mensal: valor real que fica no caixa depois de tudo.

    • Receita recorrente (quando aplicável): para planos de assinatura ou manutenção de serviços.

    Esses dados ajudam a entender quais produtos são mais lucrativos, onde reduzir custos, qual canal converte melhor e quando acelerar ou frear.

    Empresas que acompanham indicadores vendem melhor — e evitam surpresas.

    Tecnologia como aliada da gestão

    A boa notícia é que você não precisa fazer tudo isso em planilhas complexas. Hoje, existem ferramentas integradas que automatizam grande parte da gestão financeira — e se conectam com as operações de venda, CRM, fornecedores e atendimento.

    Com a Moblix, por exemplo, você pode:

    • Emitir relatórios financeiros com base em dados reais de vendas.

    • Controlar repasses e comissões automaticamente.

    • Integrar com gateways de pagamento e acompanhar recebíveis em tempo real.

    • Criar previsões de fluxo de caixa com base em reservas futuras.

    A gestão financeira deixa de ser um peso e se torna um painel de comando. E nesse painel, quem tem os números na mão toma melhores decisões, gasta com mais eficiência e cresce com mais segurança.

    No turismo, onde as margens são apertadas e os fluxos são complexos, o sucesso da agência não depende só de vender bem — depende de saber exatamente para onde vai cada centavo.